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Arca: Contos : Almas Torturadas (cap XIII)
Enviado por RedeRPG em 16/01/2005 00:02:00 (1611 leituras) Notícias do mesmo autor
Arca: Contos

Por Newton "Nitro"
(Necropia / Grupo Sefirot )
Equipe REDERPG

Sati, a bárbara do Clã da Garra Negra, está em apuros! Sua tentativa fracassada de fugir de Yzael, a capital do Império dos Mortos, acabou colocando-a à mercê de Verótika, a maligna irmã de Sir Deiphobus. No décimo terceiro episódio de ALMAS TORTURADAS (Crônicas de Necropia) descobrimos quais são os planos de Verótika para Sati. E Sir Deiphobus reencontra um antigo conhecido. Muita ação e suspense nesse novo episódio de Almas Torturadas, a série que narra o dia-a-dia de Necropia, a Terra dos Mortos, escrito por Nitro ("Mítica - Sombras no Oriente" e "Avatar").

NOTA: Após uma breve interrupção, estamos de volta com os capítulos quinzenais de Almas Torturadas.




Crônicas de Necropia:
"ALMAS TORTURADAS"
Cap.13 "Velhos Amigos, Novos Inimigos"

Escrito por Nitro (Newton Jr.)

Eles atacavam em grande número e não se intimidavam com a pilha de corpos que se amontoavam ao redor de Sir Deiphobus. O Cavaleiro Matadeus continuava ceifando os Canibais que o atacavam; mas apesar dos poderosos golpes desferidos com a Mutiladora, sua fiel e gigantesca espada, mais apareciam dos barracos e do lixo em sua volta. Famintos, eles se agarravam ao seu corpo e mordiam suas pernas e braços. Seu cão necrophagi, Neko, ainda lutava ferozmente, mesmo com várias lanças cravadas em seu corpo. Os Canibais estavam tendo dificuldade de parar o necrophagi, que estraçalhava os que chegavam mais perto. Mas Neko não poderia ajudar o seu mestre. Sir Deiphobus estava quase imobilizado, com vários Canibais agarrados ao seu corpo. A Mutiladora escapou de sua mão e caiu ao seu lado, no momento em que diversos Canibais o jogavam no chão.

“Que jeito estúpido de ser destruído!”, pensou Deiphobus, no momento em que um dos Canibais, com apenas um olho em um rosto destruído pela decomposição, começava a serrar o seu pescoço com uma espada dentada enferrujada. Os demais Canibais que se agarravam aos braços e pernas de Sir Deiphobus começavam a emitir urros de vitória quando uma flecha atingiu a testa do Canibal que estava serrando o pescoço do Cavaleiro Matadeus. Amarrada na flecha estava uma fita vermelha com algumas runas míticas escritas. O Canibal olhou para a flecha cravada em sua testa e tentou tirá-la com uma de suas mãos. Nesse instante, as runas brilharam com uma luz negro-púrpura e o Canibal começou a gritar. Sua carne derretia, enquanto os demais, que estavam imobilizando Sir Deiphobus, soltavam exclamações de terror. Eles largaram o Cavaleiro Matadeus e fugiram.

Sir Deiphobus, vendo-se livre, pegou a Mutiladora e gritou, enquanto cortava dois Canibais pela cintura:

__Vocês não vão fugir assim tão facilmente!¬¬

Mais flechas atingiam os Canibais, que agora partiam em debandada para se esconder nos barracos e no lixo em volta. Muitos dos que eram atingidos pelas flechas derretiam, enquanto outros, atingidos por flechas com fitas amarelas amarradas, se debatiam com os corpos completamente em chamas.

Sir Deiphobus destroçou mais um Canibal, e virou-se em direção de onde estavam vindo as flechas. Vislumbrou um destacamento de cerca de vinte soldados a cavalo. Dez dos soldados estavam com seus arcos atirando em direção aos Canibais, enquanto os demais andavam a cavalo por entre os Canibais que sobreviviam às flechas, e os executavam. A coroa com a espada atravessando uma caveira, estampada nas montarias e gravada em suas armaduras, mostrava a Sir Deiphobus que eram guerreiros de fé da Ordem de Kether. E comandando a tropa de soldados nors, estava um Paladino de Kether. Mas não era um Paladino qualquer; Sir Deiphobus conhecia muito bem de quem se tratava.

__Sir Thamis!__ exclamou Deiphobus, enquanto cortava mais um Canibal. __Pelo visto, não somos apenas nós da Ordem Matadeus que têm que lidar com a escória! Acho que caçar Canibais não era o que você estava esperando quando largou a nossa Ordem para virar um carola!

Sir Thamis olhou para Sir Deiphobus. O Paladino de Kether era quase da mesma altura que Deiphobus, com cabelos negros que emolduravam um rosto nobre. A pele pálida dos nors tinha em Thamis um aspecto etéreo e belo. Seus olhos negros de pupilas brancas olhavam para Deiphobus enquanto ele controlava sua montaria, um Cavalo Carniçal branco. Depois de uma pausa, Thamis respondeu com uma voz firme e decidida, como as dos líderes natos:

__E muito menos ter que salvar caçadores de monstros que ficam andando onde não são chamados! Entrar em Tanach desacompanhado... Estamos com uma infestação canibal, você não tem se informado dos problemas de nossa cidade?

Deiphobus respondeu, enquanto Neko retornava ao seu lado com um perna decepada de um Canibal entre seus enormes dentes de metal:

__Vocês receberam uma ordem real para vir até aqui? Um destacamento inteiro para cuidar desses vermes! Bah! Eu acho que o que vocês deveriam fazer é queimar essa porcaria de bairro. E tem coisa muito pior acontecendo na floresta ao redor de Yzael. Eu quase fui morto por um Verme Kumariano nas Florestas Mortas, nos arredores da cidade. Vocês deveriam dar uma mão para os Matadeus que estão se dirigindo para lá.

__E o que o senhor está fazendo aqui? Não deveria estar junto daquele bando malcheiroso que você chama de tropa?__ exclamou Thamis.

__Estou resolvendo alguns negócios pessoais... __disse Deiphobus baixando a cabeça. Ele tinha que continuar a procurar por Sati. A jovem bárbara tinha se tornado sua Devarim, sua protegida, depois de salvá-lo de ser devorado pelo Verme Kumariano. Mas a menina acabou fugindo e, à medida que o tempo passava, menores eram as chances de recuperá-la.

__Sei. Deve ser a tal escrava fugida que os Soldados Ósseos estão procurando.

__Ei! Como é que é?

Sir Thamis deu uma pausa e continuou:

__Você não sabe? A sua irmã Verótika reportou a perda da escrava no quartel da Milícia Óssea. Ela foi muito enfática e acabou conseguindo que um destacamento inteiro dos ósseos a ajudasse.

Deiphobus gritou, sua voz ecoando através do seu capacete de ferrósseo negro:

¬¬__O QUÊ! AQUELA VAGABUNDA! Ela está fazendo isso para ganhar a aposta! Desgraçada! Eu não queria envolver ninguém nisso. Como vai ficar a minha reputação se todo mundo ficar sabendo que eu não consegui achar a minha própria Devarim. Maldita, ela quer que eu volte para o Necrobol de qualquer maneira.
__Não estou entendendo, amigo.

Sir Deiphobus respondeu:

__Não esquenta, isso é um problema meu. Olha, obrigado pela ajuda - apesar disso me deixar com mais raiva ainda, por você ter largado a nossa Ordem para se tornar um carola.

__Kether mudou a minha vida, Deiphobus. Você bem que podia...

Deiphobus levantou a mão em um gesto de adeus e saiu caminhando, dizendo:

__Até mais Sir Thamis, não posso perder tempo escutando a lengalenga de sempre. Adeus cara, e vê se não exagera nessas rezas! Vamos Neko!

Sir Thamis observou o Cavaleiro Matadeus saindo do bairro de Tanach. O Paladino de Kether estava intrigado com o comportamento do seu velho amigo. Desde quando o sanguinário Deiphobus se preocupava com uma escrava shem?

Um dos seus soldados, um jovem nor aspirante a paladino, o chamou, dizendo ter encontrado uma das passagens para os locais onde os Canibais estavam escondidos. Concentrando-se na tarefa que estava executando, Sir Thamis ordenou aos demais soldados para que prosseguissem com a caçada. Ele conversaria com seu velho amigo Deiphobus mais tarde. Agora, ele tinha que lidar com a escória Canibal.

* * * *

A corrente de ferro prendia seu pé à parede da cela. O local estava imundo, com manchas de sangue coagulado por todos os lados. Ela tinha acabado de acordar, e estava com a cabeça latejando. Um dos lados de sua face estava doendo. Passou a mão no local e viu que tinha um pequeno corte. Como ela tinha se machucado? Momentos seguintes ela se lembrou: Verótika a tinha arranhado com suas unhas metálicas pouco depois de ter sido capturada. Seus músculos entorpecidos mostravam que ela havia sido envenenada. Envenenada por um arranhão.

__Vejo que você finalmente acordou, escrava.

Era Verótika que estava em pé do outro lado da grade da cela. Ela sorria, enquanto mexia com seu chicote negro.

__O que você quer de mim? Foi você que me deixou ir embora...

Um enorme estalo interrompeu Sati. Verótika a tinha atingido com seu chicote.

__Silêncio! Ora, ora, que audácia! Agora fique quieta. Meu irmão vai chegar e eu quero que você se comporte. Mas antes, tenho um presente para você.

Verótika tirou uma caixa de madeira de uma sacola de veludo púrpura que levava presa em seu cinto. Colocou a caixa dentro da cela, passando a mão através da grade. Sati olhava apreensiva. Verótika exclamou:

__Saia, criatura... Achei o que você me pediu...

A tampa da caixa começou a se abrir. Sati soltou um berro de horror, enquanto Verótika sorria. Ela finalmente teria a sua vingança contra seu irmão.

* * *

Vespa abriu os olhos e murmurou uma prece para Netsach, o sefira protetor dos ladrões. Ele ainda estava vivo. Seu corpo ainda doía das pancadas dadas pelos Soldados Ósseos, mas pelo menos ele achava que não tinha quebrado nenhum osso. Instintivamente, Vespa ajeitou os pêlos que circundavam seus olhos e que formavam a máscara natural dos Baijim. A pancada que tinha levado na cabeça o deixara desacordado e ainda doía muito. Esfregando a cabeça no local da dor, Vespa olhou em torno de si, já pensando em fugir. Os Baijim tinham a arte da fuga entranhada em suas almas, era parte essencial de sua raça. Um Baijim preso ficava louco em pouco tempo, tamanha era a necessidade de liberdade da raça. Vespa, um Baijim vivo, já tinha sentido a garra negra da loucura se embrenhar em seu cérebro nas vezes que tinha sido preso anteriormente. Mas ele sempre havia conseguido fugir, sempre havia achado um meio de escapar das encrencas em que se metera. Tinha sido assim em Messalina, em Balarath, em Nevron, e tantas outras cidades do Império dos Mortos.

Porém, ao olhar em torno, ele viu que sua sorte tinha acabado. Ele não estava em uma cela. Aquilo era uma senzala de um time de Necrobol. E com um rápido olhar para um símbolo estilizado de uma cabeça cortada com uma Kadasha (uma enorme lâmina circular) no fundo, ele soube que estava nas senzalas dos Degoladores de Yzael, o time de Verótika.

A enorme senzala de pedra estava lotada de shems. Eram humanos em sua maioria, imundos e vestindo trapos, largados pelo chão frio e úmido da senzala. Um enorme Mordenkai estava sentado em um dos cantos mais escuros. Vespa engoliu em seco, pois o Mordenkai olhava para ele, seus dois olhos vermelhos fixos em seus movimentos. Era um Mordenkai selvagem, de pele escura e com símbolos entalhados nas três lâminas que saíam de sua cabeça. Ele também tinha símbolos gravados na máscara óssea que compunha seu rosto, cicatrizes tribais que deviam indicar o seu grau na hierarquia de sua tribo. Mas estas já não valiam mais nada: ele havia sido capturado e agora teria o mesmo destino de todos os mortais que vivem no Império dos Mortos. Seria um escravo dos Nors.

Vespa viu que o Mordenkai estava com as lâminas de seu braço retraídas, o que indicava que não havia perigo. Pelo menos ainda; ele já tinha visto muitos Baijim sendo retalhados por Mordenkais sem senso de humor. Mas se tratavam de Nor-Mordenkais, a elite não-viva da raça. Talvez esse fosse o primeiro Shem-Mordenkai que ele conhecia.

Um gemido seguido de um palavrão chamou a atenção do Baijim:

__Pelos mil demônios do Nirodha! Eu ainda me vingo daquela vagabunda!__ exclamou uma voz rouca e familiar.

__Kasparov!__ gritou Vespa, indo em direção do seu parceiro. Kasparov estava completamente imundo, com sua barba dura com o sangue coagulado que tinha escorrido de sua face. Verótika o havia deixado em péssimas condições, mas o guerreiro era duro na queda.

__Vespa! Então ela colocou a gente junto? Cara, desculpa eu ter te dedado pra ela, mas não deu pra segurar. Aquela mulher é um demônio! Eu não tô nem aí, eu vou executar a maldita, assim que sair daqui, não me importo mais. Arggh! Meu rosto ainda está doendo...
__ Kasparov, acho que estamos na senzala dos Degoladores de Yzael. Uma senzala de um time de Necrobol, além de ser completamente fechada, é vigiada o tempo todo. Mas por que não estamos em um dos presídios de Yzael?

__Acho que a vagaba quer usar a gente como barreira no próximo jogo de Necrobol... __ respondeu Kasparov, depois de cuspir um coágulo de sangue.

__Bem, tem uma partida acontecendo daqui a quatro dias. Se agüentarmos até lá, teremos uma chance de fugir daqui. __finalizou Vespa, olhando apreensivo para o Mordenkai selvagem, que continuava com o olhar fixo sobre ele. Vespa engoliu em seco de novo, no momento em que, com um som metálico, duas enormes lâminas saíram do cotovelo dos dois enormes braços do Mordenkai. Com uma voz gutural e forte, o Mordenkai disse para os dois ladrões:

__Se vocês fugirem, eu vou junto. Caso contrário, suas cabeças são minhas...

Vespa sorriu nervosamente e concordou com a cabeça. Os poderosos músculos do Mordenkai seriam muito úteis na fuga. Porém, os Baijim nunca viveram muito tempo ao lado de um Mordenkai; cedo ou tarde eles acabavam decapitados. Procurando diminuir seu próprio medo da enorme criatura, Vespa exclamou educadamente:

__T-tudo b-bem, senhor...?

__Sardukar dos Chemakos. __ respondeu o Mordenkai, retraindo as duas enormes lâminas de seus braços.


* * *

Era noite quando Sir Deiphobus retornou para a Mansão dos Codorveros. Ele se sentia esgotado. Havia procurado por Sati durante todo o dia, a hora onde os Nors se sentem mais enfraquecidos por causa da luz de Shemesh, o Sol Agonizante. À noite, as energias necrópicas de Ktonor, o Buraco Negro dos céus de Necropia, restauravam e deixavam os Nors no ápice de suas habilidades. Porém, depois de andar tanto tempo sob a luz de Shemesh, Deiphobus sentia que precisava das suas seis horas de Viriath, o transe restaurador dos mortos. Neko estava ao seu lado, incansável. O necrophagi parecia estar triste por não ter encontrado Sati. Mas no momento em que estavam próximos à mansão, Neko começou a rosnar.

__O que foi Neko?__ perguntou Deiphobus.

O necrophagi rosnou novamente, olhando para a mansão e depois se virando para Deiphobus.

__A mansão? O que está na mansão?

Neko apontou com a cabeça em direção a um pedaço de pano que estava na cintura de Sir Deiphobus. Aquele tinha sido o retalho do tapete onde Sati tinha dormido. Deiphobus usou o pano para ordenar que Neko rastreasse Sati.

__Sati está na casa? Tem certeza?__ exclamou Deiphobus.

Neko rosnou novamente, e se virou, correndo em direção à casa. Deiphobus o seguiu.

Impaciente, o necrofagi começou a arranhar a porta de ferro da mansão. Odda, a velha serva-carniçal da mansão, abriu a porta e arregalou seus dois olhos mortos e esbranquiçados:

__Mestre Deiphobus!

__Saia da frente Odda! __ disse Deiphobus, empurrando a velha para o lado __Onde está a minha Devarim?

Deiphobus entrou no salão principal da casa indo em direção à sala de jantar. Verótika estava sentada em um dos lados da mesa saboreando um vinho sanguíneo e lendo um livro. Ela estava vestida com uma roupa de couro vermelha com detalhes em preto, e pequenas lâminas saindo em vários lugares. Em pé no fundo da sala estava Katsuhiyo, já com a mão na katana que levava nas costas.

__Verótika! Onde está Sati? Eu sei que você colocou a milícia da cidade para capturá-la!__ bradou Deiphobus, no momento em que entrou na sala.

Verótika olhou para Deiphobus levantando uma sobrancelha. Com um ar irônico, ela replicou:

__ É desse jeito que você me agradece, irmãozinho? Ela está na cela dos escravos domésticos, onde é o seu lugar.

Deiphobus se virou rapidamente e estava saindo da sala quando Verótika completou:

__E isso significa que você jogará no meu time de Necrobol na próxima partida, não é?

Deiphobus parou e murmurou:

__Sim...

E depois seguiu correndo em direção às celas de escravos dos Codorveros.

* * *


(Continua)

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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
Enviado por Tópico
Hugo_Lima
Publicado: 16/01/2005 00:35  Atualizado: 16/01/2005 00:35
Legendário
Usuário desde: 08/5/2004
Localidade: Petrópolis-RJ
Mensagens: 1000
 Almas Torturadas (cap XIII)
O quê posso dizer? Fantástico. Estava ansioso, esperando pela chegada deste capítulo. Agora tenho que esperar somente mais 14 dias, 23 horas e 25 minutos até o próximo capítulo..........
Bem, acho que é só isso. Até a próxima. Por Hades, Tânatos ainda há de buscar a alma de cada nor do Império dos Mortos.
Hecatoncheires
Publicado: 16/01/2005 02:47  Atualizado: 16/01/2005 02:47
Aprendiz
Usuário desde: 15/2/2004
Localidade: Rio de Janeiro
Mensagens: 52
 Re: Almas Torturadas (cap XIII)
Demorou esse capitulo hein???
Muito maneiro!Não vejo a hora de saber oq tinha na tal caixa...
Israel
Publicado: 16/01/2005 10:03  Atualizado: 16/01/2005 10:03
Campeão
Usuário desde: 15/9/2003
Localidade:
Mensagens: 236
 Re: Almas Torturadas (cap XIII)
Muito bom.
Werebeast
Publicado: 16/01/2005 15:18  Atualizado: 16/01/2005 15:18
Cavaleiro
Usuário desde: 15/1/2005
Localidade:
Mensagens: 137
 Re: Almas Torturadas (cap XIII)
Cara demais isso aí meu!!!só quero ver o q tem na caixa ai posso morrer feliz
Nitro
Publicado: 16/01/2005 16:13  Atualizado: 16/01/2005 16:13
Mestre do Jogo
Usuário desde: 30/9/2003
Localidade: Belo Horizonte
Mensagens: 159
 Re: Almas Torturadas (cap XIII)
Obrigado pelos comentários. A história irá acelerar nos próximos capítulos, já que estamos chegando cada vez mais perto do fim da saga. E vamos ver o que tem dentro da caixa...


Um abraço do Nitro
www.nitro.blogger.com.br
H-Minus
Publicado: 17/01/2005 23:28  Atualizado: 17/01/2005 23:28
Mestre do Jogo
Usuário desde: 11/5/2003
Localidade: Calíope & Norte de Raxx
Mensagens: 128
 Re: Almas Torturadas (cap XIII)
Pois agora fiquei curioso e vou começar a ler desde o primeiro
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