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1 usuários anônimos
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Legendário 
Cadastrado em: 2006/5/19 12:58
De São Roque - SP
Level : 27 HP : 130 / 651 MP : 307 / 8194 EXP : 4
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Meus dois centavos a acalorada discussão....
Exploit = proeza [justamente pelo significado]
Combat Advantage = Vantagem em Combate [simples assim]
Minion = assecla [apesar de assecla ser seguidor, isso se encaixa no contexto, afinal, normalmente os minios não são jogados aleatoriamente no jogo, eles são algo entre o grupo e um desafio maior]
Lurker = espreitador [na falta de uma sugestão melhor aceito esta]
Skirmisher = guerrilheiro [acho que o termo se encaixa perfeitamente no contexto]
Shift = Ajuste [simples assim]
Paragon = superior [aqui vale uma nota. O termo paragão existe no portugues mas nada tem a ver com superioridade, como se ve na descrição do mesmo no Michaelis:
paragão pa.ra.gão sm (cast paragón) 1 Comparação, semelhança. 2 Modelo, tipo.
Portanto, superior se encaixa perfeitamente, o termo paragão é totalmente fora do contexto]
Warlord = Senhor da Guerra [sim, o termo é a tradução correta e literal, tanto semanticamente quanto contextual, sem falar que Favored Souls, Wild Elfs e afins já mostram que classes e raças não devem se ater a uma única palavra para sua designação]
Ranger= guardião [Pelo vinculo histórico com o Senhor dos Anéis e por remeter a classe a um exemplo clássico e de fácil associação]
Enviado em: 2008/4/1 8:56
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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God (admin.) 
Cadastrado em: 2003/4/24 0:00
De Rio de Janeiro
Level : 41 HP : 201 / 1008 MP : 895 / 21736 EXP : 32
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Citando: Paragon = superior [aqui vale uma nota. O termo paragão existe no portugues mas nada tem a ver com superioridade, como se ve na descrição do mesmo no Michaelis:
paragão pa.ra.gão sm (cast paragón) 1 Comparação, semelhança. 2 Modelo, tipo.
Portanto, superior se encaixa perfeitamente, o termo paragão é totalmente fora do contexto]
Warlord = Senhor da Guerra [sim, o termo é a tradução correta e literal, tanto semanticamente quanto contextual, sem falar que Favored Souls, Wild Elfs e afins já mostram que classes e raças não devem se ater a uma única palavra para sua designação]
1.000 XP para você, Guzzon! 
Enviado em: 2008/4/1 9:05
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Escudeiro 
Cadastrado em: 2004/5/9 1:58
Level : 3 HP : 0 / 55 MP : 6 / 1019 EXP : 20
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Bom, deixa eu colocar aqui minha humilde opnião. Por incrível que pareça, a tradução de "Warlord" para Senhor da Guerra, não me confunde. Isso, porque eu estou lendo as crônicas do Rei Arthur, do Bernard Cornwell. Para os que não sabem, o livro é ficção, mas baseado em relatos e fatos históricos. O autor esclarece em seu livro, que Arthur foi conhecido como "Senhor da Guerra" - os relatos originais o termo é Warlord - por ter sido um exímio comandante, ser um grande estrategista e possuir como poucos, a capacidade de inspirar e liderar seus exércitos para a vitória. Talvez, "Senhor da Guerra" não seja assim tão errado, tudo depende do seu referencial. Eu não teria nenhum problema com isso, mas nem todos leram, estão lendo, ou lerão esse livro.
Enviado em: 2008/4/1 9:28
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Cadastrado em: 2003/12/17 0:00
De Khorvaire, Eberron
Level : 57 HP : 841 / 1401 MP : 2241 / 27567 EXP : 7
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Vamos lá, vai... Citando: Exploit = proeza [justamente pelo significado]
Combat Advantage = Vantagem em Combate [simples assim]
Minion = assecla [apesar de assecla ser seguidor, isso se encaixa no contexto, afinal, normalmente os minios não são jogados aleatoriamente no jogo, eles são algo entre o grupo e um desafio maior]
Lurker = espreitador [na falta de uma sugestão melhor aceito esta]
Skirmisher = guerrilheiro [acho que o termo se encaixa perfeitamente no contexto]
Shift = Ajuste [simples assim]
Paragon = superior [aqui vale uma nota. O termo paragão existe no portugues mas nada tem a ver com superioridade, como se ve na descrição do mesmo no Michaelis:
paragão pa.ra.gão sm (cast paragón) 1 Comparação, semelhança. 2 Modelo, tipo.
Portanto, superior se encaixa perfeitamente, o termo paragão é totalmente fora do contexto]
Warlord = Senhor da Guerra [sim, o termo é a tradução correta e literal, tanto semanticamente quanto contextual, sem falar que Favored Souls, Wild Elfs e afins já mostram que classes e raças não devem se ater a uma única palavra para sua designação]
Ranger= guardião [Pelo vinculo histórico com o Senhor dos Anéis e por remeter a classe a um exemplo clássico e de fácil associação] Básicamente, concoro com tudo que está ai. A minha idéia de Shift era, justamente, Ajuste (só não havia postado por falta de tempo quando a discussão começou a um tempão atrás). E faz todo sentido: antes era um 'ajuste de um passo' ou 'ajuste de 1,5m' e agora é 'um ajuste de 1 quadrado' ou 'um ajuste de vários quadrados devido a habilidade X'. Minion como Assecla... well.. é a melhor opção que eu vi até agora. Ranger como Guardião é aquilo... não é pra ser traduzido... mas se for, vai isso...
Enviado em: 2008/4/1 9:33
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Onslaught is Here No One is Safe......
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Campeão 
Cadastrado em: 2004/9/17 14:41
De Caratinga - MG
Level : 13 HP : 0 / 319 MP : 72 / 5580 EXP : 78
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Citando: Todas as piadas de primeiro de abril tem 0401 no link indicando isso. O cabeçalho provavelmente é só comemorativo e vamos saber com certeza amanhã. Mas por que motivo aquilo seria uma piada? É uma coluna séria no mesmo nível das outras.
Enviado em: 2008/4/1 10:45
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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God (admin.) 
Cadastrado em: 2003/4/24 0:00
De Rio de Janeiro
Level : 41 HP : 201 / 1008 MP : 895 / 21736 EXP : 32
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Olha, se isso é pra valer, foi meio mal feito por parte da Wizards. No link está marcado dia 28, mas só entrou ontem, lá pelo meio do dia, véspera de 1o de abril. E colocar aquela "pixação" engraçadinha, tendo outras colunas com material fake, com certeza deixa a coisa dúbia.
Ainda mais que a magia é bem fortinha para 6o nível. Se o conjurador passar na Vontade do alvo, ele simplesmente anula. Ou seja, um mago de 6o nível pode anular a magia de um mago bem mais poderoso com uma única jogada.
Mesmo levando em consideração que a Vontade de um mago de alto nível deve ser igualmente mais alta, ainda assim torna essa magia bem mais forte que sua versão da 3a Edição. Não acham?
Além disso, a imagem está borrada, como se fosse mal scaneada de um livro, o que nunca vi ali (eles sempre colocaram a mecânica de forma arrumada). Meio suspeito...
Ou seja, eu prefiro esperar pelo Player's para conferir isso...
Enviado em: 2008/4/1 11:13
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Campeão 
Cadastrado em: 2004/9/17 14:41
De Caratinga - MG
Level : 13 HP : 0 / 319 MP : 72 / 5580 EXP : 78
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A magia só funciona contra conjurations (Arma Espiritual, Invocar Criaturas, Mãos de Bigby, etc...) e magias de área (Nuvem Fétida, Névoa Sólida, Barreira de Lâminas, etc...). Então ela perde bastante poder comparado com o Dissipar da 3ª edição, visto que lá é normal andar com uns 7 buffs de uma vez só.
Mas vamos parar por aqui que isso não é assunto do tópico. :P
Enviado em: 2008/4/1 11:32
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Aprendiz 
Cadastrado em: 2008/3/4 14:46
Level : 6 HP : 0 / 143 MP : 20 / 1057 EXP : 75
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Mtelles, desculpa aí se eu sou tão burro e ignorante que não consigo discutir com você qual é o melhor termo pra Warlord e dar minha opnião. Foi mal mesmo. E quando a porcentagem, bem... eu tentei utilizar uma teoria matemática que eu aprendi na escola mas como eu sou meio burrinho eu acho que errei na conta. Obrigado por apontar o meu erro. D3, Cobbi, por-favor traduzam Warlord como Senhor da Guerra. O Mtelles deve ter razão afinal estamos em níveis completamente diferentes.
Muito Obrigado e agradecido por terem se dado ao trabalho de escutar os meus delírios.
Enviado em: 2008/4/1 13:05
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Legendário 
Cadastrado em: 2006/5/19 12:58
De São Roque - SP
Level : 27 HP : 130 / 651 MP : 307 / 8194 EXP : 4
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Citando: Mtelles escreveu: 1.000 XP para você, Guzzon!
Urra! Level Up! Agora vem um nível de Scout! Citando: Ons escreveu: Ranger como Guardião é aquilo... não é pra ser traduzido... mas se for, vai isso...
Concordo, acho que Ranger é um termo que já esta consolidado para todos os jogadores, e mesmo para os novatos, isso não é algo 100% desconhecido... Eu deixaria Ranger, mas...... como querem traduzir, Guardião é de longe melhor que 'patrulheiro'...
Enviado em: 2008/4/1 13:21
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Legendário 
Cadastrado em: 2004/5/8 0:16
De Petrópolis-RJ
Level : 28 HP : 0 / 675 MP : 333 / 12501 EXP : 0
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Enquanto Douglas e Bruno não aparecem por aqui, vou fazer uma última defesa de uma das minhas sugestões. Citando: Quanto ao Shift = Deslocar. Eu acho que Mover e Deslocar são sinônimos muuuuuito próximos. Realmente não dá pra dissociar um do outro. Eu acho que traduzir Shift como Deslocar poderia confundir muita gente e deixar as regras menos claras. Neste ponto, entraria uma convenção. Convenciona-se traduzir somente shift como deslocar-se e acabou o problema oficial. Claro, é possível que alguém vá e passe um move como deslocar-se, mas ainda acho que é uma tradução melhor do que ajuste. "Você ajusta 3 quadrados" me parece ruim e somente uma manutenção do termo da 3ª Edição por costume. A tal tradição polêmica do ranger, LdJ, LdM, LMo e coisas do gênero.
Enviado em: 2008/4/1 20:41
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O que importa não é o destino, mas a viagem em si.Hugo - Movimento Quodlibetário"A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorânc...
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Legendário 
Cadastrado em: 2005/6/21 10:36
Level : 34 HP : 169 / 846 MP : 573 / 12908 EXP : 87
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Ora, que bom que as coisas estão se acalmando. E há quem deseje, um dia, trabalhar como tradutor da Devir. Ô servicinho ingrato! : )
Ainda em tempo: ironias e provocações gratuitas fazem mal à saúde. Ouvi rumores de que o Santin é particularmente desequilibrado para lidar com este tipo de coisa.
Seja feliz, Cidadão!
Enviado em: 2008/4/2 2:55
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Campeão 
Cadastrado em: 2004/5/1 11:45
Level : 18 HP : 0 / 444 MP : 136 / 8259 EXP : 79
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Olá Participantes do Fórum,
Perguntaram onde eu e o Cobbi estávamos em diversos comentários, então respondo:
Participando, organizando ou preparando eventos e cuidando do blog. Vocês podem ver parte do resultado desse trabalho nas matérias de divulgação do D3system.
Como são muitos termos e a discussão está bastante extensa, vou esclarecer algumas decisões antes de me aprofundar.
Como eu disse antes, acho válido discutir e tentar encontrar alternativas para a tradução, mas algumas vezes nossos — meus inclusive — argumentos são baseados em suposições e se mostram descartáveis, como no maldito caso das Talent Trees e dos Feats, que não estão sequer confirmados no material divulgado da 4ª Edição.
Da mesma forma que eu divulguei que a capa do Player’s Handbook iria mudar, eu tenho algumas informações técnicas exclusivas que me auxiliam nas decisões sobre traduzir algumas classes de termos (como classes, poderes, perícias e talentos) e não traduzir outras (como raças, deuses, lugares e organizações). Mesmo assim, as coisas podem mudar quando a Wizards disponibilizar os livros básicos.
Estou tentando evitar erros (como Trip/Pin e Imobilizar) e becos sem saída (como Duelist, Swashbuckler e Duelista), assim como reservar os termos mais adequados para as definições e termos que eu sei que existirão. Não posso traduzir “Warlord” para “Estrategista” ou “Comandante” sabendo que precisarei desses termos em português para outras traduções.
Eu gostaria de citar todos os comentários anteriores, mas isso seria impossível. Assim, vou citar os argumentos mais importantes e seus autores durante minhas respostas.
SOBRE A MUDANÇA DOS NOMES DOS LIVROS
Alguns dos argumentos (em especial do murilo_tnk, do Druir, do Lector, do Urathander e do Hugo_Lima) contra a tradução do ranger incluíam a aparente contradição entre traduzir o nome de classe, rompendo a tradição, e manter os nomes dos livros, segundo a tradição.
Eu sempre afirmo que é preciso manter a coesão para justificar qualquer argumento — inclusive os meus. Dessa forma, sugeri à editora geral que façamos essa mudança na 4ª Edição, alterando “Livro do...” para títulos mais próximos do original. A menos que haja algum problema inesperado, os básicos serão chamados de Livro do Jogador (porque não vejo motivo para chamá-lo de “Livro de Consulta do Jogador”), Guia do Mestre e Manual dos Monstros.
Espero que com essa mudança, eu esteja atendendo às necessidades e sugestões da comunidade — e principalmente mantendo a coesão dos meus argumentos.
SOBRE A TRADUÇÃO DO RANGER
Eu decidi que na nova edição todas as classes básicas serão traduzidas. Também pretendo manter um padrão, usando somente uma palavra para definir essas classes. As únicas classes básicas que ainda não estavam traduzidas eram o Wu Jen, o Ninja, o Samurai (palavras estrangeiras mesmo no idioma original) e o Ranger. Dessas, somente o último pertence ao sistema básico.
Esse padrão não se aplicará às “classes de prestígio”, que são os caminhos seqüenciais da carreira do aventureiro (Heroic, Paragon e Epic).
Entre os termos disponíveis, Batedor foi o primeiro a ser descartado, pois haverá o termo “scout” que define outra função dentro do jogo. Logo depois, descartamos Rastreador, Caçador e Mateiro, porque a classe não se define unicamente pela capacidade de rastrear suas presas, caçar animais ou pessoas ou sobreviver em ambientes florestais — um ranger é muito mais que isso. Além disso, preciso estar preparado para um caminho futuro que descreva um “Tracker”, “Hunter” ou “Wild-[anything]”
Então, ficamos com Guardião, em referência ao Senhor dos Anéis, Andarilho e Patrulheiro. Embora fosse minha primeira opção, descartei Guardião para não gerar qualquer problema com a função de classe “defensor”. Além disso, um “Guardian of Cormyr” pode ser um guerreiro/mago, e um “Shield Guardian” certamente não tem níveis de ranger (isso sem citar as outras ocorrências e aplicações da palavra Guardião em relação a lugares, nações e pessoas, que não deveriam remeter à classe ranger).
Restam Andarilho e Patrulheiro. Não tenho a descrição da classe, logo não tenho como saber se um ranger pode ser um aventureiro “estacionário” (como o antigo monge) ou vive em movimento, vigiando a sua área de atuação. Essa descrição será capaz de definir o novo nome da classe, quando estiver disponível.
Sobre a relação entre patrulheiro e a guarda rodoviária: embora seja o paradigma moderno sobre a palavra (eu resisti ao nome inicialmente), estamos traduzindo uma “profissão” de um cenário medieval. Os mesmos argumentos usados contra “patrulheiro” deveriam ser usados contra “ranger” (a definição da classe em D&D 3.0), já que a relação moderna remete aos Texas Rangers, Galaxy Rangers e similares. Se no idioma original não existe essa relação (ou ela é descartada), porque ela deveria existir em português?
De qualquer forma, ela será traduzida e essas são minhas opções no momento. Espero ter esclarecido os motivos que me levaram a descartar as demais. Obviamente, ninguém precisa concordar com minha opinião. Tenho certeza que os veteranos continuarão a chamar a classe de “ranger”, mas tenho a mesma certeza de que os novos jogadores brasileiros conhecem um “Tríbulo Brutal”, mas nunca ouviram falar de um “Umber Hulk”.
SOBRE A TRADUÇÃO DO WARLORD
Antes de qualquer argumento, vocês e outras pessoas (inclusive o Cobbi) já me convenceram a descartar “Caudilho”. Nem vou responder aos argumentos contra essa tradução (e não vi ou ouvi um único comentário apoiando esse termo)
Sobre o filme Warlord: da mesma forma que a maioria do público alvo da 4ª Edição jamais entenderá a citação “SOYLENT GREEN IS PEOPLE”, não posso me basear nos excelentes clássicos de Charlton Heston para justificar qualquer tradução. Eu também não admito que a visualização de uma seqüência de “corrida” que a nova geração tenha remeta à Ameaça Fantasma, uma cópia deslavada e extremamente tediosa da corrida de bigas de Ben Hur, mas sou obrigado a me conformar com esse paradigma.
Como disse acima, as classes básicas serão batizadas com uma única palavra. Essa é uma opção editorial e ninguém precisa concordar com ela. Os termos compostos serão reservados para os caminhos subseqüentes do aventureiro. Devido à escolha desse padrão, traduzir a classe como Senhor da Guerra seria inadequado. Além disso, teríamos problemas com as combinações futuras, como “Warlord Commander” (senhor da guerra comandante, uma redundância) e “Warlord Champion” (senhor da guerra campeão, mesmo que não defenda nada ou não tenha qualquer título), por exemplo.
Finalmente, no meu entendimento, um senhor da guerra é capacitado — se não responsável — para coordenar grandes massas de soldados em uma batalha de maior escala do que aquelas enfrentadas por um grupo de aventureiros. Segundo Rob Heinsoo, na coluna Design & Development, a primeira impressão dos próprios designers e jogadores americanos indicam que o “warlord” é uma classe mais poderosa que o “fighter”; além disso, ela sugere que o jogador tem algum “direito” de comandar os demais personagens, o que seria extremamente irritante. OU SEJA, mesmo o nome em inglês gerou uma discussão e havia dúvidas se “warlord” seria o termo mais adequado (a opção era Marshall).
Assim, os nomes inicialmente disponíveis eram Estrategista, Comandante e Militarista, além dos nomes de postos militares atuais, como Capitão, Marechal, General, Sargento, etc..
Os postos militares foram descartados para evitar repetições e qualquer confusão. Um “warlord Lieutenant of Greyhawk” não poderia ser um Marechal Tenente, Capitão Tenente ou Almirante Tenente de Greyhawk. Assim como um “Warlord General” nunca seria um “General General”.
“Comandante” gera um conflito óbvio com “Commander”. Ainda que alguém tenha sugerido que eu batize a classe com esse nome e pense numa alternativa quando aparecer o termo “Commander”, eu realmente tenho motivos para me precaver desde o início.
Restam Estrategista e Militarista. O primeiro supõe que a classe (e o jogador) seja capaz de elaborar estratégias durante o combate, o que me parece verdadeiro. O segundo supõe que a classe obedeça a uma estrutura combativa (militar ou miliciana) ordenada, e esteja pronto a dar e receber ordens. Por enquanto, até possuir a descrição final em mãos, mantenho a classe como Militarista.
Se qualquer descrição ou informação definitiva e oficial me levar a crer que Senhor da Guerra é uma tradução mais apropriada, não pensarei duas vezes em alterar essas opções.
SOBRE A TRADUÇÃO DO PARAGON PATH
Citando o Nibelung e o danskcarvalho, se Paragão é um termo inadequado, automaticamente posso descartar paragônico e paragonal (que são palavras que nem existem). Então estou eliminando essas três opções.
Não vou usar superior porque preciso desse termo para outra definição. Além disso, superior e supremo estão imbuídos do conceito de definitivos (ou “ultimate”) e destoam do estágio intermediário que “paragon” ocupa. Finalmente, na edição anterior, quando utilizei “supra” para definir as “paragon creatures” fui duramente criticado. Ora, “supra” é um sinônimo para superior, sem a conotação de que a criatura é “melhor” que os personagens. Querem se decidir?
Segundo a descrição da edição anterior, os próprios heróis são espécimes extraordinários de sua raça. Sem nem considerar a hipótese de uma “extraordinary ability”, não acho que um aventureiro que inicie sua carreira em um patamar heróico não seja alguém extraordinário.
Portanto, nossas opções (citadas antes pelo Cobbi) eram paradigmal, paradigma, paragão, paradigmático e exemplar. Descartadas as primeiras, resta a última como solução. Lembrando que manter a palavra no original não está sendo considerado.
SOBRE A TRADUÇÃO DE CRITICAL
Não traduzimos “critical hit” como “acerto crítico” porque nem sempre o personagem consegue um “acerto” em um teste de perícia, ou um “acerto crítico” em um teste de habilidade. Existem varias ocasiões em que não há nada para “acertar”, mas sim para se obter sucesso. Ainda, se tivéssemos a mesma palavra (crítico) para sucessos e fracassos, estaríamos confundindo os novos Mestres desnecessariamente. Um “sucesso decisivo” e uma “falha crítica” tornam a diferenciação mais clara.
Vamos resolver esses termos primeiro, assim poderemos nos concentrar nos demais com o tempo. Caso contrário, o Telles será obrigado a abrir diversos tópicos sobre tradução e nao terei tempo de acompanhar todos eles.
Douglas 3
Enviado em: 2008/4/2 4:25
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Aprendiz 
Cadastrado em: 2008/3/4 14:46
Level : 6 HP : 0 / 143 MP : 20 / 1057 EXP : 75
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Exemplar para paragon é legal. Mas quero dizer que quando eu sugeri paragônico e paragonal, eu mesmo notei que talvez as palavras não existissem. Mas eu não vejo isso como um impedimento. No português, como em qualquer outra língua, novas palavras são criadas de tempos em tempos. Vejam o Tigresa do Caetano Veloso. Se paragão existe, por que não se pode derivá-la para paragônico e paragonal? Me parece perfeitamente cabível.
Exemplar, como eu disse, é legal. E vai causar menos estranheza aos jogadores de D&D. Mas Exemplar não poderia causar alguma colisão futura? É que a Devir tem tanto medo disso. A vantagem de paragônico ou paragonal é de que realmente não haveria essa chance. De qualquer forma, Exemplar é muito melhor que esses dois termos e talvez valha a pena correr um certo risco.
Enviado em: 2008/4/2 9:51
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Campeão 
Cadastrado em: 2004/9/17 14:41
De Caratinga - MG
Level : 13 HP : 0 / 319 MP : 72 / 5580 EXP : 78
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Citando: A menos que haja algum problema inesperado, os básicos serão chamados de Livro do Jogador (porque não vejo motivo para chamá-lo de “Livro de Consulta do Jogador”), Guia do Mestre e Manual dos Monstros. Citando: Antes de qualquer argumento, vocês e outras pessoas (inclusive o Cobbi) já me convenceram a descartar “Caudilho”. *Dancinha da vitória*
Enviado em: 2008/4/2 10:01
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Tirinhas novas 3 vezes por semana!
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Re: D&D 4a Edição - Ajuda na tradução dos termos |
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Campeão 
Cadastrado em: 2003/10/13 0:00
De São Paulo
Level : 14 HP : 0 / 349 MP : 85 / 7062 EXP : 97
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Here we go! Citando: Underdark também falho no TR da Aura de Confusão de Douglas: Dá-lhe Senhor da Guerra para Warlord. Militarista é feio (e imbui o nome de significado deslocado culturalmente - o termo militarista, embora correto pra tradução, esbarra em hierarquia, um termo abominável para personagens de um jogo onde não há concorrência)
E o senhor da guerra não tropeça em hierarquia? Whatever, só comentei pra mostrar como as vezes os argumentos daqui são meio contraditórios — e olha que o Underdark é um dos nossos apredrejadores VIP! Dono de alguns dos comentários mais esclarecedores daqui do fórum e um dos membros mais antigos e ativos da Casa de Vidro. (Obviamente não é uma crítica pessoal Under, só usei o exemplo pq sabia que vc não se incomodaria).  Citando: Underdark lembrou: Warlord é traduzido como Senhor da Guerra em uma infinidade de fontes (inclusive a própria Devir traduziu Warlord como Senhor da Guerra na aventura A Pedra Fundamental).
Citando: Druir encaçapou a regra de ouro: eu pelo menos se pegar o 4th vou chamar o warlord de senhor da guerra em português
Exatamente aí que eu estava esperando vcs chegarem. Na sua própria mesa/campanha, cada um chama cada coisa como como quiser. Nossa preocupação aqui é com a função do termo como verbete mecânico. Interpretação tem seu lugar, mas o que importa mesmo é o significado — ele que constrói a interpretação e agrega no repertório. O que isso quer dizer? Quer dizer que o nome da classe não define o personagem em si, e sim sua função técnica. No mundo de jogo, um guerreiro básico do LdJ pode ser um soldado, gladiador, pirata ou samurai mesmo sem recorrer a nenhuma classes específica e/ou de prestígio dos suplementos. Seguindo esse raciocínio (que já existe e é melhor explicado no Capítulo 5 do Player's Handbook II) um militarista também vai poder ser um senhor da guerra, estrategista, comandante ou capitão; e um patrulheiro também pode ser um rastreador, andarilho ou guardião. O maior exemplo dessa linha lógica é o personagem Warduke. Ele seria um Fighter ou um Warlord? Sacaram onde eu quero chegar?  Citando: Trevanian sugeriu: warlord poderia ser "bélico", já que tem um "Q" de guerra.
Citando: gilson13 completou: Sugestões para 'ranger': batedor, infiltrador e rastreador (gostei mais dessa).
Todas anotadas, obrigado gente! Sugestões ajudam de verdade. Mesmo que não as usemos na tradução daquele termo específico, elas vão pro banco de termos e inspiram traduções de outros termos relacionados (nomes de classes, poderes, habilidades, magias, talentos, etc.). Citando: gilson13 iluminou: Quando algo é traduzido existe também adequação ao idioma. Traduções não podem ser feitas ao pé da letra. (...) Alguém tem a descrição desta classe? Como muitos aqui sabem, tradução requer adaptação.
10 XP pra vc, gilson! 5 pra cada uma dessa pérolas que eu não podia deixar de destacar.  Citando: PBaccarat reverenciou o mestre dos mestres: Já o meu (ranger) será um humano barbudo de nome Walker, com origem no místico reino do Texas!!!
Eu realmente estava PASMO por ninguém ter se lembrado do honorável Texas Ranger (série na qual, aliás, o termo usado nas legendas e dublagem foi "patrulheiro" inclusive)! Paulo, eu tb já até criei partes do histórico de um dos meus PdM's de 4E: "Andarilho, o Patrulheiro".  Mas ainda estou embasbacado por ninguém ter citado os famosíssimos Power Rangers! Definitivamente uma referência presente no repertório de todos os jogadores mais jovens!  Citando: Urathander sugeriu: os Tieflings seriam os "Profundos" ou "Abissais"
Ok, foi pro banco de termos de pesquisa, mas o que fazer com os "fiends" e com os futuros "deepcoisas"? Citando: danskcarvalho2 tacou o Cobbi na fogueira outra vez: E olha, não vem me dizer que são problemas simples, que qualquer bom profissional consegue resolver, pois, pelo que me consta, o Cobbi é um bom profissional e se ele achasse esse problema assim tão simples ele nem diria nada e não seria tão contra Senhor da Guerra como ele é.
Veja bem, minha opinião sobre esse termo é a exatamente a mesma do d3. Não é questão de ser "contra" ou a "favor". É só uma questão de contexto editorial. Citando: nibelung escreveu: Traduzir Warlord como Senhor da Guerra por causa de um filme homônimo seria como traduzir a classe Rogue como Vampiro por causa de X-Men.
Citando: Mtelles escreveu: A tentativa de fazer uma compação com Rogue e o filme X-Men para mim foi a gota d'água. Dois filmes de temática totalmente diferentes, um não tem NADA a ver com o assunto discutido
Telles, acredito que o que o nibelung quis dizer é que os X-Men estão muito mais presentes no repertório dos jogadores do que os filmes do Charles Henston e, mesmo assim, não usamos isso como referência pra tradução. Caímos de novo naquela questão de semântica e pragmática que, até onde eu entendo, já está resolvida e explicada. Citando: Mtelles escreveu: Esse filme é uma referência até no ensino universitário. Não apenas de História, mas também de História da Arte e de todas as disciplinas que se relacionam com o tema Idade Média.
Só pra constar, cursei 4 semestres de História da Arte numa das melhores faculdades de comunicação paulistanas e nunca tinha ouvido falar desse filme.  Continuo a seguir. b.Cobbi
Enviado em: 2008/4/2 10:11
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