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Arca: Contos : Almas Torturadas (cap X) + Wallpaper
Enviado por RedeRPG em 30/10/2004 23:01:00 (2699 leituras) Notícias do mesmo autor
Arca: Contos

Por Newton "Nitro"
(Necropia / Grupo Sefirot )
Equipe REDERPG

No décimo episódio de ALMAS TORTURADAS (Crônicas de Necropia) seguimos os passos de Sir Deiphobus para encontrar Sati. A Necrópole de Yzael é uma lugar imenso e o nosso Cavaleiro Matadeus tem uma grande tarefa pela frente. Enquanto isso, Sati e Vespa da Noite enfrentam um perigo muito pior do que os monstros dos esgotos de Yzael. Será que eles irão sobreviver? Saiba mais em "Amigos Mortos, Inimigos Vivos", o décimo capítulo de "Almas Torturadas", as Crônicas de Necropia escritas pelo especialista em tudo que tem "Necro" no nome, Newton "Nitro"!




Crônicas de Necropia:
"ALMAS TORTURADAS"
Cap.10 "Amigos Mortos, Inimigos Vivos"

Escrito por Nitro (Newton Jr.)

Sir Deiphobus partiu em direção ao Centro de Yzael cavalgando Espinhal e tendo seu fiel Necrophagi acompanhando o galope veloz do cavalo-carniçal. Espinhal relinchava, refletindo a ansiedade sentida por seu mestre, e soltando baforadas geladas de seu crânio descarnado. Neko, o Necrophagi, acompanhava de perto Sir Deiphobus e Espinhal, não se distraindo com a multidão que enchia o Centro de Yzael de atividade.

Amanhecia na Cidade dos Mortos, e Shemesh, o Sol Agonizante, já aparecia no céu, revelando o seu trágico destino de ser devorado por Ktonor, o gigantesco buraco negro. Ktonor estava presente, uma espiral negra girando por mais de mil danos nos céus de Ereth. À noite, Ktonor aparecia como uma gigantesca espiral surgindo da linha do horizonte, toda vez que se olhava para a direção norte. Durante o dia, Ktonor surgia nos céus, ascendendo antes do sol Shemesh, como se carregasse um cadáver moribundo. E a medida que os anos passavam, Shemesh ia perdendo seu brilho, enquanto Ktonor transformava a face de Ereth, dando vida aos mortos e garantido o futuro da Necropia, a Utopia dos Mortos.

Sir Deiphobus passava por milhares de mercadores zumbis, guerreiros mortos-vivos, necromantes solitários, escravos vivos em seus afazeres, enormes Necrofantes carregando mercadorias para as centenas de lojas da necrópole, aglomerações de Nors e Gentios (vivos alforriados) apostando nas lutas que ocorriam nas dezenas de Arenas vagabundas que surgiam por todos os lados, etc. Com sua enorme população de mortos-vivos, carniçais, escravos e gentios, Yzael nunca parava. Milhares de pessoas vinham de todos os lugares do continente de Yetzirah para conhecer a mais magnífica das Necrópoles, a sede do Império dos Mortos. Vinham para conhecer as maravilhas criadas pelos mortos em mais de mil anos de domínio sobre os vivos. Vinham para se divertir nas arenas de lutas da cidade. Vinham para poderem ver a Família Real, e vislumbrarem o Imperador Thaumiel, o Nor que liderou a Legião Imortal e que subjugou os vivos e seus Deuses Selvagens. Mais principalmente, vinham para admirar e temer os soldados que serviam ao Imperador Thaumiel. E dentre estes soldados, os mais temidos eram as tropas dos Cavaleiros Matadeus, os guerreiros especializados em matar Primevos, os principais inimigos dos mortos.

E era para a sede dos Cavaleiros Matadeus que Sir Deiphobus se dirigia.

* * *
__Vamos subir por aqui, estamos nos arredores do Mercado das Carnes. De lá eu posso te levar para a Mansão dos Codorveros.

Vespa falava rápido enquanto escalava a pequena escada de ferro que levava para um bueiro no teto do túnel onde estavam. Sati já havia acostumado com o fedor dos esgotos de Yzael, mas ainda tremia ao ver as centenas de pedaços de corpos que eram levados pela lenta correnteza de sujeira. Eram cabeças de homens e mulheres, braços, mãos, troncos e entranhas, o subproduto de uma sociedade que usava os vivos como escravos, peças de reposição e como alimento. Ao ver o rosto semi-digerido de uma menina um pouco mais nova do que ela, Sati se virou e perguntou para Vespa:

__Como você sabe onde é a mansão?

Vespa respondeu, enquanto trabalhava rapidamente com estranhos instrumentos para destravar a fechadura do bueiro:

__Bem, vamos dizer que já fiz vários "serviços" no Bairro dos Honrados, a área das mansões das famílias mais tradicionais de Yzael.

O Baijim soltou um pequeno grito de satisfação ao destravar a fechadura. Ele virou para Sati e sorriu, mostrando uma fileira de dentes afiados cobertos com prata. Os pelos negros que criavam uma espécie de máscara em sua face faziam com que as pequeníssimas pupilas do Baijim praticamente desaparecessem, dando um aspecto misterioso ao Vespa da Noite.

Vespa empurrou a pesada tampa de ferro do bueiro para o lado e saiu para a superfície, desaparecendo por alguns segundos. Sati hesitou um pouco, e depois de olhar de relance para trás e para os lados, a jovem bárbara do Clâ da Garra Negra subiu pela escada.

O Mercado das Carnes estava tão cheio quanto da última vez que Sati esteve nele. Centenas de Nors, Shems, Carniçais e outras criaturas estranhas que a jovem bárbara não sabia identificar, se espremiam para ver o que as diversas barracas de venda tinham para oferecer. Vespa pegou na mão de Sati e disse:

__Vamos menina. Não bobeia aqui não que o bicho pega!

Os dois se embrenharam em meio à multidão, com Vespa ziguezagueando na direção leste do Mercado das Carnes. Sati estava mais uma vez nas mãos do destino.

* * *

A sede dos Cavaleiros Matadeus, mais conhecida como a Central, era uma enorme construção de pedra que parecia com uma caixa torácica gigantesca e que ficava na região leste do gigantesco Castelo Mortualis, a sede principal do Império dos Mortos. Sir Deiphobus desceu de Espinhal e o amarrou na enorme cocheira, onde já estavam centenas de outros Cavalos-Carniçais. O enorme saguão de entrada estava cheio, e tinha no centro uma enorme estátua de ferro de seis metros de altura, mostrando o lendário Sir Abaddon, o criador da Ordem dos Cavaleiros Matadeus, segurando a gigantesca cabeça cheia de tentáculos de Tar'na-togh, o Deus Selvagem Primevo que quase destruiu Yzael durante o Levante dos Malditos, no início do Império dos Mortos.

Vários Cavaleiros Matadeus conversavam entre si, enquanto outros entravam carregando cabeças de monstros Gorloths, Kalklai, Celephassus e outras Crias de Primevos encontradas nas montanhas dos arredores de Yzael, prontos para receberem seu pagamentos pelas matanças. Diversas tropas de Cavaleiros Matadeus se enfileiravam nos enormes guichês, onde os troféus de caça eram analisados por Nithianos Shem, que usavam seus olhos multifacetados e suas antenas para catalogar e estimar o preço por cada monstro abatido. À medida que Sir Deiphobus passava, Cavaleiros Matadeus de patente mais baixa paravam o que estavam fazendo e batiam continência para ele. Afinal, ele era o Capitão da Sexta Patrulha dos Cavaleiros Matadeus, o grupo mais conhecido pelo nome de "Cães Raivosos", por causa da maneira pouco sutil de cumprir as missões de caça. E eram os "Cães Loucos" que Deiphobus estava procurando, eles já deviam estar na Central para pegar as missões do dia. O local estava mais cheio do que o costume, pois, assim que chegara em Yzael no dia anterior, Deiphobus tinha comunicado o seu encontro com um Verme Kumariano nos arredores da necrópole. Essa notícia bastou para que todas as patrulhas de Cavaleiros Matadeus que estivessem nos arredores da necrópole largassem o que estavam fazendo para tentar a sua sorte na caça de mais Vermes Kumarianos, que são muito raros à essa distância da fronteira com Kumar. Ninguém parecia muito se preocupar com o que estava fazendo com que os Vermes estivessem entrando tanto dentro do território zohariano, queriam mais era ganhar as milhares de peças de ouro que valiam as carcaças dessas Crias de Primevos.

Mas Deiphobus só queria saber de encontrar sua Sati.

Os "Cães Raivosos" estavam reunidos perto do guichê trinta e cinco e saudaram alegremente a chegada de seu capitão. A patrulha, formada a mais de cinco anos por Deiphobus, logo após a sua promoção à Capitão depois da Rebelião dos Lichs de 1099 D.K. Os "Cães Raivosos" contavam com um grupo de elite formado pelo guerreiro Mizzah Termolus, um ex-campeão de Necrobol que era parceiro de Deiphobus quando os dois jogavam nos "Mutiladores de Yzael", o ranger Nahat, um Gentio (vivos alforriados) Ravidiano (o povo-fera) natural das selvas tropicais de Resh e que ganhara a confiança de Sir Deiphobus durante a Rebelião dos Lichs; a Nor Nithiana Tizz'tac, uma Mestra dos Insetos que entrara na Ordem dos Matadeus para se vingar do massacre primevo de sua vila natal Fevre e pelo soturno Aborr, um lich Necromante da Ordem Sombria que tinha traído seus pares durante a Rebelião dos Lichs e se aliado à ordem Matadeus. A Sexta Tropa também contava com cerca de trinta guerreiros de baixa patente, que estavam em constante treinamento nos Quartéis da Ordem e que eram convocados para missões de invasão em massa monstros primevos, coisa que já não acontecia a décadas.

Porém, Vermes Kumarianos tão próximos à Capital poderiam ser um presságio para uma nova invasão.

Mas nada disso preocupava Sir Deiphobus, quando ele se dirigiu para sua tropa:

__Escutem aqui. Eu sei que vocês todos estão ansiosos para caçarmos esses Vermes que começara a aparecer nos arredores de Yzael e...

Nahat interrompeu, falando com sua voz gutural e animalesca. O Ravidiano baixo porém muito forte, com o corpo coberto de pêlos castanhos-escuros. Ele estava irritado, e as enormes presas inferiores de sua boca apareciam ameaçadoras, enquanto falava:

__Espere aí, capitão! Nós temos que entrar nessa caçada! Várias tropas já estão vasculhando a Floresta Morta atrás dos degraçados desses Vermes! Por favor, chefia, eu tenho seis filhos para cuidar!

__Você tem que parar de ir no Beco do Pecado, Nahat!__ exclamou o guerreiro Mizza, arrancando gargalhadas dos demais membros dos "Cães Raivosos".__Tem que dar sossego para as damas da Madame Martie!__completou, parecendo sorrir com seu rosto descarnado. Mizza era da linhagem dos Sem-Face, uma das famílias dos Nors que retiravam toda a pele e os músculos do rosto, deixando apenas os olhos descarnados dentro das órbitas.

__Vocês irão, mas sem mim. Era isso que eu ia dizer.__exclamou Sir Deiphobus de maneira triste, logo em seguida completando:__ Tenho assuntos pessoais para tratar hoje. Mizza, você lidera o grupo. Acho melhor vocês caçarem na região sul da Floresta Morta, perto do rio dos Enforcados. Eu fui atacado naquele local.

__Não vamos encontrar nada com o incompetente do Mizza, Deiphobus.__sussurou Aborr, o Lich, torcendo seu rosto cadavérico e sua pele secular ressecada em uma tentativa fracassada de um sorriso __ Eu seria muito mais valioso liderando o grupo e...

__Cale essa boca fedorenta, esqueleto! __ gritou Mizza, enquanto Tizz'tac e Nahat gargalhavam. Mizza, virando-se para Sir Deiphobus, continuou: __Chefe, não se preocupe com a gente, ok? Vamos catar um Primevo bem grande e gordo para fazer o nosso filme aqui na Central.

Deiphobus agradeceu com um leve movimento de sua cabeça e se virou para sair da Central, deixando a elite de sua tropa de Cavaleiros Matadeus refletindo sobre o que tinha feito o Cavaleiro com o melhor índice de mortes de Primevos no último ano, deixar passar a oportunidade que a presença de Vermes Kumarianos nos arredores da necrópole oferecia.

__Bem, vocês ouviram o que o chefe falou, pessoal. Vamos caçar um Verme Kumariano bem grande e beber todo o nosso pagamento lá na casa da Madame Martie, no Beco do Pecado. Quem sabe Nahat não arruma mais um pirralho! AHAHAHAHA!

* * *
__Argh! Calma, Zuma, calma! Gasp! Gasp!

Vespa da Noite estava sendo estrangulado por um enorme meio-orc de mais de dois metros de altura. Zuma tinha em sua fronte a marca dos escravos de Kaifás, com a runa marcando a fronte cheia de cicatrizes da criatura. Vespa sentia o sangue subindo por sua garganta e deixando um gosto salgado em sua boca. Em seu campo de visão, repleto com o rosto horrendo de Zuma, milhares de pequenos pontos pretos começavam a surgir, indicando a interrupção do fluxo sanguíneo para seu cérebro. em questão de segundos ele iria morrer. Curiosamente, Vespa notara que o meio-orc estava sem a orelha direta, que era a gora apenas um aglomerado de sangue seco e pus.

Um outro meio-orc imenso segurava Sati com um poderoso braço de ferro. Apesar da dor, a jovem bárbara evitava gemer, porém não conseguia deixar de soltar pequenos gritos quando o meio-orc que a segurava torcia seu braço mais um pouco. Se continuasse assim, ela teria o braço arrancado facilmente. Sati tentava se concentrar na Fúria, o dom de seu clâ, mas a dor era tremenda e ela não conseguia invocar a força sobrenatural dos guerreiros da Garra Negra. Ela era apenas uma menina na mão de criaturas sádicas.

Vespa tentava falar:

__Arggh! Zuma...Calma...Pense...Kaifás me quer vivo..Gasp!...Só eu sei onde está o rubi...

__Você querer brincar com Zuma de novo! Zuma pegou rubi pra você e perdeu orelha por isso! Zuma inteligente agora! Zuma recuperar confiança com Kaifás entregando você!__ gritou furiosamente Zuma. A voz alta do meio-orc doía nos ouvidos pontudos e sensíveis de Vespa, mas ele sabia que a dor de um estrangulamento seria muito maior.

__Zuma!...Argh!...O Rubi...eu...vou...falar...

Zuma afrouxou suas mãos e olhou para o Baijim. Vespa estava suspenso no ar, à mais de um metro do chão. Zuma olhou para ele e disse:

__Onde é que tá o Rubi?

Vespa murmurou algo baixinho, entre algumas tosses.

__O quê você falou?__ exclamou o Zuma. Sati olhava tentando resistir a enorme força do outro meio-orc que a segurava. Ele era tão grande quanto Zuma, mas não tinha cabelos e no lugar do olho esquerdo, ele tinha uma massa de cicatrizes. A vida dos escravos Shems em uma necrópole era muito dura, principalmente para escravos de uma guilda de ladrões.

Vespa murmurou algo novamente. Zuma impaciente, aproximou seu ouvido restante ao rosto de Vespa, exclamando:

__Fala mais alto, seu ratinho!

No momento em que iria falar, Vespa moveu seu rosto em direção a orelha restante de Zuma e cravou seus afiados dentes metálicos nela, com todas as suas forças. Zuma gritou de dor e soltou o Baijim por um instante, agarrando a orelha esquerda. Vespa caiu no chão ao mesmo tempo que sacava uma pequena adaga de um dos seus incontáveis bolsos e jogava no olho restante do meio-orc que segurava Sati. Uma chuva de sangue caiu em cima do rosto de Sati, que gritava ao mesmo tempo. O comparsa de Zuma soltou a jovem bárbara, que correu na direção em que Vespa estava fugindo. Enquanto corriam, Vespa gritava para Sati:

__Essa foi por pouco, menina! Da próxima vez, evite de pedir direção para escravos aqui no Mercado de Carnes! A maioria dos Shems daqui trabalham para Kaifás!

Sati abriu a boca em protesto, mas o grito vindo dos dois meio-orcs que eles tinham derrotado fazia com que ela se concentrasse em sua fuga. Como se não bastassem os mortos, agora os vivos também a queriam capturar.

(continua)


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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
Enviado por Tópico
Israel
Publicado: 31/10/2004 08:00  Atualizado: 31/10/2004 08:00
Campeão
Usuário desde: 15/9/2003
Localidade:
Mensagens: 236
 Re: Almas Torturadas (cap X) + Wallpaper
Muito Bom, Nitro. Esse Vespa da Noite é muito louco, já sou fã dele...
Nitro
Publicado: 31/10/2004 08:33  Atualizado: 31/10/2004 08:33
Mestre do Jogo
Usuário desde: 30/9/2003
Localidade: Belo Horizonte
Mensagens: 159
 Re: Almas Torturadas (cap X) + Wallpaper
Obrigado pelo comentário. O Vespa é muito legal mesmo, mas os elogios vão mais para a Tuz, que foi quem criou o personagem. O Vespa foi um personagem da segunda mega-campanha de Necropia, à dois anos atrás, e marcou história em nosso grupo. Ele é muito engraçado e "malaco". Espere quando você conhecer o parceiro dele, o lendário guerreiro bebum Kasparov Vodka!

Um abraço do Nitro
www.nitro.blogger.com.br
Tuz
Publicado: 31/10/2004 13:05  Atualizado: 31/10/2004 13:05
Aprendiz
Usuário desde: 03/8/2004
Localidade: Belo Horizonte
Mensagens: 73
 Re: Almas Torturadas (cap X) + Wallpaper
Eu gostei de tudo, mas o que eu gostei mais foi da Central Gostei de conhecer os chapas do Sir Deiphobus!
kalango
Publicado: 03/11/2004 13:25  Atualizado: 03/11/2004 13:25
Escudeiro
Usuário desde: 17/9/2003
Localidade:
Mensagens: 2
 Muito Bom!!
Grande Nitro, parabéns por mais esta crônica, muito boa mesmo, naum deixo de acompanhar, ainda bem que tá saindo mais rápido agora e eu naum ficou na pilha pra ler o próximo cap.rsrsrs
Parabéns pra Tuz tb pela criação do Vespa, os ladinos sempre foram meus preferidos, mesmo eu naum me dando muito bem com eles em jogos.
Abração e até o próximo episódio.
Kalango

Ps: Agora que eu recuperei minha senha da rederpg que estava perdida vou comentar mais...rsrsrs
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