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Estaremos mantendo esse espaço como arquivo. Se o artigo ou download que você estiver procurando não puder ser encontrado, é bem provável que ele já tenha sido transferido pro site novo . Se você possui conversas importantes em nosso fórum, aproveite para fazer um backup. Avisaremos no novo site quando formos deletar esse espaço.





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#1 PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Keldon_Draconian Enviado em: 2009/12/13 23:13
PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo

_____________________________________________________________

Índice:

I - Primeiro Arco: A Estrela Verde: http://www.rederpg.com.br/portal/modu ... t_id=23472#forumpost23472

II - Segundo Arco:?

______________________________________________________________

Personagens e Jogadores:

Grim_Turtle - Annete Langtree http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169806
Cursed_Lich - Janus Lawfer http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=170272
Bitenco - Laerlon Turcafinwë http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169574
Paladino_Adriano - Vallaim Morthic http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=254515
SLHDC - Thomas http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169953

____________________________________________________________

Trilhas Sonoras e Temas Musicais:

Tema de Bosque Remoto:

http://www.youtube.com/watch?v=HW5r1QWMF9Q&feature=related

Tema do Javali Atroz:

http://www.youtube.com/watch?v=sWkq2l8AMlU

Tema da Floresta Ardeep:

http://www.youtube.com/watch?v=eFoaFw0MqMY&feature=related
____________________________________________________________

Imagens:

Mapa de Bosque Remoto (Sem Referências):

http://img192.imageshack.us/img192/9103/building4.jpg

Mapa de Bosque Remoto (Referenciado):

http://img13.imageshack.us/img13/1133/building4numerado.jpg

Cohen Lothrbrok

http://fc00.deviantart.net/fs47/i/200 ... 4/viking_by_Loksburry.jpg

Casa da Bruxa:

http://th08.deviantart.net/fs14/300W/ ... h_House_by_Weirdonian.jpg

Gwen, a bruxa:

http://fc08.deviantart.net/fs31/f/200 ... low_Witch_by_asuka111.jpg

Xyktzar
http://paizo.com/image/content/Kingmaker/PZO9031-KoboldShaman.jpg


#2 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Keldon_Draconian Enviado em: 2009/12/14 0:08
Primeiro Arco - A Estrela Verde
______________________________________________________________________________________

Desde o dia em que os reinos dos homens eram jovens, de tempos em tempos eles sempre precisaram de heróis.

Alguns homens nasceram para construir e cultivar a terra que Chauntea lhes deu. Outros nasceram para defendê-la e às suas famílias daqueles que as depredariam, servindo soldados abençoados pela têmpera de Tempus. Outros nasceram para o comércio, sendo abençoados pelos caprichos de Waukeen ao, a cada dia, encherem suas carroças de bens e riquezas.

Eu nasci para servir aos deuses que sussuram pelos bosques. Eu nasci para proteger a floresta da ambição dos homens e os homens da ira dos espíritos que nela habitam. Por anos, um fiel vigilante e guardião. Por anos, um Druida.

Por muitos anos eu os vi chegar, cultivar e crescerem. Refugiados de diversos lugares, eles ocuparam os limites à oeste da Floresta Ardeep. Eu os ensinei a respeitar as floresta e sua beleza antiga. A crescer sem destruir. E em troca, a floresta os recompensou com fartura e abundância na mesa de suas famílias. Em troca, eu trouxe as bençãos dos deuses e das fadas para suas colheitas. Por anos eu atuei como o intermediário, o guardião, o vigilante. E a paz reinou.

Mas da mesma forma que as estações passam de forma constante e inevitável, todo ciclo tem um fim. Da mesma forma que as folhas mudam de cor e caem a cada inverno, meus cabelos são agora grisalhos e minha cabeça é calva. E da mesma forma, meu ciclo encontra seu fim. Por cento e dez longos anos eu caminhei esta terra. Um piscar de olhos para o povo belo, mas ainda assim, uma benção a ser agradecida quando concedida a um homem.

Eu cumpri o papel que os deuses me deram no dia em que nasci.

E agora, que chego ao fim do meu ciclo para me tornar um com aquilo que protegi durante toda a vida, entendo que Ardeep e Bosque Remoto não mais precisam de um vigilante. Precisam de heróis.

"Quando o guardião silencioso fechar seus olhos pela última vez, Selune chorará uma de suas lágrimas sobre a terra. Sua tristeza marcará o fim da paz. Intriga, guerra, medo e traições. Apenas o coração de heróis poderá restaurar o equilíbrio e banir o mal que cairá sobre a terra". Assim disse o sábio Alaundo, nos registros da profecia que registrou em um tomo empoeirado no Forte da Vela. Profecia que guardei comigo durante cinquenta longos anos. E que agora compreendo, iluminado pelo conhecimento de sábios mais sábios do que eu.

Você é especial. Nunca se sinta culpado por isso. Lembre-se de tudo o que eu ensinei. Busque a paz e use seus dons para o bem. Você precisa dizer aos homens de Bosque Remoto tudo aquilo que acabo de lhe contar. Não chore garoto. Para você parece meu fim. Mas para mim, é um novo recomeço.


Assim, no ano de 1368 do cômputo dos vales, diz suas últimas palavras Godric, o sábio. Druida da floresta Ardeep. Eterno guardião e vigilante.

Conforme o último sopro de vida deixa o ancião e o pranto de seu jovem protegido ecoa pelo bosque, um brilho verde ilumina os céus de Faêrun. O brilho se torna cada vez mais próximo, conforme algo cruza os céus como um dragão furioso.

No centro da floresta Ardeep, um poderoso impacto estremece a terra por milhas e milhas de distância. As aves fogem em revoada. Os animais fogem amedrontados. As fadas se protegem em seus lares. Os homens, curiosos, olham para os céus, enxergando a trilha verde deixada pelo objeto que cai.

Algo havia mudado. Mais do que o brilho esverdeado da rocha fumegante em uma cratera no centro da floresta poderia indicar...

______________________________________________________________________________________

O presente. 5 de Mirtul, ano de 1368 no cômputo dos vales.

Durante anos, a comunidade de Bosque Remoto havia prosperado. Próxima o suficiente da proteção de Waterdeep, os homens construíram essa pequena comunidade nos limites externos da floresta Ardeep. E lá os homens viveram em paz, vivendo da criação de rothés, plantando, caçando veados ou javalis e colhendo os bens da floresta, usando-os para sua subsistência ou negociando-as com os mercadores que passavam pelo caminho do comércio em direção à Cidade dos Esplendores. Talentosos artesãos, carpinteiros e ferreiros também se juntaram a comunidade, cientes da necessidade de suas habilidades para o povo de um local isolado. Sob a luz de Lathander, cada uma das três gerações do local havia conhecido a paz. Eles haviam respeitado a floresta, e em troca a floresta os havia respeitado e protegido.

O local que haviam escolhido não apresentava grandes perigos. Tribos de Kobold habitavam as partes mais profundas da floresta, mas eram covardes e raramente vistos. Outras criaturas mais perigosas também existiam, mas da mesma forma, habitavam as profundezas da floresta e raramente incomodavam os homens. Com exceção de uma eventual stirge ou urso faminto, o local era relativamente pacato. Com uma milícia de não mais que dez homens, um caçador/batedor/rastreador e um sacerdote (que também liderava a comunidade), Bosque Remoto era de fato um local tranquilo. Principalmente graças às bençãos do Druida que protegia os bosques desde a primeira geração a habitar o local, Godric, o sábio.

Infelizmente, a paz não duraria para sempre. Uma estrela verde cruzou os céus e caiu no centro da Floresta Ardeep, trazendo o caos e medo para os seres que habitam a floresta. Criaturas que antes habitavam as profundezas foram afugentadas pelo impacto ou mudaram seus lares, se aproximando dos humanos. Para piorar, o guardião de Ardeep faleceu, deixando sem qualquer orientação os habitantes e o protetor local, o sacerdote Cedric. Apenas uma chamada por heróis poderia ajudar a proteger a vila, e assim foi feito.

Mercenários, homens de armas e aventureiros foram chamados de Waterdeep e arredores. Além disso, muitos magos e outras forças interessadas em obter o suposto metal precioso do "meteorito" contrataram seus próprios grupos para se aventurarem em Ardeep e obtê-lo, pois suas magias não conseguiam rastrear o meteoro e todas as previsões feitas em Ardeep eram agora nubladas por algo. A calma comunidade de Bosque Remoto era agora morada temporária de algumas dezenas de aventureiro que a usariam de trampolim para a fama, glória e fortuna.

Dentre esses aventureiros, estão vocês.

Thomas, jovem espadachim, que havia crescido entre as paredes de um templo de Oghma. Criado pelos sacerdotes para amar ao conhecimento e se tornar um deles, Thomas tinha outros planos. Ele gostaria de não apenas escrever sobre os feitos heróicos de outros, mas sim tornar-se parte deles. E então seu espírito impetuoso o levou ao caminho da aventura.
http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169953

Janus Lawfer, batedor jovem mas experiente, originado de outras terras que havia escolhido Bosque Remoto como sua morada. E agora, com seu talento ele protegeria seu lar e protegeria sua bela esposa e filhos.
http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=170272

Annete Langtree, jovem barda, que havia sido criada junto com Thomas na Casa do Conhecimento, em Waterdeep. Com a benção de Oghma, ela espera ser capaz de acompanhar os feitos lendários que tomariam parte em Bosque Remoto. Se Thomas queria seu nome nas canções e contos dos bardos, ela queria ser a primeira a contar essas histórias. E quem sabe, também se tornar parte delas.
http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169806

Laerlon Turcafinwë, mago altivo e orgulhoso. Um elfo, membro do povo belo dos elfos do sol. Por algum motivo, também havia escolhido Bosque Remoto como seu lar. Usando os conhecimentos de artesão de seu povo, ele era também o ferreiro local e criava como sua "família" duas crianças humanas, netas do antigo ferreiro da comunidade. Infelizmente, não seria possível viver uma vida tranquila acumulando conhecimento e aperfeiçoando suas artes, pois ele precisaria proteger o estilo de vida que havia criado e a família que havia adotado. E ele mostraria como seu povo era temível ao pegar em armas.
http://www.myth-weavers.com/sheetview.php?sheetid=169574

Thomas e Annete chegaram a cidade atraídos pelo chamado feito aos heróis nesse tempo de crise. Pegaram carona com uma companhia de mercenários do leste chamados de Aves de Rapina e chegaram a Bosque Remoto. Não sendo parte de uma companhia organizada de aventureiros, foram imediatamente conduzidos à presença de Cedric Graycastle, "líder" da comunidade e também o sacerdote local de Lathander.

Aquele que os havia conduzido fora Janus, o batedor e rastreador local. Era função de Janus, como vigia, saber quem chegava ou se retirava de Bosque Remoto. Após um breve diálogo, Janus concluiu que o fato da dupla possuir habilidades incomuns deveria ser reportado a Cedric.

Tema Musical de Bosque Remoto

http://www.youtube.com/watch?v=HW5r1QWMF9Q&feature=related

Mapa de Bosque Remoto

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Janus os conduz ao Templo de Lathander, uma bela construção de madeira decorada com símbolos em honra ao Senhor do Amanhecer. Eles entram em uma sala de cultos de 18 x 12 metros, com diversos bancos de madeira e um altar ao fundo, com uma grande janela pela qual a luz da manhã ilumina o altar. Em uma porta na parede esquerda, no fundo do salão de cultos, eles encontram uma sala com uma escrivaninha e uma cadeira de madeira. Nas paredes, estantes com alguns livros empoeirados e comidos por traças. Parece um aposento humilde, para a sala de um sacerdote líder do templo.

E lá estava ele. Cedric Graycastle. Um homem de meia idade, mas com saúde e vigor. Olhos azuis e cabelos e barba cinzentos, com algumas mechas pretas. Seus cabelos eram na altura do ombro, não muito bem cuidados. Ele parecia um homem ocupado demais para esse tipo de coisa, fato que se refletia no estado mal cuidado da cota de malha que vestia sobre seus trajes. Com uma voz firme mas paternal, ele diz:

- Saudações a vocês dois. Meu nome é Cedric Graycastle. Humilde servo de Lathander e representante desta bela comunidade.

Ele procede para um forte aperto de mão em cada um.

- Janus me avisou dos dois recém-chegados que não fazem parte de nenhum grupo. Há grupos ambiciosos demais por aqui, nos quais não confio. A presença de vocês aqui sem grupos pode indicar intenções um pouco mais nobres.

Alguém parece chegar ao salão, pois passos são ouvidos no chão de madeira do local. Ao virarem-se para trás, percebem as feições delicadas de um elfo.

- Ah, você está aqui. Larlon, além de nosso ferreiro é alguém versado nas magias de seu povo. Apresento-lhes Annete Langtree e Thomas. Creio que já conheça Janus Lawfer, nosso homem de confiança nos caminhos da floresta Ardeep.

Após os cumprimentos, Cedric diz:

- Janus me disse que vocês dois possuíam habilidades de aventureiros competentes. O próprio Janus é um homem que sabe se defender, bem como nosso companheiro élfico. Ambos decidiram se engajar na defesa de nossa comunidade e nossas famílias, e por isso pensei que poderiam unir forças com vocês dois, recém-chegados, na defesa de Bosque Remoto. Mas posso estar sendo muito pretencioso com minhas palavras. Por isso gostaria que nos dissessem, e com sinceridade. Quais são seus objetivos aqui em nosso tão castigado lar?
______________________________________________________________________________________
OFF:

Aqui vão as observações:

1)O personagem do Adriano vai ser introduzido depois.

2)Vocês não possuem noção do que é cada ponto do mapa, pois apenas os personagens do Cursed e Bitenco conhecem a cidade. Eventualmente eu posto um mapa da cidade com referências mais detalhadas.

3)No primeiro post de cada um, eu quero que vocês coloquem um resumo de alguns parágrafos da história do personagem e a descrição detalhada dos mesmos (eu fiz um resumo bem curto acima pra deixar esse trabalho pra vocês), e depois façam uma divisória no post, (___________________, etc) com o momento presente, com pensamentos e ações/fala. Eu quero posts bem densos mesmo por aqui.

4)Pra facilitar meu trabalho, a cada rodada de combate e após cada descanso, eu quero que vocês façam uma linha divisória no post em OFF com o título "status". Exemplo:
____________________________
Fulano - Status
Pontos de vida15/25
*Benção (3 rodadas restantes)
*Armadura Arcana (1 minuto restante)
*Envenenado (2 pontos de dano de Força, dano secundário em 5 rodadas)
Equipamentos: 10 flechas, espada longa, escudo, cota de malha, bolsa (rações de viagem, tochas, giz, corda de canhâmo de 9 metros).
Magias Memorizadas:0- Curar Ferimentos Mínimos. 1- Todas gastas.
____________________________

Isso vai ser útil pra controlar o status de cada um, pois são muitas informações pra controlar, como magias, equipamentos gastos a cada rodada, magias, status, etc. Eu quero esse detalhe no post agora, quando houver um descanso, em cada rodada de combate e em qualquer situação que eu diga "infomem seus status".

Basicamente é isso. Bom jogo!


#3 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Grim_Turtle Enviado em: 2009/12/14 2:09
Prelúdio

Meu nome é Annette Langtree, já fui Annette Cashmoore e Annette Bleasdale, tenho 16 anos e vivo com meus pais em Águas Profundas, onde auxilio o meu pai com o trabalho de bibliotecário.

Nasci em Amn, vivia com meus pais lá. Não lembro como meu pai era, pois ele morreu quando eu ainda era muito pequena. Minha mãe deve ter passado por um momento muito difícil, afinal, ela era uma jovem viúva e acabara de ter uma filha, as poucas economias que meu pai havia deixado não iriam durar muito. Mas ela era muito bonita, lembro muito bem por causa de um retrato dela que carrego comigo, e isso fez com que não lhe faltasse pretendentes. Hoje, eu paro para pensar e vejo como a vida dela girava em torno de mim. Pela beleza dela, poderia se casar com quem quisesse, e assim ela fez. Ainda era muito nova para entender o que acontecia naquela época, tinha próximos dos três anos, o máximo que posso fazer é tentar interpretar as várias lembranças, até então sem sentido, da visão de uma criança em um mundo muito maior do que ela. Até aqui ainda sou Annette Bleasdale.

Ela casou com um homem que era enorme, sua voz parecia trovões e sua mão, de tão pesada, parecia incapaz de oferecer carinho. Seus olhos foram algo que realmente me marcou, desde a primeira vez que o encontrei. Toda a vez que penso nele, a imagem de seus olhos, que em suas profundezas parecia existia algo que nunca me agradou, se aproximando para me olhar mais de perto, ato que me causava tal repulsa que minha única ação era fugir aos prantos para o colo de minha mãe. Pelo que me lembro dele, era um homem rude, porém de boas posses, alguém capaz de prover uma família sem muita dificuldade. Não sei se seria capaz de fazer o mesmo que ela. Não lembro muito bem o que se passou a partir do momento em que ela se casou com ele, não deve ter sido nada demais, pois não teve nada realmente marcante. Posso crer que ela conseguiu o que queria, pois estávamos bem. A partir da data do casamento, passei a me chamar Annette Cashmoore

Mas não tem como saber quando os olhos de Beshaba iram fitar-te, pois se tivesse as pessoas saberiam quando deve se esconder. Lembro nitidamente de uma mudança repentina em nossas vidas. Não sei exatamente o que aconteceu, mas lembro das brigas, da fome, da ausência e do choro da minha mãe. Hoje, acredito que aquele homem havia falido, e isso trouxe a tona tudo aquilo que se escondia nas profundezas de seus olhos. Ele começou a beber e a bater na minha mãe, que cujo sofrimento era duplo, pois além do que lhe era reservado ainda tinha fibra para suportar a mina parte. As brigas me assustavam, e eu me punha aos prantos, ele, por sua vez, se irritava com isto e queria resolver a sua maneira, e minha mãe, com uma força só existente no coração, se martirizava em pró de minha segurança. Não consigo imaginar o quanto ela sofreu, só lembro-me de sua beleza se esvaindo com o passar do tempo, com o trabalho e uma doença. Ela não resistiu muito, quando morreu, eu tinha cinco anos. E o homem com quem ela se casou, pouco ligou para o seu sofrimento. Lembro dele trazendo outras mulheres para casa, mesmo na presença de minha mãe, não passava de um porco imundo. Após a morte da minha mãe, não suportei viver com ele e fui embora.

A vida na rua era algo totalmente novo para mim, a saída de casa foi um enorme divisor de águas para mim. Começava uma nova fase de minha vida, uma fase para a qual não estava preparada. As ruas não é lugar para qualquer um, é cheia de figuras sombrias, na qual a inocência é a maior fraqueza que se pode ter. Fui abordada por pessoas cujas intenções eram questionáveis, mas não só de sombras é feito o mundo. Na mesma medida em que estas pessoas mal intencionadas se aproximavam, pessoas boas vinham em meu socorro, tiveram três em especial que protagonizaram minha vida nesta fase.

O primeiro foi Edgar Montblanc, um Chondathani alto, esguio, muito jovial e de aparência amigável, que me tirou de uma enrascada. Sua presença foi essencial para que eu chegasse onde estou agora. Não tinha como eu sobreviver sozinha naquele mundo. E ele foi quem me deu as ferramentas que eu precisava, e a mais importante era a decepção. Com ele aprendi como a trabalhar em equipe junto a outras crianças para poder sobreviver. Ele nos instruiu como, quando e de quem deveríamos tirar o nosso sustento.
Ele era muito perspicaz, isso era algo que transbordava pelos seus olhos. Sua astucia junto a sua lábia faziam dele um interlocutor extremamente envolvente, o tipo de pessoa que facilmente poderia te convencer a lhe fazer um favor. Ainda mais quando ele fala de suas intenções, que era uma das melhores, mas não uma das mais corretas. Ele era como um tipo de herói pela as avessas que roubava dos ricos e entregava aos pobres, gesto realmente nobre. E nós éramos os seus ajudantes, fazíamos pequenos furtos para ele, distraíamos os guardas, ajudávamos nas fugas e pregávamos algumas peças em ricos egoístas. Ele nos mostrava o fruto do nosso trabalho em alguns orfanatos que nós mantínhamos secretamente, dizia que se a gente quisesse poderíamos estar lá, mas quem queria perder a emoção da aventura de ajudar um herói de verdade a combater a tirania e a ganância. Não posso dizer que este ano da minha vida foi infeliz ou tedioso.

Corríamos nossos riscos, por mais que me esforçasse havia aqueles que conseguiam que não se cativavam com a presença de uma linda menina como eu, o que nos trazia o fracasso e uma emocionante fuga, Edgar nos ensinou bem os caminhos da cidade o que nos dava uma singular vantagem. Mas não se podem ganhar todas, e essa deve ter sido a lição mais chocante da minha vida, neste dia também que as outras duas figuras importantes desta fase da minha vida cruzaram meu caminho.

Lembro perfeitamente daquele dia, era o quinto do tempo das flores, era um perfeito dia de primavera com sol agradável, uma leve brisa que acariciava a pelo e impedia o calor excessivo. Era um ótimo dia para casais saírem para passear, e estes eram o nosso alvo. O sol acabara de atingir seu ponto mais alto, no momento em que nós encontramos um alvo perfeito, um casal jovem bem vestido, que andava despreocupado pela feira, nós os acompanhamos em seu passeio sem que eles nos percebessem. O momento perfeito surgiu após eles pararem para assistir um poeta que apresentava-se em meio à rua, eles ficaram muito impressionados com o trabalho dele e pediram uma cópia do seu poema. Edgar ensinou que não havia momento melhor que aquele para falar com um casal, um poeta é capaz de trazer a tona o sentimento de jovens apaixonados, e por isso não irão negar auxilio a uma criança que precise. Convenhamos, não é algo correto, mas temos um orfanato a sustentar, o casal pode sobreviver sem esse dinheiro, mas o orfanato não. E em nome da nossa nobre causa, fazíamos o nosso dever sem hesitar um instante sequer.

Pus-me em ação, iniciei o contato, portando uma rosa que logo ofereci à jovem. Ela sorriu para mim e ele também. Tinha pedido um pouco de comida e eles logo se sensibilizaram, e, neste momento, um dos garotos retirava a pequena bolsa que ela carregava sem que ela percebesse. Convidaram-me para almoçar com eles, eu logo aceitei.

Enquanto procurávamos um local para almoçar, eu conheci as duas figuras que me ensinaram uma lição que eu vou levar por toda a minha vida. Tinha ela, uma mulher Chondathani de uns 20 anos, com cabelos negros e lisos que iam até os ombros, com uma pele clara e macia, seu rosto era fino e com traços suaves, era possível se encantar com ela só em olhar, seus olhos castanhos claros eram expressivos, existia algo nele que eu não conseguia identificar, era como se ela pudesse ler todo o meu ser como se eu fosse um livro com letras garrafais, no começo tive até medo que ela tivesse percebido, mas não aconteceu. Seu nome era Lauren Langtree, sua voz tinha um tom suavemente severo, uma intrigante mistura de firmeza e doçura que causava medo e me cativava. Nossa conversa não foi muito longa, pois logo percebeu que não portava mais sua bolsa, pensou que havia esquecido e se retirou para buscar.

Prosseguimos, ele e eu, em busca de um lugar para comer, não demoramos muito para encontrar. Enquanto isso, nós conversamos, e era ótimo conversar com ele, ele contava algumas piadas e história e fazia algumas brincadeiras comigo, logo, começamos com uma série de jogos de raciocínio, que eram cada vez mais difíceis. Essa seqüência de jogos gerava em mim uma confusão, sentia como se tudo estivesse fora do meu de controle, não sabia mais se eu estava enganando ou sendo enganada. Olhava para ele, um homem Chondathani de uns 22 anos, de cabelo castanho curto e bem tratado, sua face tinha expressões alegres e tranqüilas com uma barba bem feita, sua pele era morena clara, ele tinha olhos verdes eram inquietos, como se fossem capazes de ver qualquer movimento, e demonstravam uma estar em busca de alguma coisa que eu não sabia o que era. Ele tinha uma estatura mediana, não aparentava ser forte, mas suas mãos eram inquietas, sempre gesticulando. Seu nome era Richard Langtree, e eu não conseguia tirar minha atenção dele, ele contava história e logo me questionava sobre ela, ele era inteligente e engraçado.

Nossa conversa estava ótima, até o momento em que ela mudou totalmente de rumo. O homem brincalhão e agradável mudou para um homem sério e severo, como um verdadeiro interrogador. Que não tardou em extrair de mim a verdade, de uma forma que me deixava muito confusa, pois em meio a tanta dureza, ele conseguia ser terno e me dava segurança para falar. Contei a verdade, e ele disse que vivia uma mentira, que aquele quem eu via com herói não passava de um ladrão que usava de crianças para seu trabalho sujo. Não acreditei e falei que ele nos mostrava o orfanato, que era fruto do que fazíamos. Ele pediu para que eu o levasse lá, logo o fiz. Chegando lá, ele começou a conversa com os responsáveis, tudo na minha presença, estes logo desmentiram a história do grande herói, isto acabou comigo. O homem brincalhão e agradável havia retornado e este tentava me animar.

O sol estava para se por, e nós estávamos a passear, eu queria ir embora, mas ele disse que tinha uma coisa que eu ainda deveria ver e me convenceu a ficar. Andamos um pouco mais e quando reparei, estava em frente à guarda. Olhei para ele, que respondeu com um sorriso, não tive força para ir contra ele me impelindo a entrar. Lá dentro, estava Lauren, o chefe da guarda e Edgar, que se encontrava preso. Novamente um choque, que foi amenizado pelo apoio de Richard. Essa reunião levou na destruição do mito formado em minha cabeça, na prisão de Edgar e no fim do sentido de minha vida.

Era à noite quando saímos da guarda e mal pude notar que estava no quarto onde estavam hospedados, o dia tinha sido cansativo e só me restou dormir por lá mesmo. Ao acordar, tive o espanto de acorda no quarto deles. Pretendia partir, quando eles chegaram com o café da manhã para três pessoas. Queria recusar, não sabia o que pensar deles, se eram monstros que destruíram a minha vida ou se eram apenas pessoas justas que prenderam um ladrão, mas eles eram persuasivos e eu não tinha como resistir a um pedido deles.

Nosso café resultou em uma longa conversa aonde eles explicaram que não era correto o que acontecia aqui, disseram quem eram e o que faziam. Logo compreendi e aceitei os fatos, eles pareceram muito felizes com isso. Prosseguimos em nossas conversa com eles contando várias histórias, sobre as viagens, como servos de Oghma, que faziam por vários reinos, em busca de escritos que mereciam ser levados ao templo de Oghma em Águas Profundas, histórias que logo me fascinaram. O fim da conversa foi a parte que mais me surpreendeu, pois neste momento em que eles me convidaram para viver com eles. Minha felicidade foi imensa e não recusei tal proposta.

Uni-me a eles em suas viagens, logo começamos a vive como uma família. Em nossas viagens, eu aprendi a ler e escrever, muitas histórias e algumas coisas para ajudar eles com o que faziam. Mas nossas viagens não duraram muito, acharam que eu precisava de estabilidade para te uma educação adequada, e não uma vida de viagens. Estabelecemos-nos em Águas Profundas, aonde vivemos desde então.

Não demorou muito e nossa família cresceu, eles tiveram mais dois filhos. A chegada da primeira, Lorraine, causou um pouco de distúrbios, fiquei insegura de minha posição. Mas eles me mostraram que faço parte da família e que não devia me preocupar com a chegada de outros filhos. Isso não se repetiu quando Gary veio ao mundo.

A entrada deles na minha vida marca o segundo divisor de água, onde eu passei a me chamar Annette Langtree, ganhei uma nova família e descobri minhas maiores paixões. Viver com eles me mostrou muitas coisas, os vários livros que li desde que passei a viver com eles me mudou completamente, os livros se tornaram minha paixão, passei a ficar horas lendo os romances e épicos, meu gênero favorito, de grandes heróis em seus grandes feitos, tantos reais e quanto fictícios. Participo constantemente de rodas de leitura, nas quais ouço maravilhosas interpretações de textos de várias partes do mundo. Todas estas histórias me incentivaram a tentar escrever minhas próprias histórias tenho ido bem, mas até o momento não consegui criar um épico que realmente tenha me agradado, sinto que falta alguma coisa para que eu possa escrever um, mas não sei o que.

Minha outra paixão é a arquitetura. Com os vários lugares que visitamos, vi muito um pouco das construções de vários povos. E só em imaginar as formas e as técnicas usadas por vários povos, sinto como se navegasse em um delicioso mar e pudesse mergulhar neste e conhecer o povo e sua história.

Adora a arquitetura, mas não sou muito boa em desenho, se fosse talvez me dedicasse a ela.
Acredito que estou na melhor fase da minha vida e sou muito grata a eles por isto, não sei o que teria sido de mim se não fosse por eles. Sou muito grata a eles por quem sou.


Descrição

Retrato de Annette

Annette costuma se vestir de forma simples, muitas vezes usa vestidos, sempre procura se manter de uma forma bem apresentável, mantendo o cabelo bem penteado e roupas limpas. Ela costuma ser bastante organizada com suas coisas, e anda sem pre com o seu diario no qual costuma relatar seu dia. Ela é serena a maior parte do tempo, até se empolgar com um coisa que as vezes a leva ficar eufórica. Ela é bastante sonhadora, costuma idealizar muito os acontecimentos.


XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Annette, por dentro, está quase tomada por uma indescritivel euforia, mas ela procura se conter para não envergonhar seu amigo que a acompanhava, para se distrair ela anda pela cidade observando suas construções, apensas no olhar ela tenta separar as construções por data no caminho. Após esta divisão, ela começa a tentar determinar a história deste povo, usando como base a ordem em que surgiram.

"É não é difícil reparar no crescimento deste lugar. Pode se ver três fase distintas, sem nenhum esforço..."

Dentre as construções a que mais facilmente chama a atenção dela é o templo de Lathander.

"Aquela construção é grande... é um templo... de Lathander... bem cuidada, demonstra a devoção do povo... deve ser linda por dentro.

Seguindo as intruções do guia ela segue até presença de Greycastle.

"Realmente lindo, em sua simplícidade... Ops estamos chegando, presta atenção.

Ela ouve Greycastle em sua breve aprensetação e assim que ele termina, ela replica enquanto faz um reverência:

- Eu sou Annette Langtree, venho da Fonte do Conhecimento em Waterdeep, e estou aqui pois desejo registrar os fatos que aqui ocorrem para que fiquem para a posterioridade.

____________________
Annnete Langtree- Status
Pontos de vida 6/6
Equipamentos: Coloco depois, pois é muita coisa
Magias: Nivel 0-2.


#4 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
slhdc Enviado em: 2009/12/14 2:55
Nascido em Águas Profundas há 18 anos atrás, Thomas, filho de Sebastian e Lia, cresceu e se criou nas dependências do templo de Oghma conhecido como “Fonte do Conhecimento”. Desde pequeno, seus pais, clérigos de Oghma, direcionavam o garoto para o caminho do conhecimento. Ele estudava no templo e tinha aulas com seus pais e outros clérigos. Conforme costume do templo, além de ter acesso a diversos livros, ele era incentivado a lê-los e a aprender sempre que possível.

Mas, embora fosse sempre incentivado a aprender e buscar saber cada vez mais, ele queria mais. As histórias dos grandes heróis de Faerûn o impressionavam e fascinavam. Desde pequeno ia com seus amigos acompanhar os treinos de combate no templo e brincanva de lutar com pedaços de madeiras que pra eles eram como espadas afiadas.

Conforme eles cresciam juntos, essas brincadeiras iam se tornando praticamente um treino. Thomas não era o mais forte de todos, mas era muito ágil e astuto, rapidamente dava um jeito de se defender de um golpe novo.

Mas quando seu melhor amigo iniciou os trabalhos para tornar-se clérigo de Oghma sua vida mudou um pouco. Os dias de Thomas se resumiam a manhãs inteiras de estudos e tardes solitárias em que treinava seus movimentos de combate sozinho. Conforme os dias passavam, os estudos tornavam-se mais entediantes, as tardes mais monótonas e as noites mais frias. Ele queria mais, queria ir além dos livros que estudava, além das histórias dos heróis de Faerûn.

Ele então aos poucos começa a sair pela cidade as tardes, uma metrópole fervilhante como Águas Profundas proporcionava muito entretenimento, ele passava as tardes e noites a ouvir histórias, conhecer alguns aventureiros, assistir lutas, frequentar tavernas, galantear donzelas e outras coisas.

Assim se resumia sua vida, dividida entre estudos, serviços no templo, treinos e passeios pela cidade. Até que, agora com 18 anos, decide ser a hora de ir atrás de seu próprio caminho, não apenas vislumbrar histórias e feitos, mas ele mesmo ir atrás de realizar os seus feitos e entrar para a história.

--------------------------

Um jovem inteligente, de fala polida e educada graças a sua educação, esse é o Thomas. Seu espírito heróico o inspirava a almejar feitos grandiosos, mas a sua bravura era sempre limitada pela sua prudência. Ele raramente agia por impulso e sempre procurava pensar antes de falar. Embora fosse um pouco charmoso com as garotas, ele não é muito bom de identificar os interesses de uma garota nele. Um pouco inseguro sobre as suas habilidades aos poucos ele busca ter mais confiança em si.

Thomas havia decidido que deveria correr atrás de algo pra provar o seu valor, um ato heróico, por mais simples que fosse, nem tanto para ser reconhecido em histórias, ou nem mesmo para ser reconhecido por seus pais, o que Thomas queria mesmo era primeiro ele mesmo se reconhecer. Ele precisava adquirir confiança em si mesmo, procurar algo que pudesse pô-lo a prova, mas ele estava sem saber por onde começar, onde procurar.

Há alguns dias atrás, ele acabara ouvindo Annete discutindo com os pais dela sobre documentar os fatos de uma pequena vila próxima a floresta Ardeep. Esperançoso pela chance de talvez poder provar para si o seu próprio valor, ele pede se poderia acompanhá-la nessa tarefa.

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Ele e Annete chegavam a pequena vila, onde foram recepcionados por um homem que os guiou até o templo. Thomas estava ainda meio perdido, pois poucas vezes havia saído de Águas Profundas. A companhia de Annete era agradável e a viagem não tinha sido tão cansativa.

Ao entrar no templo de Lathander aonde eles iriam ser apresentados ao líder da vila, Thomas sentia a ansiedade palpitando dentro de si, ele estava um pouco inseguro do que dizer e de como se portar, mas ele tinha que dar o melhor de si, ele precisava sentir-se capaz. Assim que Annete termina de se apresentar, Thomas também se apresenta:

- Olá, sou Thomas Helder, também vindo da Fonte do Conhecimento em Águas Profundas. Me ofereci para acompanhar Annete no registro dos fatos ocorridos por aqui. Fico grato por ter nos recebido em seu templo, senhor Cedric Graycastle, e também agradeço ao senhor Janus Lawfer por ter-nos guiado. - Ele se inclina levemente para frente. Em seguida ele se vira pra Larlon. - é um prazer conhecê-lo também senhor Larlon.

_______________________________

Thomas Helder - Status
Pontos de vida 10/10
Equipamentos: Depois eu coloco aqui...


#5 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Cursed_Lich Enviado em: 2009/12/14 3:32
Nasci filho de um militar de posto de vigília avançado de Archenbridge (em Archendale), cresci até os 7 vendo meu pai numa escala de 7 dias. Meu pai era um dos batedores do posto avançado em Archendale e seu nome era Lucian.
Quando meu avô, morador de Battledale morreu aos 59 do coração, me mudei com minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo para Battledale, para o sítio do meu avô, devido a uma oferta do conselho de Essembra chamando pessoas para manter as terras ocupadas para evitar maiores incursões de Drows ou dos Zhentarim. Vários soldados de Archenbridge acabaram migrando para a região.

Em Battledale, meu pai e meus tios cuidavam do sítio. Meu pai fazia a vigília constante e meus tios lavravam a terra. Meeu pai começou a me ensinar a caçar e tomar conta do local não muito depois, a partir dos 10.

Aos 15 anos conheci Selene, uma simples servente em uma taverna em Essembra que era uma sobrinha adotada pela dona do estabelecimento após os pais sumirem misteriosamente. Aos 16 nos casamos e ela veio morar com minha família.
Nessa época, muitas incursões Drow começaram a aparecer no sítio que ficava muito ao norte próximo de Cormanthor. As incursões eram tão constantes que dos homens da família fui o único sobrevivente. As esposas de meus tios se refugiaram e foram morar com seus filhos em Essembra. Sobrevivi pois estava trabalhando como guia de uns mercadores até Waterdeep.

Ao voltar e ver que tudo estava abandonado, procurei por eles em Essembra e encontrei minha família por lá. Selene estava grávida de 14 dezenas e minha mãe estava trabalhando na estalagem da tia de Selene.

Eu preferi esperar meu filho nascer e ir embora daquele lugar onde sempre me revoltara o fato de que não dá pra dormir sem pensar que tem alguém lá fora toda noite. Levando os meus pertences do sítio que haviam ficado intactos, fui para uma cidade pacífica que conheci durante a viagem a Costa da Espada, perto da floresta Ardeep. Eu havia recebido um convite para trabalhar lá antes e havia recusado devido a minha família em Battledale. Minha família agora se resumia a mim, Selene e meu pequeno filho Lucian (em homenagem ao meu pai).

Minha mãe não quisera vir, preferiu ficar perto das irmãs dela. Atualmente mora com uma tia minha que mora em Essembra. Com ela ficou também meu irmão mais novo. Ele também saia pra caçar comigo e com meu pai. Ele tem 18 anos atualmente e se chaman Lewen.

Três anos se passaram desde então, Janus havia escolhido Bosque Remoto como sua morada e lá trabalhava como batedor, caçador e rastreador. Sua principal função era saber quem entra e quem sai da cidade.

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Altura mediana-alta (1,78m), caucasiano (Chondathani), cabelo castanho curto, olhos castanhos claros, corpo magro mas de musculatura definida e compacta. Tatuagem no peito.
Ele é jovem, calmo e centrado. Não gosta de ser afobado e fazer algo errado. Tem toda a paciência de um caçador.
É amável e carinhoso com a esposa e o filho. É sério e respeitoso com os outros.

------------------------------------------

Em minha patrulha acabei por observar dois vianjantes intrigantes vindos da direção de Waterdeep. Comuniquei Cedric e como ele havia me pedido, os abordei e pedi que me acompanhassem até o Templo de Lathander.

Começo ouvindo o que Cedric tinha a dizer e vejo a chegada de Laerlon logo no começo. Ouço o restante e presto atenção no que os visitantes falam.

"Registrar os fatos... O que de tão importante naquilo atrai aventureiros que nem moscas para cá?"

Aceno positivamente com a cabeça ao ser cumprimentado por Thomas.

Logo após, ainda sem dizer uma palavra dentro do templo, volto os olhares para Cedric esperando uma conclusão por sua parte.

______________
Janus - Status
PVs: 9/9
Equipamentos: Besta leve Obra-prima de Madeira Negra com Bayoneta, Corselete de Couro, Maça Leve, Adaga, Bota com Lâmina Oculta, Lâmina Oculta na manga direita, 30 Virotes, Algibeira [Instrumentos de Ladrão], Cantil.


#6 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Bitenco Enviado em: 2009/12/14 4:16
“Elfos do sol são deliberados, pacientes e solenes, e sua sociedade reflete isso. Seus edifícios, embora esteticamente bonito e a brilhante arquitetura, tendem a ser ostensivos. No entanto, os elfos do sol possuem grande orgulho em seus edifícios, acreditando que nada além da perfeição será o bastante para os defensores da história e tradição élfica. Sua arte, poesia e música também reflete suas atitudes deliberadas e régia. Eles preferem contos de batalhas antigas, canções dos deuses, e as histórias dos grandes heróis que deparam com terríveis tragédias.” - Fecha o livro após a leitura.

Estas descrições resumem a sociedade onde eu vivi por muito tempo. São descrições humanas para com nossas vidas. Mas existe muito mais além destas palavras. Nossa sociedade é dividida através de famílias, clãs, cada qual com suas funções e valores. Eu nasci em uma família de artesões mágicos, onde eles vivem a vida se aprimorando nas duas artes. E logo quando eu nasci, este gosto tomou conta de mim e eu comecei os estudos para ambas as artes.

Apesar dos anos se passarem e, cada vez mais eu gostar das habilidades que eu adquiria, sempre soube que algo faltava. Só que esta dúvida não foi sanada com facilidade e, por muitas vezes, eu busquei algo dentro de nossa cultura que não podia ser remexido apenas para me satisfazer, mas não cheguei a lugar algum. A sensação de estar faltando algo ainda persistia nas minhas atitudes. Revirei até uma língua élfica morta, mas tudo em “vão”, de certa forma.

Demorou para eu entender que minha busca estava além das construções élficas. As grandes forjas anãs e seus encantamentos, os humanos com sua pressa de viver, pois através disso que vocês conseguiram conquistar tanto. Com esta ideia fixa, eu resolvi deixar tudo para trás e explorar Faêrun. E em poucos dias eu estava desembarcando nas terras ao sul de Waterdeep. Mas ao contrário do que eu sempre imaginei, logo no seguintes dias de minha estadia aqui, fui surpreendido por uma emboscada a caminho de Waterdeep e quase cheguei a morte, se não fosse por sua causa.

Depois de ter sido levado a inconsciência por um ataque surpresa, só vim a recobrar a consciência na sua casa, como você sabe. No começo estava tudo estranho ainda para meus olhos “cansados da dor” ainda. Mas assim que cheguei próximo ao barulho, um tanto familiar, que eu ouvira, me deparei com você trabalhando em uma nova arma para um aventureiro. Foi nesta hora, que mesmo ainda fraco, pude ver uma beleza nestas terras. Ainda observando seu trabalho, minha consciência falhou novamente e voltei a desmaiar.

Dias se passaram até que eu ficasse melhor e pudesse retomar meus passos, mas algo ainda me prendia a sua casa. Aquele seus dois netos, o Randal e a Miri, eles cuidaram de mim com certo afeto e não pude negar isso. Mesmo com toda minha arrogância, os dois chamaram minha atenção. Então, após um convite seu, resolvi ficar por mais uns dias por aqui e ainda estou. Mas porque me pediu para contar toda esta história agora?

Apesar desta ter sido uma das poucas vezes que pudera ver palavras sinceras sendo ditas pelo elfo, o homem deitado em sua cama, não mais respondia ou se quer respirava. Ele tinha sido chamado pelos deuses ainda tão cedo, pelo menos, pelos padrões élficos. Sem saber muito o que fazer, Laerlon procurava a ajuda do clérigo para entender dos costumes humanos nesta hora. E foi este que o ajudara a conseguir enterrar o ferreiro da cidade.

Sabendo que não poderia abandonar aquelas duas crianças para viveram sozinhas a partir deste momento, o elfo decide por ficar mais um tempo até que os mesmos estivessem com uma idade razoável para sobreviverem. E através de ensinamentos das artes élficas de combate, Laerlon tentava instruir o garoto a proteger sua irmã. E assim, os três foram convivendo com o passar do tempo.

Sempre um tanto calmo e tranquilo, Laerlon se mantém calado na maioria do tempo. Apesar de quando avista algo errado aos seus olhos, a primeira coisa que faz é se intrometer com toda sabedoria arrogante dos elfos. Em suas conversas, o elfo tenta não mostrar muito seus sentimentos, fazendo com que suas fraquezas não fiquem amostra a partir daí. São poucos aqueles que conseguem fazer com que este elfo sorria e, isto foi um fato dele ter sido encantado por umas meras crianças humanas. Sua crença em suas artes, tanto mágicas quanto artesanais, fizeram do elfo seguir apenas os costumes élficos. Mas aos poucos, pelo que ele presencio em vida nas terras humanas, ele vem mudando sua visão sobre as outras artes. Mas como tudo na vida de elfo é prolongado, seu temperamento também demorara a mudar.

____________________________
Laerlon nos últimos dias tinha despendido seu tempo mais para a proteção da cidade como trabalhando como ferreiro em sua pequena loja. A afinidade que o elfo tinha adquirido com o passar do tempo do Bosque Remotol, junto as duas crianças, faziam com que ele não pensasse duas vezes antes de usar suas habilidades. E como em todas os dias, Laerlon ia até o templo perguntar sobre a situação e saber como andavam os preparativos. Mas ao chegar ao local, ele se depara com mais gente do que ele havia esperado encontrar e, apenas com um levantar de dedos levemente, ele acenava para os dois humanos, ainda de braços cruzados.

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- Conheço sim, apesar de nunca ter falado com ele. E meu nome é Laerlon [fala em élfico], Senhor Cedric.

O elfo se mantinha calado depois das apresentações. Cabia ao Cedric interrogá-los e não ele.

____________________________
Laerlon - Status
Pontos de vida: 10/10
*Nada
Equipamentos: 20 flechas, espada longa, arco longo composto, bolsa de componentes mágicos, sinete, mochila com cantil (rações de viagem 2 dias, grimório, saco de dormir, saco vazio, pederneira e isqueiro, 10 velas, porta mapas, três páginas de pergaminho, tinta e caneta tinteiro e trajes de clima frio).
Magias Preparadas: 0 – Detectar Magia, Ler Magia, Pasmar, Luz; 1 – Escudo Arcano, Mísseis Mágicos, Sono, Leque Cromático, Enfeitiçar Pessoa


#7 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Keldon_Draconian Enviado em: 2009/12/15 13:05
Cedric diz, com um sorriso sincero em seu rosto:

- Laerlon. O espírito altivo e orgulhoso de seu povo nos serve bem ao tê-lo de nosso lado. Domina bem os ofícios de seu povo na forja, espada e feitiços. Eu agradeço sua presença. Como vão os garotos? Pedi que Barkley da padaria lhes levasse um punhado de doces de nozes para agradecer por seu serviços. Mas você o conhece meu caro, a tentação de comê-las no caminho pode ter sido demais pra ele.

Na mente de Cedric e Laerlon, se forma de imediato a figura do obeso e bonachão padeiro de Bosque Remoto. Não seria surpresa se os doces não chegassem.

Cedric continua:

- Janus, agradeça a Selene pela deliciosa fatia de bolo do outro dia. Desde que minha esposa faleceu é difícil provar coisas tão boas. Lembre-se que depois que isso tudo acabar teremos o concurso anual de cozinha das esposas de Bosque Remoto e ela precisa praticar se quiser o primeiro lugar novamente.

Finalmente, se dirige aos dois forasteiros:

- Vocês então são escribas, huh? Entendo. Eu tinha a esperança de que pudessem emprestar seus talentos à nossa pequena comunidade nesse tempo de crise - diz ele ao olhar a espada embainhada na cintura de Thomas - Mas entendo se decidirem de forma diferente. De qualquer maneira, senhorita Annete, acredito que sua voz melodiosa possa distrair os corações amedrontados de nossas mulheres e crianças um dia desses, à beira da lareira do Javali Atroz, nossa estalagem e taverna local.


#8 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
slhdc Enviado em: 2009/12/15 14:50
Thomas acompanhava atentamente as conversas de Cedric com os outros dois, todos pareciam boas pessoas e preocupadas com a situação da vila. Em seguida Cedric se dirige a ele e a Annete. Thomas percebia que a situação da comunidade deles não estava muito boa, embora ele não soubesse exatamente quais eram os reais problemas que eles tinham que solucionar.

- Senhor Graycastle, estou acompanhando Annete em sua tarefa de documentar os acontecimentos aqui de sua comunidade e da floresta. Mas o senhor pode contar com o meu auxílio caso necessário.

Thomas se curva levemente para frente. Suas roupas eram bem cuidadas e ajeitadas, tanto que ele praticamente não aparentava ter feito uma longa viagem, exceto por um pouco de de poeira depositada em sua roupa aqui ou ali. Por baixo de suas roupas vestia um camisão de cota de malha que era quase imperceptível para quem o observasse. Carregava uma mochila pouco carregada em sua mão direita e uma mochila abarrotada de coisas nas costas. Na cintura do lado direito estava presa uma pequena algibeira na qual ele carregava um pequeno espelho, ao lado dela duas kukris em bainhas de couro. No lado esquerdo da cintura ele tinha um sabre em uma bainha de couro de simples. Nas costas ele também carregava um arco curto e uma aljava cheia de flechas, e um sabre com cabo ornamentado em uma bainha de couro trabalhada.

Seus olhos eram castanhos e serenos, seus cabelos eram loiro-prateados, muito parecidos com os de sua mãe. Ela dizia ser uma herança de seu bisavó, que tinha cabelos idênticos aos de Thomas.

- Tenho que confessar que não sou um exímio combatente, mas acredito que minhas habilidades possam ser aproveitadas trabalhando em grupo.

_______________________________

Thomas Helder - Status
Pontos de vida 10/10
Equipamentos:
Armas: Sabre Obra-Prima; Sabre Comum; 2x Kukri; Arco Curto;
Munição: Aljava com 20 Flechas
Geral: Camisão de Cota de Malha; Trajes de Cortesão; Algibeira na cintura contendo 1 espelho; Algibeira sob a capa contendo 20 peças de ouro; Mochila nas costas contendo um saco com rações de viagem (2x), um porta-mapas com 5 folhas de pergaminho, uma caneta-tinteiro e um frasco de tinta

_______________________________

Obs.: Esta mochila é a que ele está segurando na mão, a mochila que está nas costas é a mochila da Annete.


#9 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Grim_Turtle Enviado em: 2009/12/15 15:52
Annette prestava bastante atenção nos presentes, vendo a reação deles. Assim que Cedric se dirige a ela e a Thomas, ela se prepara para responder, mas repara no dejeso de falar de Thomas e dá oportunidade para que ele se expresse.

Ela o ouve e pensa:

"Agora entendo melhor aquele brilho em seu olhar quando iniciamos a viagem. Quando criança, você sempre foi valente, facilmente se destacava dos outros, mas seus medos sempre limitaram as suas ações. Mas ajudar pessoas que você nem conhece, arriscando a própria vida, sinto que algo mudou; mas quando que eu nem percebi?

Quando ele termina, ela, séria, se ajeita e começa a falar:

- Tenho que confessar, vim para sua vila com o único objetivo de documentar a história deste lugar. Não sou uma combatente e nem muito apta para trabalhos manuais, assim como não busco a honraria de grandes feitos para mim. Sou apenas uma bibliotecária e relatora dos fatos, não devo interferir neles.

Ela faz uma pausa e continua sorridente

- Mas que tipo de pessoa eu seria se fechasse o meus olhos para aqueles que necessitam por causas de convenções bobas. Não sei no que posso ajudar, mas estou a sua disposição.

Ela termina com mais uma reverência.

_____________________

Annette Langtree
Female Chaotic/Good Human (Tethyriani) Bard, Level 1, Init +2, HP 6/6, Speed 30ft
AC 14, Touch 12, Flat-footed 12, Fort +0, Ref +4, Will +2, Base Attack Bonus 0
Dagger 0 (1d4, 19-20/x2)
Shortbow (40) +2 (1d6, x2)
Subdual, Trip, +2 Disarm, Finesse Whip +0 (1d3, x2)
Leather Armor (+2 Armor, +2 Dex)
Abilities Str 10, Dex 14, Con 10, Int 16, Wis 10, Cha 16
Condition None
Equipament Bolsa de Componentes Mágicos; Algibeira( 6 gp, 3sp, 7 cp, espelho); Case 1{}; Case 2{10 folhas de papel}; Case 3{30 pergaminhos}; Case 4{}; Case 5{}; Mochila:{Case 1~3, Grimório, Cantil, Perdeneira e Isqueiro, Tinta e Caneta tinteiro}; Alforje 1{Roupa de Plebeu x4, Roupa de Sábio x2, Roupa de Viajante x2, Corda de Seda, Saco de Dormir, Case 4~5, Ferramenta de Artesão}; Alforje 2 {Óleo x2, Lampada, Ração x4, Comida para Animais x2, Tocha x3} Algibeira 2{2gp}.
Magias Por Dia: 0º=2.


#10 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Cursed_Lich Enviado em: 2009/12/15 17:37
Com uma expressão um pouco menos séria por falar de sua esposa Janus responde:

- Eu darei o recado e a avisarei de sua gratidão.

Janus prestava atenção nos dois, como falavam viam a si mesmos e se perguntava o quão úteis poderiam ser, mas sua experiência com os drows de Cormanthor e suas próprias habilidades deram a ele a sabedoria de nunca menosprezar pessoas com armas leves e aparentemente frágeis.

- Mas então Cedric? O que irá fazer agora que eles se prontificaram a ajudar?
______________
Janus Lawfer
Male LN Human Scout, Level 1, Init +3, HP 9/9, Speed 30ft
AC 15, Touch 13, Flat-footed 12, Fort +1, Ref +5, Will +2, Base Attack Bonus 0
Masterwork, Bayonet, Darkwood Light Crossbow(Bolts, Crossbow (30)) +4 (1d8, 19-20/x2)
Bayonet* -1 (1d8, x3)
Dagger +1 (melee) / +3 (ranged) (1d4+1, 19-20/x2)
Leather (+2 Armor, +3 Dex)
Abilities Str 12, Dex 16, Con 12, Int 14, Wis 14, Cha 10
Condition None
Equipments Carried: Besta leve Obra-prima de Madeira Negra com Bayoneta, Corselete de Couro, Maça Leve, Adaga, Bota com Lâmina Oculta**, Lâmina Oculta na manga direita**, 30 Virotes, Algibeira [Instrumentos de Ladrão], Cantil.
* Prepare against charge as a Spear.
** As a Dagger with a -2 penalty on attack rolls.


#11 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Bitenco Enviado em: 2009/12/16 1:13
Assim que os elogios são direcionados ao elfo, ele fechava os olhos e abaixava a cabeça, simultaneamente, em sinal de agrado. Mas as palavras ainda estavam sendo direcionados a ele. Voltando a ficar em sua postura de inicio, Laerlon esboçava um leve sorriso ao ouvir sobre os garotos e os doces da padaria.

- Eles vão bem, apesar de ainda serem muito indisciplinados. - Dizia o elfo voltando com toda sua seriedade. - O Barkley conseguiu levar alguns doces estes dias, mas ele só saiu de minha casa quando os mesmos acabaram.

Assim que o elfo termina, Cedric dava continuidade a conversa com os demais. Mesmo não se importando muito com as casualidades, aqueles dois poderiam ser úteis na proteção do vilarejo.

- Lida inorum saenes [élfico]. - Murmurava o elfo enquanto os humanos ainda conversavam.

____________________________
OFF: Acho que ninguém vai escutar, mesmo assim o significado da frase é: A verdadeira força vem de dentro, das profundezas ocultas da alma de uma pessoa.

EDIT: Esqueci de dizer o significado literal da frase, que é: A força está no coração da madeira.


#12 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Keldon_Draconian Enviado em: 2009/12/17 15:02
Cedric Graycastle diz:

- Fico feliz em saber que suas intenções são boas, senhores. Muitos dos grupos de aventureiros que aqui estão apenas buscam os pedaços do que quer que tenha caído dos céus. Contratados por gente poderosa, pelo visto. Não me oponho a presença deles aqui se não causarem danos. E de uma forma ou de outra, a presença deles é uma segurança a mais para nós, caso seres mais perigosos saiam das profundezas da floresta Ardeep. Quanto a vocês dois, eu sugiro que por hoje apenas se acomodem, conheçam o local e os serviços que possam vir a utilizar por aqui. A estalagem local está muito cheia devido aos aventureiros que no momento se hospedam em Bosque Remoto. Contudo, se a intenção de vocês é nos ajudar, podem se acomodar e dormir aqui, no templo de Lathander. Acredito que Janus também não se incomodaria de compartilhar algumas refeições da família dele com vocês. Por hoje, se acomodem, conheçam nossa comunidade, os serviços locais, pessoas. Ah, e aproveitem para relaxar um pouco na estalagem, conhecer os aventureiros que estão aqui e compartilhar experiências. Amanhã há muito trabalho que precisa ser feito e muitas pessoas que tem problemas a resolver. Tanto Janus quanto Laerlon poderão reportar alguns desses problemas a vocês, quando estiverem descansados. Peço apenas que vocês quatro permaneçam juntos e unam seus esforços no que puderem.


#13 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
slhdc Enviado em: 2009/12/17 15:08
Thomas agradece se inclinando levemente pra frente e diz:

- Muito obrigado pela acolhida, senhor Graycastle! Pode contar conosco para auxiliá-los. Fico grato de poder acompanhar o senhor Janus e o senhor Laerlon.

Ele estava mais tranquilo agora, a acolhida em Bosque Remoto estava sendo melhor do que o esperado e agora eles tinham um lugar para repousar enquanto estivessem ali.

Em seguida, virando-se para Janus e Laerlon, Thomas diz:

- Agradeço a vocês também pela recepção.


#14 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Grim_Turtle Enviado em: 2009/12/17 15:48
Annette, junta as mãos próximo ao corpo e sorri.

- Somos realmente muito gratos por sua recepção, a sua e a de vocês também. Mesmo que o momento não seja propício, estou muito feliz, pois sinto que os deuses hão de prover-nos de virtudes para enfrentar este momento, e o nosso sucesso aqui ficará registrado para que as futuras gerações possam dispor de nosso aprendizado e melhor lidar com está situação.

Ela se inclina para os três e para um pouco pensativa.

- Hmm, acho que acolherei seu conselho, não vejo a hora de começar os meus registros.

Ela olha para Laerlon, Janus e Thomas, como se buscasse por aprovação.

__________________
Annette Langtree
Female Chaotic/Good Human (Tethyriani) Bard, Level 1, Init +2, HP 6/6, Speed 30ft
AC 14, Touch 12, Flat-footed 12, Fort +0, Ref +4, Will +2, Base Attack Bonus 0
Dagger 0 (1d4, 19-20/x2)
Shortbow (40) +2 (1d6, x2)
Subdual, Trip, +2 Disarm, Finesse Whip +0 (1d3, x2)
Leather Armor (+2 Armor, +2 Dex)
Abilities Str 10, Dex 14, Con 10, Int 16, Wis 10, Cha 16
Condition None
Equipament Bolsa de Componentes Mágicos; Algibeira( 6 gp, 3sp, 7 cp, espelho); Case 1{}; Case 2{10 folhas de papel}; Case 3{30 pergaminhos}; Case 4{}; Case 5{}; Mochila:{Case 1~3, Grimório, Cantil, Perdeneira e Isqueiro, Tinta e Caneta tinteiro}; Alforje 1{Roupa de Plebeu x4, Roupa de Sábio x2, Roupa de Viajante x2, Corda de Seda, Saco de Dormir, Case 4~5, Ferramenta de Artesão}; Alforje 2 {Óleo x2, Lampada, Ração x4, Comida para Animais x2, Tocha x3} Algibeira 2{2gp}.
Magias Por Dia: 0º=2.


#15 Re: PBF - Forgotten Realms 3.5: Tópico de Jogo
Cursed_Lich Enviado em: 2009/12/17 18:59
Janus ouve cada palavra de Cedric e as dos forasteiros, acenando com a cabeça para ambos quando "solicitado". Janus fica esperando os forasteiros saírem com seus afazeres para falar com Cedric.
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Janus Lawfer
Male LN Human Scout, Level 1, Init +3, HP 9/9, Speed 30ft
AC 15, Touch 13, Flat-footed 12, Fort +1, Ref +5, Will +2, Base Attack Bonus 0
Masterwork, Bayonet, Darkwood Light Crossbow(Bolts, Crossbow (30)) +4 (1d8, 19-20/x2)
Bayonet* -1 (1d8, x3)
Dagger +1 (melee) / +3 (ranged) (1d4+1, 19-20/x2)
Leather (+2 Armor, +3 Dex)
Abilities Str 12, Dex 16, Con 12, Int 14, Wis 14, Cha 10
Condition None
Equipments Carried: Besta leve Obra-prima de Madeira Negra com Bayoneta, Corselete de Couro, Maça Leve, Adaga, Bota com Lâmina Oculta**, Lâmina Oculta na manga direita**, 30 Virotes, Algibeira [Instrumentos de Ladrão], Cantil.
* Prepare against charge as a Spear.
** As a Dagger with a -2 penalty on attack rolls.



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