Entrar
Concurso Raças: Draconato
concurso-draconato>
Menu Principal
Sobre o site:
Administrador

RedeRPG
admin2.0

Mtelles

Adriana
 

Devir
Devir
Na Moonshadows:
Promoção na Moonshadoes
O Raças: Draconato e a aventura H2 Labirinto da Espiral do Trovão (imagem acima) estão em promoção na Moonshadows por apenas R$ 37,98 com o frete grátis! Confira!
Eventos
Setembro 2010
Add event Submeta evento
M T W T F S S
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      

Postagens recentes


Navegando neste Tópico:   1 usuários anônimos



(1) 2 »


Rapsódia: Anjos e Demônios
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Inicialmente uma idéia minha, Alex Pongitori, o Projeto Rapsódia costumava ser uma iniciativa, solitária, de escrever um mundo de fantasia fantástica para RPG. O projeto era algo pequeno que eu pretendia expandir, sozinho, aos poucos. Contudo, apresentei a idéia à dois amigos (Alexandre Nordestinus e Mestre Emilson) e eles acharam que tinha potencial. Logo fizemos algumas mudanças e definimos competências. Hoje o projeto está praticamente parado, apesar que eu continuo escrevendo ou revisando os textos esporádicamente.

Rapsódia: Anjos e Demônios: é um cenário que combina elementos de Fantasia Medieval Clássica com a Época Renascentista, motivado por Tormenta, e que bebe na fonte de outros cenários e ambientações, HQs, Games e Cinema. Este cenário apresenta situações clássicas de RPG Medieval, com características únicas e marcantes. As aventuras acontecem em Rapsódia, um mundo que assemelha-se em, proporções à Lua, numa época combinada de Idade Média e Renascimento, onde elementos de diferentes épocas e culturas como Cavaleiros, Cruzados, Vikings, Mosqueteiros, máquinas a vapor, pólvora, etc., combinam-se dando forma ào que Rapsódia é.

Rapsódia: Rapsódia é uma palavra de origem grega. As rapsódias são trechos de poemas épicos contados pelos rapsodos. As grandes poesias homéricas originaram esse termo, e como mitologia grega influencia praticamente todo RPG resolvemos adotar esse nome. Na verdade uma rapsódia representa bem o que vivemos numa mesa de RPG, as sessões são as rapsódias, que são partes de algo maior e épico.

Anjos e Demônios: Os Anjos e Demônios são uma característica bem relevante e inerente do cenário. Os Anjos são uma referência aos deuses bons e os Demônios aos deuses maus, por assim falar. Não somente nesse contexto, mas em toda uma profusão de situações resultantes da interação desses elementos. Anjos representam o bem, a ordem, a paz, o bem-estar, a saúde, o sucesso, equanto que os Demônios representam os aspectos contrários, o mal, o caos, a guerra, a agonia, a morte, a derrota. Esse conflito de forças ideológicas antagônicas é o símbolo do cenário, representado fisicamente através de Anjos e Demônios.

Logo em breve trarei mais informações à respeito do cenário. Enquanto isso, aguardo opiniões quanto ao que foi apresentado.

Enviado em: 2009/1/25 21:09
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Gênese - Roda da Vida
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Existiam três grandes entidades supremas. Sua origem, nomes, desígnios e quaisquer outras coisas eram desconhecidos, até pelos próprios deuses, que ainda não existiam.

Não tinham ambições; não tinham desejos; não tinham perspectivas.

Em algum momento, que não é possível definir visto que o conceito de tempo também não existia, um deles desperta tomado de Consciência.

Imagina possibilidades; projeta planos; faz previsões.

E inicia um diálogo.

Explana sobre tudo o que sonhou, sobre tudo o que viu. Fala dos seus propósitos.

Um segundo desperta tomado pela Paixão.

Imaginando a nova realidade, excita-se com as possibilidades. Com as suas possibilidades.

Concluíram que nada existiria que não por sua vontade.

Descobriram também que eram diferentes. Queriam coisas distintas.

Iniciaram uma discussão.

Do caos liberado, um terceiro desperta. Tomado de Espírito.

Põe um fim a disputa, trazendo equilíbrio de volta.

Os Três retornam aos seus tronos.

Agora dotados de Consciência, Paixão e Espírito.

***

A Consciência da forma a Luche, o Deus da Luz, O Deus;

A Paixão da forma a Sphinx, a Deusa das Sombras, A Deusa;

O Espírito da forma a Akasha, o Deus do Éter, A Balança.

***

A Roda da Vida se inicia.

O Deus é sua fase de Ancião. Pleno. Soberano.

A Deusa é sua fase de Anciã. Ciumenta. Rancorosa.

Tomada por um amor cego e obsessivo, desejando também ser absoluta, envenena o Deus.

A Balança, prevendo a morte do Deus, prepara seu caminho para o mundo dos mortos. A Deusa, arrependida, entristece-se ao ver seu amado definhar.

O Deus, consorte da Deusa, morre. A Deusa chora.

Para restaurar o equilíbrio, A Balança fecunda a Deusa.

O Deus renasce. E agora é alimentado pelo seio sagrado da Deusa.

O Deus cresce. É A Criança. A Deusa fragilizada descansa do parto.

Novamente para restaurar o Equilíbrio, A Balança cuida da Deusa enfraquecida.

O Deus agora é o Jovem Caçador. O Implacável. O Impetuoso. A Deusa, em vingança, é castigada.

O Deus é o Grande Pai.

A Deusa é a Grande Mãe.

E se unem, em perfeito amor e confiança. De sua união, filhos nascem.

O Deus volta a ser o Ancião. A Deusa volta a ser a Anciã.

Os Deuses são representação da vontade dos Três Monarcas.

Nada existe que não pelo desejo dos Três. E assim eles queriam.

A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida.

***

Nota do autor: caso não tenha algum conhecimento sobre as teorias de Freud que eu cito logo mais abaixo, pode saltar o texto em itálico.

Bom toda essa criação surgiu da necessidade de reformular o tema antigo, dando uma maior personalização ao panteão de Rapsódia. Quanto à inspiração, me falaram que era inegável a influência grega de Deuses soberanos bem definidos. Discordo. Toda a influência para a Roda da Vida vem de dois aspectos: a religião Pagã, Wicca, que acabou levando-me às teorias freudianas do Ego, Superego, Id, Eros e Tânatos.

O Superego é inconsciente, é a censura das pulsões que a sociedade e a cultura impõem ao id, impedindo-o de satisfazer plenamente os seus instintos e desejos. É a repressão, particularmente, a repressão sexual. Manifesta-se à consciência indiretamente, sob forma da moral, como um conjunto de interdições e deveres, e por meio da educação, pela produção do “eu ideal”, isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa.

O Ego é o centro da consciência, é a soma total dos pensamentos, idéias, sentimentos, lembranças e percepções sensoriais. É a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo. Obedece ao princípio da realidade, ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao id sem transgredir as exigências do superego. O Ego em sua função básica à natureza humana é a consciência da sobrevivência, é o limite da consciência entre o instinto de doar-se a uma causa ou a uma verdade rígida (Superego) e o da própria sobrevivência humana como indivíduo.

O Id é formado por instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes e regido pelo princípio do prazer, que exige satisfação imediata. É a energia dos instintos e dos desejos em busca da realização desse princípio do prazer. É a libido.


Portanto, fazendo alusão à Teoria Freudiana, o Ego e Superego são o equivalente à Consciência em Rapsódia, enquanto que o Id é o equivalente a Paixão.

Quando a Consciência se submete à Paixão, torna-se imoral e destrutivo; enlouquece de desespero, pois viverá numa insatisfação insuportável; ainda que precise se submeter, será destruído por ela. Portanto, existe a terceira força que tem sempre o objetivo de equilibrar as forças, pendendo de um lado para outro a fim de que as bandejas da balança permaneçam estáveis.

Chegada a definição dos deuses Luche e Sphinx, precisaríamos chegar à um conceito para o terceiro deus, que, já se sabia, representaria a neutralidade e o equilíbrio. A Balança.

Com a influência da Wicca achamos a referência que precisávamos. Nela, além dos quatro elementos (fogo, água, ar e terra), considera-se um quinto: o espírito ou alma, a quintessência, que também pode ser conhecido, ainda que em poucos casos, de Akasha ou Éter, portanto, convencionou-se dar-lhe o domínio do Éter (ou do espírito) e chamá-lo de Akasha.

Outra teoria de Freud utilizada, ainda que mais timidamente, é a de Eros e Tânatos, representando o ciclo de vida e morte pelo qual os deuses passam, que também existe na Wicca, ainda que este tenha sido bastante alterado.

Enviado em: 2009/1/26 20:19
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Gênese - Roda da Vida
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Mas se as pessoas pudesse dar suas opiniões eu agradeceria muito... ^^~

Enviado em: 2009/1/27 12:37
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Gênese - Roda da Vida
God (admin.)
Cadastrado em:
2003/4/24 0:00
De Rio de Janeiro
Mensagens: 2687
Level : 41
HP : 201 / 1008
MP : 895 / 21736
EXP : 32
Offline
Salve!


Obrigado por inaugurar nosso setor Oficina do Mestre. Nosso fórum acabou de passar por uma reformulação, justamente para melhorar a organização dos tópicos e permitir que iniciativas como essa sua e Play by Forum fossem mais fáceis de serem postadas, sem ter que passar pelos Admin.

Eu peço a você um pouco de paciência, aos poucos a galera vai comentando. Enquanto isso, vai postando mais elementos do seu cenário, para todo mundo conhecer um pouco mais ele.

Enviado em: 2009/1/27 12:50
_________________
Um grande abraço,
Marcelo Telles
Coordenador da REDERPG
Autor do Réia
http://www.caladwin.com/caladwin/reia.mv
Equipe do Crônicas da 7a Lua
http://www.editora.conclaveweb.com.br/modules/news/article.php?storyid=71
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Gênese - Roda da Vida
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Olá Telles!!

Seguinte, os dois tópicos que estão neste espaço do fórum deveríam estar num mesmo espaço, apenas me enganei, no momento de atualizar o tópico anterior, eu criei um novo.
E como não posso deltá-lo, não sei o que fazer.

Obrigado!!

Enviado em: 2009/1/27 12:59
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
God (admin.)
Cadastrado em:
2003/4/24 0:00
De Rio de Janeiro
Mensagens: 2687
Level : 41
HP : 201 / 1008
MP : 895 / 21736
EXP : 32
Offline
Pronto, acho que está resolvido! Veja se assim está bom, e de quebra ainda tornei ele fixo.

Enviado em: 2009/1/27 18:57
_________________
Um grande abraço,
Marcelo Telles
Coordenador da REDERPG
Autor do Réia
http://www.caladwin.com/caladwin/reia.mv
Equipe do Crônicas da 7a Lua
http://www.editora.conclaveweb.com.br/modules/news/article.php?storyid=71
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Campeão
Cadastrado em:
2005/2/2 16:55
Mensagens: 207
Level : 13
HP : 0 / 310
MP : 69 / 5078
EXP : 42
Offline
Gostei da narrativa a cerca do nascimento dos deuses e do link com freud, entretanto a ideia de 3 divindades me incomoda do ponto de vista conceitual.
veja bem sei que tudo é valido e possivel mas pessoalmente acho fundamental esquecermos Kant e tentarmos er nossas criaçoes sem o "em si", ou seja, os deuses nao exixtem em si, eles sao fruto da fé dos crentes, logo nao ha uma narrativa real de seu nascimento.
Se isto que vc descreve é uma lenda ou mito da criaçao de alguem ou cultura, acho fantastico, mas se é o que realmente ocorreu nao me agrada muito.
Nao sei se vc esta disposta a realizar alterraçoes entretanto vou colocar parte do mito de criaçao do meu cenário, derrepente é uma mao na roda pra ti.
se quiser a integra do sistema e cénario me envia um email que lhe mando em pdf
abraço
Fallkenbach

Forças vagantes interagiam e dançavam envoltas em brumas celestes. Seus corpos etéreos, desprovidos de máculas e mazelas abrilhantavam suas essências a cada suave movimento daquela dança atemporal. À princípio, suas formas indistintas misturavam-se com a iluminada barreira que as circundava, transformando a morada superior em uma massa única de poder infindo. Houve então que uma das forças, a mais vibrante dividiu-se e a energia que cada uma das partes passou a emanar mostrou-se díspar da que outrora o corpo único costumava expelir. Ao contemplarem tal maravilha seus irmãos pararam a dança. Uma, era portadora de um brilho ofuscante, quase insuportável e aqueles que a vislumbraram a invejaram. A segunda metade mostrou-se inteiramente opaca, desprovida de qualquer luz própria. Sua falta de luminosidade era tamanha que toda a luz que sua irmã emanava em abundância parecia esvair-se quando ele alcançava. Da força que repartiu-se em duas, uma terceira nasceu, não tão brilhante nem densa. Porém, havia um magnetismo à qual nenhum dos vagantes pôde resistir e essa força configurou a primeira divisão hierárquica entre as divindades. Záfia havia nascido.

Ao contemplarem o cosmos que antes mostrava-se uniforme à sua volta, os deuses perceberam que muitas formas haviam surgido enquanto dançavam, e que dentre elas havia uma que se destacava pelo tamanho e pelo poder que dela emanava. A deusa Záfia foi a primeira a falar e sua voz ecoou para todo o firmamento. Em suas cordas vocais viajam o futuro e o passado e ela assim sentenciou o destino dos deuses:
- Uma escolha haverá de ser tomada defronte a rocha que inerte aguarda. O víveres que perpetuará vossa existência dela exala, mas o custo do desforro não é menor que a recompensa. Das forças que regem o uno vós sois a de menor valia, porém sois também a única que possui a graça da escolha. Ide, filhos da luz e treva. Tua dita é trabalhar aquilo que lhes foi ofertado e dar-lhe sentido. Não lamentem tuas limitações ante as forças ignotas por vós e não almejem mais do que aquilo que lhes é cabido na dança celestial.
Assim dito, as divindades perceberam que muito havia se transmutado enquanto Záfia falava, e que até mesmo suas formas etéreas mostravam-se novas e compostas de muitas partículas reluzentes, que corriam desenfreadas pelos veios ilimitados de seus corpos divinos. Da divisão da força que originou a deusa Záfia, Löra e Harald representavam respectivamente as energias luminosas e opacas remanescentes e também as forças mais influentes entre os deuses. A vida e a morte. Junto à eles estavam Alberich e Nibelus, forças poderosas que outrora dançavam juntas em duelo e agora apresentam-se antagônicas. O primeiro é reconhecido pelas virtudes e prazeres, a astúcia e a coragem e o outro pelo medo e a covardia, o fogo e o sofrimento. Artanus, orgulhoso e rompante não representava uma força de grande influência diante de seus irmãos depois que a dança foi cessada, mas seu gênio era invejoso e aprendeu a controlar as novas partículas que compunham seu organismo celestial e, diante da rocha inerte ele se iluminou mais que todos os seus iguais e ao toque dessa luminosidade a terra se moveu. Artanus agora era sol. Ao seu lado estava Miha. Seu olhar era sempre orientado para a esfera de rocha crua que flutuava diante dela e seus irmãos. Em sua mente ela parecia saber o que fazer, mas não conseguia imaginar como. Imponente e reservado era Balory, o honroso. E foi antes mesmo que qualquer dentre essas divindades, ainda na infância de seus dias, pensasse em pôr em prática a profecia de Záfia, que Balory se pronunciou.
- Não irei à terra só, nem tampouco na companhia de vós, que dançavam pomposos e despreocupados enquanto o uno transformava-se. Do corpo que tomei como habitação eu retiro dois terços e os dou parte de minha própria luz para que eles vivam e me acompanhem na empreitada que se aproxima. - E assim nasceram Bali e Duruanã, filhos do corpo celestial de Balory. O deus Balory, outrora um gigante entre seus irmãos tornou-se uma entidade diminuta em estatura, porém não menos orgulhoso e valente, assim como sua prole.

Durante infinitas eras os deuses contemplaram a rocha mover-se em torno deles e começaram a compreender o que cada qual poderia e deveria fazer para receber a recompensa prometida. Nibelus foi o primeiro a descer. Pouco pareceu se interessar pela superfície da gigantesca esfera e logo dirigiu-se para o centro da terra estéril. Seus irmãos contemplaram assustados as convulsões da superfície e o surgimento do fogo que adormecia enclausurado, tão belo e opressor, que erguia-se em labaredas enormes e derretia a matéria da superfície do planeta. De seu refúgio subterrâneo ele não mais se retirou e os deuses só conseguiram ouvir suas gargalhadas de prazer, por ter conquistado o seu quinhão na recompensa profética.

Enviado em: 2009/1/27 19:36
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Campeão
Cadastrado em:
2005/2/2 16:55
Mensagens: 207
Level : 13
HP : 0 / 310
MP : 69 / 5078
EXP : 42
Offline
continuaçao ...
Não tardou muito para Balory e seus filhos explorarem as terras da superfície do mundo e trabalharem-na como lhes apetecia. Suas mãos moldaram infinitas montanhas e cavernas, colinas e grutas profundas. As recém formadas montanhas do mundo, estruturas colossais que alcançavam alturas fantásticas tornaram-se objeto de adoração entre as três divindades. Em suas mentes eles maquinavam um plano, mas por se acharem os únicos a vislumbrarem a idéia, não se manifestaram. Do barro derretido pelo fogo eles esculpiam.
Balory e seus filhos deixaram um rastro dourado por todo o caminho percorrido em suas andanças e quando as divindades se afastaram, esta trilha fulgurante solidificou-se e virou ouro.
Miha e Artanus aproximaram-se juntos do globo pela primeira vez e assustaram-se com o que viram. A intensidade de calor que Artanus emanava fez com que a terra girasse mais rapidamente em seu próprio eixo e ventos fortes surgiram na superfície. Miha Aproximou-se mais e sozinha tentou impedir o movimento, julgando que aqueles ventos maculariam os trabalhos que ela pensava executar. Sua tentativa foi baldia, pois Artanus não se moveu para trás e a terra não cessava sua rotação. Desesperada com a sua inútil investida, Miha esfriou-se e seu brilho deixou de ser dourado e fervoroso. Seus novos raios de luz prata atravessaram ventos e nuvens e dessas nuvens uma tempestade violenta eclodiu, inundando o planeta em chamas e resfriando por inteiro sua superfície. Logo os ventos tornaram-se mais escassos e o equilíbrio entre o calor e o frio mostrou-se ideal para que a deusa finalmente manifestasse seu desejo. Miha, desde então é vista como a lua, sempre girando em torno da terra à vigiá-la. Quando a deusa soltou o planeta percebeu que na extensão de terra que a chuva não havia tomado, uma camada esverdeada surgiu, cobrindo-a quase que por inteira e milhares de pequeninos ovos apareceram espalhados por toda sua extensão. Foi quando Löra se aproximou e pela primeira vez suspirou diante do planeta. Eis que então, de dentro dos minúsculos ovinhos muitas criaturas surgiram e contemplaram a luz. Porém, houveram uns poucos que não foram abençoados por sopro algum, e de seus interiores nada surgiu. Da camada esverdeada que cobria a terra, árvores e flores desabrocharam e a vida por fim mostrou-se aos olhos incrédulos dos deuses. Desde então os deuses assim se organizaram. Artanus manteve-se no centro enquanto Attar girava ao seu redor. Miha girava em torno da terra buscando policiar todas as mudanças que nela ocorriam. O corpo celeste de Löra e Harald expandiram-se e toda noite o sangue reluzente da deusa pode ser visto contrastando com a densa escuridão da pele de seu irmão. Nibelus reina solitário no interior do planeta e Alberich o envolveu para protegê-lo do calor intenso que Artanus emanava em sua direção. Balory e seus filhos escolheram o topo da mais alta montanha e lá construíram sua morada, acima de todas as nuvens e de onde podia-se enxergar toda terra e céu. De lá eles começaram a forjar suas primeiras jóias e da superfície da terra ouviram-se os primeiros trovões, e os raios que fugiam do atrito entre o martelo e a bigorna finalmente rasgaram os céus.

Foi então, quando Löra suspirou diante da terra ainda estéril que Artanus secretamente roubou um punhado de seu sopro e o guardou na algibeira. Enquanto os deuses contemplavam a nova configuração das coisas e admiravam a vida recém criada, o homem despertou. Seu aparecimento desencadeou uma brusca alteração na relação entre as forças divinas, que até então agiam harmoniosamente. Artanus assumiu a criação dos homens e foi admirado e ovacionado por seus irmãos. Mesmo que alguns dentre eles já houvessem concebido tal idéia, jamais lhes ocorrera como haveriam de executá-la. Artanus possuía uma habilidade singular, desconhecida até então por seus irmãos e que fora concedida aos seus filhos. Essa idoneidade foi então chamada de humanidade e todos os deuses a almejaram. Löra indignou-se com aquele absurdo, pois os homens não germinaram como as demais criaturas e seu sopro já havia se extinguido quando eles nasceram. As glórias de Artanus não passariam impunes, já que Löra estava segura que o sol lhe havia roubado o sopro da vida. Desesperada, a deusa recorreu à Nibelus, aquele que desde a antiga dança a admirava e a desejava. Nibelus tomou as dores de Löra e imediatamente lançou sobre os homens sua maldição. A partir de então, esses passaram a temer a noite e o frio, ficaram à mercê de doenças e pestilências, da velhice e da morte. Apenas sob o sol os homens se sentiam seguros e em paz. Sendo assim Artanus enfraqueceu-se, mas ainda era a única força adorada dentre os deuses.
Miha, enquanto vagava entorno de Attar arquitetou o nascimento dos sindartas em sua mente, e dentro dela eles viviam e aprendiam, mas a deusa ainda não havia descoberto uma maneira de deixá-los livres para caminhar sob as copas das árvores. Então Miha perguntou a Löra como poderia Artanus dar vida e Löra respondeu:
- Não haveria de ser por seu próprio mérito, minha irmã. O sol apossou-se de parte de meu sopro sem meu consentimento. Mire aqueles ovos ainda incólumes sob a sombra das montanhas de Balory. Por que eles foram privados da graça dos deuses? De seu interior muitas crianças tuas, belas como os pássaros e os peixes deveriam ter nascido, mas a ganância de Artanus os despojou de meu suspiro. Nada posso para te auxiliar, bela lua. Agora vá, pois a noite se aproxima e teus filhos precisam da tua luz para caminharem até seus ninhos. - Miha não se deu por vencida e retorquiu:

Enviado em: 2009/1/27 19:37
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
God (admin.)
Cadastrado em:
2003/4/24 0:00
De Rio de Janeiro
Mensagens: 2687
Level : 41
HP : 201 / 1008
MP : 895 / 21736
EXP : 32
Offline
Alonso, você não acha melhor criar um tópico apenas para o Falkenbach? É que este seria um tópico para apresentar e falar sobre o Rapsódia...

Enviado em: 2009/1/28 9:35
_________________
Um grande abraço,
Marcelo Telles
Coordenador da REDERPG
Autor do Réia
http://www.caladwin.com/caladwin/reia.mv
Equipe do Crônicas da 7a Lua
http://www.editora.conclaveweb.com.br/modules/news/article.php?storyid=71
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Campeão
Cadastrado em:
2005/2/2 16:55
Mensagens: 207
Level : 13
HP : 0 / 310
MP : 69 / 5078
EXP : 42
Offline
mas eu nao to falando to escrevendo lol
entao na verdade estou somente dando umas dicas pro companheiro aq em cima...
mas abrirei um sim!
abraço!

Enviado em: 2009/1/28 17:43
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


CHEGADA A EMINAROD - O CONTINENTE DA GUERRA
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Citando:
Gostei da narrativa a cerca do nascimento dos deuses e do link com freud, entretanto a ideia de 3 divindades me incomoda do ponto de vista conceitual. veja bem sei que tudo é valido e possivel mas pessoalmente acho fundamental esquecermos Kant e tentarmos er nossas criaçoes sem o "em si", ou seja, os deuses nao exixtem em si, eles sao fruto da fé dos crentes, logo nao ha uma narrativa real de seu nascimento. Se isto que vc descreve é uma lenda ou mito da criaçao de alguem ou cultura, acho fantastico, mas se é o que realmente ocorreu nao me agrada muito. Nao sei se vc esta disposta a realizar alterraçoes entretanto vou colocar parte do mito de criaçao do meu cenário, derrepente é uma mao na roda pra ti. se quiser a integra do sistema e cénario me envia um email que lhe mando em pdf abraço Fallkenbach


Como te disse Alonso, é um levantamento interessante o teu, mas como o cenário é feito à seis, que no momento estão longes umas das outras, preferimos trabalhar assim, cada um ficou responsável por organizar as idéias de um determinado tema. Quando estivermos todos juntos passaremos a discutí-las. Na minha idéia é um mito. De qualquer modo valew pela ajuda... ^^~

CHEGADA A EMINAROD - O CONTINENTE DA GUERRA

Bem-vindos estranhos! Vocês estão para conhecer o maior e melhor continente de Rapsódia, com suas alegrias e tragédias. Saibam desde o início que este é um lugar de guerras e intrigas, e sendo assim, vocês precisão de um guia, para que não tenham problemas com autoridades locais ou vagabundos de rua.

Tudo é possível neste lugar. Qualquer coisa e qualquer tipo de pessoa podem ser encontrados aqui. Até mesmo humanos! (Nota: Nada de elfos sofridos/extintos/emos, aqui foram os humanos a serem exilados) Hoje vivemos em uma espécie de trégua momentânea, mas não se enganem: a qualquer momento os conflitos podem recomeçar.

Que conflitos, vocês me perguntam?! “A guerra dos povos”! É assim que todos se referem as constantes guerras entre as raças deste continente. Tudo começou há muito tempo, sendo que ninguém pode dizer a data exata.

São várias as versões para o caso, mas a mais aceita é a de que há muito tempo os Drows, os Elfos Negros do norte, iniciaram uma guerra para tentar conquistar todos os subterrâneos do continente. O problema é que os Drows não sabiam que os seus futuros adversários eram mais difíceis de serem batidos do que aparentavam. Depois de anos de conflitos com o reino mais próximo, o dos Anões, os Drows decidiram mudar de estratégia. Utilizando métodos mais sutis, enviaram espiões ao reino dos Elfos de sul, para iniciarem provas falsas de que os Anões preparavam-se para atacá-los. O plano funcionou perfeitamente. E sem demora os elfos investiram contra os anões. Sabendo disso os Drows reiniciaram seus ataques aos Anões. Foi uma época difícil para o povo anão, sofrendo ataques simultâneos do norte e do sul. Mas depois de alguns anos os elfos descobriram a verdade. Envergonhados se uniram aos anões no combate contra os Drows, como um pedido de desculpas.

Mas não falemos mais de dias tristes, vamos conhecer os povos e seus reinos. Nessa imensidão de terras do continente de Eminarod, você vai encontrar seis regiões bem distintas. “A Morada dos Anões”, que tem em Slaphir seu principal reino. “Floresta Élfica”, o lar dos Elfos Sul, Aêria é o seu principal reino. Existem ainda “As Terras Geladas”, seu principal reino é Espyra. “Mar de Areia”, lar do Githzerai, com Taius sendo seu principal reino. E por ultimo “A Terra dos Pesadelos”, onde não existem reinos, apenas o mal.

As raças não poderiam ser mais exóticas, veja só:

Anões são decididos e teimosos. Resistentes e fortes. Não reclamam do trabalho. Valoriza tudo o que é feito com pedras preciosas ou feitos simplesmente de pedras.

Drows são maus e metidos a conquistadores. Vivem nos subterrâneos das terras geladas do norte e não têm relações amistosas com os outros povos. Se sentem superiores e escravizam outras raças.

Elfos são belos e sábios nas suas casas em meio às florestas. Onde às vezes você não sabe o que é morada ou árvore. Não gostam de conflitos e nem de se misturarem aos outros povos, mas desde a descoberta do erro que cometeram com os anões, mudaram bastante.

Githzerais são disparados o povo mais exótico de todo Eminarod. Possuem um código de honra muito forte, assim como uma paciência sem limites. Buscam sempre o equilíbrio interior, complementado com uma lealdade inigualável para com seu irmão.

Githyanki são os inimigos mortais dos Githzerai. Não se sabe por que, talvez só eles e os Githzerai: mas quem ousa perguntar. Muito menos então, se intrometer.

Mortos-Vivo são de dar medo. Não é bem uma raça, mas sim um grupo de criaturas que surgiram entre Taius e Gith. Como surgiram é um mistério, talvez o mais intrigante de todos. Sabe-se apenas que o objetivo de todos os Mortos-Vivos é prejudicar tanto os Githzerai, como os Githyanki.

Agora me despeço de vocês, pois outros visitantes me aguardam. Cuidem-se, e espero que vocês achem o que estão procurando.

Guia Merengardem, O Halflig

By Emilson Rodrigues

Enviado em: 2009/1/29 12:18
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Campeão
Cadastrado em:
2005/2/2 16:55
Mensagens: 207
Level : 13
HP : 0 / 310
MP : 69 / 5078
EXP : 42
Offline
deixa eu te falar uma coisa que pode ser de muita ajuda
eu vejo 2 formas basicas de se criar um cenario
preimeiro é a partir de um aideia micro, como um conflito entre raças por um pedaço de terra, tipoisrael e palestina , dai vc começa a adicionar elementos e o mundo vai crescendo....
o outro geito é o contrário
vc começa com uma cosmologia e apartir disto vc o mundo a partir das intensoes dos deus.. por exemplo
mas acho que ambas comcomitante pode trazer problemas e vcs se enrolare..
isto ocorreu comigo e tive que recomeçar do zero praticamente
até porque vcs sao varias cabeças pensando...
abraço!

Enviado em: 2009/1/30 19:25
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


SORÍNIA - O CONTINENTE FLUTUANTE
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/25 15:48
Mensagens: 8
Level : 1
HP : 0 / 18
MP : 2 / 87
EXP : 73
Offline
Caro Alonso!!

Estamos fazendo dessas duas maneiras quase simutâneas, haja visto que somos em três trabalhando e cada um dos três tem suas incubêmcias. Todo material é desenvolvido individualmente, da maneira que melhor lhe convir, a partir daí nos reunimos e debatemos sobre o que foi escrito.
Eu prefiro trabalhar de dentro pra fora. Enquanto meu colega Emilson prefere o contrário.

No mais obrigado pela força... ^^~

SORÍNIA - O CONTINENTE FLUTUANTE

Há muito tempo atrás, todas as coisas foram criadas, até que Zéphiro, Deus dos Ventos, resolveu criar um desafio à altura de todos os seres que viviam sobre a superfície de Rapsódia. Ele queria algo que fizesse transparecer seu eterno bom humor e a dificuldade em alcançar os Deuses. E num rápido toque de esplendor divino ele criou uma porção gigantesca de terra que cobriu quase toda a extensão da superfície flutuando a alguns poucos quilômetros de altura do nível da água. Sphinx, Deusa das Trevas, adorou a idéia de cobrir a superfície com sombras, porem logo encontrou-se desiludida quando Luche, Deus da Luz, criou um segundo astro-rei para fornecer iluminação e calor para as áreas cobertas por Zéphiro. Kalipdra, Deusa das Águas, garantiu que seu elemento nunca faltaria nas terras de Zéphiro e também que Ela não deixaria de banhar de, tempos em tempos, as terras da superfície. Lohann, Deus da Terra, com toda sua força, aplicou maior dificuldade ao desafio e cercou toda as Terras Flutuantes com montanhas intransponíveis por meios convencionais.

Nenhum vulcão, nenhum risco de possíveis tempestades. Seria um lugar perfeito para viver àquele que primeiramente as conquistasse. Uma terra tocada por todos os Deuses, com exceção de Azura, Deus do Fogo, que achava uma afronta enorme a simples idéia de mortais alcançarem os Deuses.

Ainda assim seria uma terra maravilhosa que proporcionariam ótimos dias para aqueles que a habitassem. Seria a terra sem guerras prometida a qualquer povo que procurasse paz…

PAZ…

Assim Zéphiro inventou uma palavra que significaria ”PAZ” entre todos aqueles que seguissem seus ensinamentos. “Sorínia”.

O “DES”PRAZER DE ZÉPHIRO

Os tempos foram passando. Os dias e as noites cruzavam o tempo e Zéphiro não via interesse em nenhum dos povos. Sentia-se traído por seus Irmãos divinos por não incentivarem os “seus” a tentar alcançá-los e desfez todas as maravilhas mágicas que havia no local. Depois propôs a Seus Irmãos que criassem uma ultima forma de vida.

Por tempos imaginou uma criatura com energia divina o bastante para ser superior a tudo que fosse material, a todas as formas de vida e criou Wether, Arcanjo do Tempo. O mostrou a seus irmãos e eles, não querendo mudar o humor de Zéphiro e também por gostarem da idéia, criaram seus Arcanjos.

Luche, criou Acteon, Arcanjo do Sol e do Dia; Lohann criou Lennora, da Natureza; kalipdra criou Sálix, da Paz; Azura criou Ishtar, da Coragem; e Sphinx criou alled, da Lua e da Noite.

Depois Zéphiro ofereceu Sorínia para que servisse de morada para a ultima criação divina. Assim o continente passou a ser a Morada dos Arcanjos.

* * *

O tempo passou e os povos da superfície continuaram a ignorar Sorínia. Porem os Senhores das Profundezas organizaram ataques ao continente e durante vários anos,sem que os mortais soubessem, uma guerra terrível foi travada entre os Seres Celestiais e os Seres Abissais.

Sem obter resultados para conquistar Sorínia, os Ilídios, os Tana’rí e os Batezu recuaram frente aos Arcanjos. Estes por sua vez passaram a temer um outro ataque dos seres Abissais e depois da recuo para os Planos Inferiores, os seres Celestiais também deixaram Sorínia e pediram aos seus Patronos uma parte dos Planos dos Deuses. Os Criadores, cientes dos riscos no Plano Material, aceitaram o pedido e criaram um sub-plano, ainda nas Terras Divinas. E lá, os arcanjos passaram a habitar, indo de tempos em tempos visitar Sua antiga morada.

A ASCENSÃO DOS HUMANOS

Depois de muito sofrimento na superfície um gnomo, chamado kymdoenaylortatekirk, ajudou os humanos a construir um navio que pudesse navegar no ar usando algumas técnicas arcanas. Pesquisou durante cerca de dois anos até que a idéia de usar a mesma tecnologia dos golens de ferro o fez terminar a nave, que receberia o nome de Nave Naylor, em homenagem ao gnomo inventor.

Varias naves foram construídas até que houvesse um numero suficiente para que todos os componentes da imensa caravana pudessem ir juntos sob a liderança de Havyan Prymol.

Logo que chegaram ao novo continente, Havyan Prymol nomeou quatro humanos para que reconhecessem o terreno onde agora viveriam. Esses quatro eram: Beld Lekardan, Sanz Ivorash, Petrônio Gauss e Silf Donadel. Eles escolheram 10 carroças para segui-los. E assim, da caravana gigante que partiu de Eminarod, quatro pequenas comitivas partiram do acampamento ainda sob o comando de Havyan, em busca de novas paragens.

CASA DE NAYLOR

Este castelo foi erguido pela terceira geração dos Havyan. Ele serve como estadia para qualquer nobre de Prymol em tempos de boas pescas.

Todos os nobres podem ficar no castelo durante dez dias por ano para que possa fazer pescarias e levar o pescado até sua casa. Sempre que um nobre sai do castelo, todos os bens materiais pertencentes à Casa de Naylor são conferidos. No caso de algo não estar correspondendo ao que havia antes da chegada do nobre, ele perde o direito de participar da pesca no ano seguinte.

O castelo foi nomeado em homenagem ao gnomo que inventou as naves Naylor, que tambem foi o autor da ideia para que todos pudessem ter direito disponível.

Depois da saida do nobre, cinco representantes dele continuam no castelo para a conferência dos bens e para os dez dias que antecedem a chegada do próximo nobre.

Boatos afirmam que os moradores do castelo vêm, há muito tempo, controlando quais nobres vêm no ano seguinte ou não. Fala-se de uuma enorme caverna abaixo do castelo onde os moradores escondem alguns objetos durante a pesca dos nobres que não colaborem com uma quantia em ouro quando chegam para o inicio da pescaria.

A atual regente, Lilly de Chaniz, garante que não há corrupção no sistema de controle. Afirma que “tudo está do jeito que deveria estar”. E nenhum nobre pretende dizer o contrario, agora que ela ficou viúva a pouco tempo. Seu esposo, Conde Altran Chaniz, morreu por causa desconhecida de todos, exceto a Condessa e os moradores do castelo

Segundo as leis de Sorínia uma mulher que perde o esposo tem um prazo de cinco anos para casar-se novamente ou perderá todos os títulos e quaisquer facilidades concedidas por todo e qualquer nobre. E isso têm atiçado os planos de muitos nobres que têm filhos na idade de casar-se, pois assim o jovem herdaria todos os beneficios da Condessa Lilly.

CASA DOS CAÇADORES

Há trezentos anos, durante a Guerra das Máquinas, Théod Fort sugeriu aos regentes de Ivorash e Lekardan que construissem uma fortaleza num ponto estrategico para proteger as duas cidades no caso de Goltrauss perdesse a guerra e os invasores tomassem tambem a capital.

Rapidamente o castelo começou a ser erguido, porem, antes do final da construção Ryangauss recuou indicando o final da guerra. Os regentes decidiram entao não parar a construção e, como tinha uma posição privilegiada, fariam com que os outros regentes os visitassem com frequencia, como um polo de caça.

E assim surgiu o nome do castelo seguindo o modelo da Casa de Naylor, e foi batizado como a Casa dos Caçadores.

Neste castelo vários filhos de nobres aprendem a caçar varios tipos de animais e a usar algumas armas de longa distancia.

Devido à situação nos rios Vorlat e Billit, as duas estradas que levam a Lekardan são as unicas vias de acesso convencionais à cidade. Uma outra opção é tentar passar pela floresta que fica envolta ao castelo, porem os aventureiros que tentarem poderão ser alvos de uma feroz caçada. Dificilmente os filhos dos nobres farão uma caçada, mas sim um grupo especializado na caça de quaisquer pessoas não autorizadas no local.

A PRISÃO DE ISHTAR

Em todos os lugares de Prymol há aqueles que não cumprem as leis, aqueles que a desobedecem. Todos eles são considerados covardes pois aqueles que são corajosos e honrados não precisam burlar ou desobedecer as leis. E quem melhor para punir os merecedores que os seguidores do Deus do Fogo através de Ishtar, Arcanjo da Coragem?

Atraves deste pensamento, Panir Havyanordenou que todos os merecedores de punição fossem levados para a Vila de Vatsa. Quando o povo da vila não mais suportava o alto indice de criminalidade, Panir ergueu um castelo para que servisse como prisão. Destacou varios soldados para lá e convidou Leela Poelma, Clériga de Azura, para que comandasse os homens da guarda.

Até os dias de hoje nunca houve uma fuga bem sucedida na Prisão de Ishtar, porem dentro da prisao funciona uma sociedade totelmente diferente do restante do reino. O atual responsável pela prisão é Postúlio Shaktar, tambem clérigo de Azura, e uma guilda de presidiarios responde pelos problemas com os detentos. Postúlio sabe de outras atividades não tão dentro da lei, mas ele não imagina nem mesmo o começo do alcance dos detentos…

CLIMA E TERRENO

Em Sorínia as florestas são abundantes e são tambem a maior fonte de alimentos dos sorinianos. Existem poucas extensoes de terra não cobertas por florestas. As arvores são maiores que o normalmente visto em Cith, porem não tao gigantescas como as de Eminarod.

A criação de cotros* é muita beneficiada, pois o alimento de que eles necessitam existe gratuitamente e em forma abundante em Sorínia, o Bavo**. Com exceção das terras onde os regentes ergueram castelos para fins diversos, das cidades e vilas mais conhecidas dos rios e da Montanha do Labirinto, todo o restante da superficie de Sorínia é coberta por floresta.

A chuva e o sol comportam-se normalmente

PARA MAIS DETALHES VISITE:

Rapsódia: Anjos e Demônios - Blog Oficial

Rapsódia: Anjos e Demônios - Fórum Oficial

Enviado em: 2009/1/30 23:48
_________________
"A Infinita Espiral da Reencarnação da mais uma volta. E infinita, reinicia seu ciclo de vida e morte. A Roda da Vida."

...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Escudeiro
Cadastrado em:
2009/1/17 1:49
Mensagens: 9
Level : 1
HP : 0 / 21
MP : 3 / 104
EXP : 86
Offline
Olá Rapsodia...

Cara... "to curtindo" o processo criativo de vcs.
Tenho lido este tópico e aguardo novidades... já marquei o blog.

Enviado em: 2009/2/2 22:08
_________________
"... e Erbory valeu-se dos magos das trevas e seus conjurados, lado a lado de seus puros Paladinos cujo escudos refletian a decadência de Thanizia. Nunca imaginei que meus olhos contemplariam esta aliança profana...
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir


Re: Rapsódia: Anjos e Demônios
Escudeiro
Cadastrado em:
2005/6/3 15:31
De Brazil
Mensagens: 9
Level : 1
HP : 0 / 21
MP : 3 / 334
EXP : 86
Offline
Olá companheiro Marble_giant! Estou ajudando o companheiro Rapsódia na criação do cenário Rapsódia: Anjos e Demônios. Por isso gostaria de lhe informar que além desse espaço aqui na rederpg, também temos um fórum oficial do cenário. Ficariamos muito feliz se vc participa-se de nosso forum:rapsodia.forumr.net

Enviado em: 2009/2/3 0:40
Transferir mensagem para outros aplicativos Transferir



(1) 2 »



Você pode exibir os tópicos.
Você não pode iniciar um novo tópico.
Você não pode responder.
Você não pode editar.
Você não pode excluir mensagens.
Você não pode incluir votações.
Você não pode votar.
Você não pode anexar arquivos.
Você não pode enviar mensagens sem aprovação.

[Pesquisa Avançada]


Turbinado pelo XOOPS 2.0.18 © 2001-2008
Os artigos aqui publicados são de propriedade e responsabilidade de seus autores. Não os copie sem prévia permissão.
© 2002 - 2008 . Rede RPG. Todos os direitos reservados
(1995 - 1999 : Trails-RPG)
Design Original by Cláudio Delamare