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RPG: D&D : Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas!
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| Enviado por RedeRPG em 09/06/2005 00:03:00 (2690 leituras) Notícias do mesmo autor |
 Este é o sétimo artigo da série “Behind the Screen” (Atrás do Escudo do Mestre) traduzido para a RedeRPG. A série “Behind the Screen”, publicada mensalmente no site oficial da Wizards of the Coast (www.wizards.com) trata de dicas e segredos para os Mestres de Dungeons and Dragons (apesar de serem também muito úteis para qualquer sistema). Nesse sétimo artigo, Jason Nelson fala sobre como usar animais em uma campanha para aumentar seu realismo. O artigo foi traduzido por Nitro do Grupo Sefirot (www.gruposefirot.blogger.com.br) especialmente para a RedeRPG.
Atrás do Escudo Animais nas Campanhas!
Em um artigo anterior, o “Variedade nas Campanhas” referimos à importância de estabelecer uma base para o seu mundo de campanha, de modo que você tenha um ambiente de normalidade contra o qual acontecimentos estranhos e sobrenaturais, típicos de uma campanha de D&D podem ocorrer. Encontros e situações de campanha não precisam ser repetitivas ou chatas mas se tudo for sempre diferente, o senso do estranho, do bizarro, do maravilhoso, do mágico ao se introduzir coisas novas, se perde. No interesse de dar um exemplo específico e concreto de como isso pode ser implementado em uma campanha, eu sugiro o que você faça como o Dr. Doolittle (personagem do livro de Hugh Lofting, The Story of Dr. Doolittle , que falava com animais) e se concentre nos animais.
No mundo real, os animais são uma parte vital e comum da ecologia que encontramos toso os dias. Além disso, diferentes regiões, terras e climas possuem variedades particulares de animais. Você pode descobrir como é a região de um personagem observando os animais que habitam o lugar. Isso dá mais detalhe e mais profundidade para a região descrita em sua aventura e a torna memorável. No Dungeons and Dragons, monstros das mais diversas variedades preenchem esse papel, mas apenas até certo ponto. No D&D você tem monstros e animais, e você não pode ignorar um lado a despeito do outro. Os dois coexistem!
Se a vida selvagem consistir apenas de ogres, cães do inferno, aranhas monstruosas, elfos negros, lobisomens e mercadores, os jogadores poderão começar a se perguntar o que todos comem ou o que eles caçam. Você não precisa colocar esquilos ou coelhos nas suas tabelas de encontros, mas herbívoros maiores são candidatos razoáveis para aparecer em encontros aleatórios. Nem todo encontro precisa ser hostil no caso dos seres conscientes (por exemplo, patrulhas de milícia, grupos de mercadores, etc.) e o mesmo deve-se aplicar para os seres não conscientes, como animais e monstros. Se os personagens decidirem causar problema caçando briga com um alce irado, um urso, um cisne (!!!) ou um cavalo selvagem, eles podem até mesmo ficarem encrencados. Porém, a maioria dessas criaturas irão ignorá-los, se não forem molestadas.
Os animais que os PJs (Personagens dos Jogadores) encontrarem em seu mundo de fantasia não precisam ser necessariamente iguais aos existentes no mundo real. Dinotopia uma série de televisão baseada nos livros do escritor e ilustrador James Gurney (que contam a história de uma civilização perdida de humanos descendentes dos atlantes que vivem junto com dinossauros inteligentes) gerou muita crítica por mostrar “manadas” de tiranossauros rex e “enxames” de pteranodontes. A crítica vinha do fato de que a paleontologia diz que isso jamais acontecera! Bem , Dinotopia é um mundo de fantasia, e aparentemente nesse mundo existem hordas de tiranossauros e enxames de pteranodontes carnívoros!
A mesma regra poderia ser aplicada aos seus animais em seu mundo de campanha de D&D: talvez seus lobos sejam solitários e inteligentes como um humano (ou capazes de conversar telepaticamente ou em sonhos, como nos romances The Wheel of Time do Robert Jordan), ou talvez eles sejam leões de montanha que caçam em grupo. Tais mudanças no comportamento, se feitas de maneira sensata e lógica com o contexto do seu mundo, são justas para um jogo de fantasia.
Ao mesmo tempo, você não vai querer que eles sejam muito diferentes das suas versões originais, senão você irá acabar criando mais um tipo de monstro não natural. Pode ser até uma excelente idéia para monstro, como os cavalos carnívoros de Diomedes (Mitologia Grega) ou quaisquer outros animais monstruosos que de cada um dos trabalhos de Hércules, mas nesse ponto você terá cruzado a linha entre animal e monstro. Dessa maneira, você não irá conseguir usar animais em sua campanha, para dar um maior grau de realismo.
Você não precisa fazer da sua aventura um documentário de animais em seu mundo (apesar de que você pode tirar idéias interessantes para encontros com animais em canais como o Discovery ou o Animal Planet). Também não é necessário se preocupar com os detalhes específicos do habitat e da ecologia. Você precisará apenas de uma lógica básica para a existência dos tipos e espécies de animais em uma determinada área. Animais não são as estrelas principais da sua aventura, nem mesmo como adversários para os PJs em uma campanha de D&D; eles servem mais como apoio aos jogadores, como detalhes para enriquecer e tornar o mundo mais realista. Fazer com que os animais sejam parte do cenário, ficando “no fundo” da aventura, é a melhor maneira de proceder.
Sobre as maneiras de usar animais nos encontros de uma aventura, colocando-os no centro da aventura, você precisa ter cuidado ao usar seu instinto natural sem torná-los super-inteligentes!
No final dos anos 80, a Dragon Magazine publicou um artigo descrevendo uma enorme variedade de animais perigosos, muitos deles herbívoros, incluindo algumas das táticas usadas pelos animais do mundo real em caçadas e em defesa agressiva.
Para aqueles que não possuem o Dragon Archive CD ROM ou uma extensiva coleção de edições antigas podem certamente encontrar informação similar em revistas relacionadas com animais, sites, ou canais como o Animal Planet> ou o Discovery Channel . Observando o comportamento dos animais do mundo real, você vai saber como dar mais realismo ao comportamento dos animais em sua campanha, mesmo se você usar táticas ou hábitos de animais diferentes daqueles que você está usando.
O principal dessa questão é “entrar na mente do animal” para que você possa lhe dar a “natureza animal” que o vai separa de ser apenas mais um monstro. Animais irão agir não porque são maliciosos ou malvados e sim porque estão seguindo uma motivação mais primal – fome, proteção de território, proteção de sua cria ou até mesmo medo. A maneira como eles agem pode ser derivada de suas motivações e suas táticas irão se adaptar à situação.
Um animal que ataca por fome irá provavelmente se concentrar na montaria ou no animal de carga, ou no menor membro do grupo tentando matar o mais rapidamente possível e fugir com sua presa. Se ele não puder carregar a carcaça, ele irá fugir e esperar que o grupo deixe o cadáver no lugar para ele poder se alimentar depois. Se ele estiver com muita fome, ele poderá tentar proteger sua caça, com receio que queiram roubar sua comida. Se um animal estiver defendendo seu território, ele provavelmente irá ficar escondido, observando o grupo de longe, esperando que eles saiam do seu território por conta própria. Ele poderá também tentar assustar o grupo com rugidos.
Você pode também suplementar as táticas básicas dos animais com novos talentos e habilidades que podem ser apropriadas para os métodos de combate usados pelos animais. Para alguns animais, como aqueles que tentam afugentar outra criatura para longe de seu território, ataques serão rápidos e seguidos de uma rápida retirada. Você poderia razoavelmente garantir para certos animais o talento Deslocamento (que poderiam ser somados ou não aos talentos Esquiva ou Mobilidade) se você julgar que essa seria a tática padrão do animal. Animais que estão defendendo seus filhotes podem primeiro tentar afugentar os intrusos e depois retroceder para algum abrigo que esteja disponível e em seguida atacar com grande ferocidade (talvez equivalente à habilidade especial Fúria dos bárbaros), se o grupo insistir em ir atrás de suas crias. Animais podem ser muito perigosos nesse caso. Um exemplo seria um leão defendendo sua cria.Preste atenção na ataque especial Bote do leão, que está na página 278 do Manual dos Monstros 3.5 e imagine ela em conjunto com a habilidade especial de Fúria dos bárbaros!
Animais que atacam em grupos, como os lobos ou os chacais, poderiam ganhar uma habilidade que funcione como o talento Combater em Dupla do livro Punhos e Espadas (pág.6) para representar sua familiaridade com tácticas de flanqueamento do inimigo. O uso de tais elementos nos animais poderá trazer a tona suas qualidades particulares, mas irão fazer com que esses animais fiquem muito mais perigosos em combate. Você deverá então, ajustar os Pontos de Experiência e o Nível de Desafio do encontro de acordo com as novas habilidades dos animais.
A razão principal para incorporar animais como algo regular em sua campanha é o fato que eles são a razão da existência de um grande número de classes, perícias, talentos, magias e itens mágicos no jogo. Se um grupo raramente encontra animais, ninguém irá se importar em gastar pontos de perícia em Adestrar Animais (a não ser para ter um bônus de +2 de sinergia para testes de Cavalgar) ou preparar a magia Falar com Animais ou até mesmo se importar em pegar níveis nas classes de Druida ou de Ranger (ou classes de prestígio ligadas a animais).
Ao mesmo tempo, um personagem que tenha devotado perícias, talentos, magias ou níveis de classe em áreas ligadas a animais podem sentir que eles foram prejudicados, porque um grande número de suas habilidades poderão nunca entrar em jogo. Pense em um jogador que tenha um clérigo em um mundo que não tenha nenhum morto - vivo, ou um ladino que viva em um mundo onde todas as criaturas são imunes a ataques furtivos e a danos críticos! Existiriam outras coisas que esses personagens poderiam fazer? Claro, mas ao mesmo tempo, uma parte significante desses personagens seriam invalidades, ou até mesmo restringidas. O mesmo ocorre com as classes ligadas a animais em um mundo sem animais. Um jogo onde os animais são apenas uma parte invisível do cenário, a não ser quando são invocados por meio de uma magia, tem um efeito devastador para rangers, druidas, etc. Essas classes não ficam totalmente inúteis, mas perdem o sentido e parte do seu atrativo.
Olhando do outro lado da mesma moeda, animais são desafios diferentes e únicos para as classes de personagem que não possuem perícias para lidar com eles. Magias de baixo nível que afetam apenas “pessoas” não tem efeito sobre eles, e eles podem facilmente superar magias defensivas com habilidades como Faro (ou simplesmente por ter um alto valor de Observar ou Escutar). Animais normalmente tem uma vantagem em termos de movimento tático sobre os PJs, além de possuírem uma gama variada de ataques, como Rasgar, Atropelar, Bote, Veneno, etc. Tais ataques podem ser muito perigosos para grupos de níveis baixos e médios.
Usar animais regularmente força os PJs a sentir a vida selvagem de seu mundo e a aceitar o fato de que os animais são parte do dia-a-dia. Aqueles que quiserem preparar seus PJs ou seus grupos para enfrentarem animais, hostis ou não, terão mais facilidade de lidar com o perigo das áreas selvagens. Aqueles que escolherem ignorar os animais, acabaram passando por situações desagradáveis.
Fazendo uso regular de animais como parte de sua campanha não força os PJs a criarem classes mais ligadas à sobrevivência na selva, mas lhes dará uma grande variedade de opções e lhes permitirá uma maior gama de escolhas. Como as regras são escritas, animais são uma dessas escolhas, mas assim como as campanhas se desenvolvem, eles frequentemente são esquecidos. D&D é um jogo focado na escolha de prioridades e na possibilidade de escolhas, e usar animais como parte regular do seu jogo irá restaurar a legitimidade dessas escolhas.
Incluindo animais em sua tabela de encontros aleatórios irá ajudar a você manter maior realismo em relação ao ambiente natural do seu mundo de campanha. Isso, por sua vez, irá ajudar aos seus jogadores acreditar mais no seu cenário, aumentando a imersão no jogo e fazendo com que os elementos sobrenaturais do seu mundo de D&D se sobressaiam, deixando as aventuras cada vez mais memoráveis!
CONSELHOS AOS MESTRES 1. Todo reino precisa de um reino animal. O seu mundo de campanha não deve ser só habitado por monstros e aventureiros, assim adicione animais para dar mais vida ao seu mundo. Animais dão mais profundidade para as regiões e criam um ecossistema mais realista.
2. Fantástico ou realistas, eles ainda são animais. Lembre-se que animais em um mundo de fantasia não precisam se comportar exatamente como suas contrapartes no mundo real. Porém não se afaste demais do animal de origem ou você estará criando mais um novo monstro.
3. Entre dentro da mente do animal. Não dê aos animais mais inteligência do que é apropriada mas permita que eles usem seus instintos naturais e suas táticas.
4. Dê aos seus animais táticas eficientes contra aventureiros. Suplemente táticas de animais com talentos ou qualidades especiais quando for apropriado.
5. Animais são necessários para as classes. As regras do D&D descrevem muitas classes (básicas e de prestígio), perícias, talentos, magias e itens mágicos que são ligados aos animais. Se você ignorar os animais, você parcialmente invalidará esses elementos do jogo como escolhas legítimas. Se você inclui animais como algo regular em sua campanha, você restaura a utilidade desses elementos e irá fazer com que os PJs se adaptem à ecologia do seu mundo de campanha.
6. Dê aos Personagens dos Jogadores mais desafio. Aqueles PJs que não tem nenhum treinamento ou relação com os animais irão achar os encontros com animais muito mais desafiadores do que aqueles que sabe lidar com a vida selvagem.
Sobre o Autor: Jason Nelson vivem em Seattle e é um “dono-de-casa” em tempo integral (cuidando de sua filha de 7 anos, seu filho de 4 anos e de seu novo cachorro), um estudante de meio-período (trabalhando em seu Doutorado em políticas de educação) e um ativo e compromissado cristão. Ele mestra um jogo de D&D semanalmente além de ter acabado de completar uma campanha de sete anos de Ad&D (muito modificada) em Forgotten Realms. Ele começou a jogar D&D em 1981, e também joga uma campanha quinzenal com a versão em D&D de seu primeiro personagem, (Tiaden Ludendorff, um paladino psiônico), criado há 21 anos atrás!
Leia os artigos anteriores nos links abaixo:
Atrás do Escudo 6 : “Lidando Com Os Conflitos!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2643
Atrás do Escudo 5 : “Conheça as regras!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2545
Atrás do Escudo 4 : “Surpresas nas campanhas!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2515
Atrás do Escudo 3 : “Variedade nas Campanhas!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2456
Atrás do Escudo 2 : “As bases de um bom jogo!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2421
Atrás do Escudo 1 : “Conheça a si mesmo!” www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2377
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| Jiyuu_Okami |
Publicado: 09/06/2005 21:36 Atualizado: 09/06/2005 21:36 |
Cavaleiro   Usuário desde: 25/5/2005 Localidade: Salvador - BA Mensagens: 137 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! Ótima dica. Vou aproveitar para mostrar pro meu grupo de D&D. Normalmente os animais que surgem nas campanhas são os cavalos (transporte), ratos (masmorras) e lobos (florestas), além dos familiares dos magos, feiticeiros e druidas. Eu não tinha percebido o quanto os animais são bem mais raros que os monstros e as raças (como os goblinoides). Ótima dica.
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| reklu |
Publicado: 10/06/2005 16:45 Atualizado: 10/06/2005 16:45 |
Legendário   Usuário desde: 08/4/2005 Localidade: Mensagens: 1256 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! ora muito bom esse artigo sempre tive dificuldades de por animais nas aventuras isso me ajudará muito, valeu falow.
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| alarion |
Publicado: 10/06/2005 17:00 Atualizado: 10/06/2005 17:00 |
Legendário   Usuário desde: 14/10/2003 Localidade: Rio de Janeiro Mensagens: 721 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! "Animais não são as estrelas principais da sua aventura, nem mesmo como adversários para os PJs em uma campanha de D&D; eles servem mais como apoio aos jogadores, como detalhes para enriquecer e tornar o mundo mais realista. Fazer com que os animais sejam parte do cenário, ficando ?no fundo? da aventura, é a melhor maneira de proceder." Excelente passagem. Principalemnte para se ter um mundo mais verossímil. Os conselhos aos Mestre também trazem ótimas dicas. Muito bom artigo, altamente recomedável.
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| Voltriz_the_God |
Publicado: 10/06/2005 20:28 Atualizado: 10/06/2005 20:28 |
Aprendiz   Usuário desde: 23/4/2005 Localidade: Natal - RN Mensagens: 66 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! olá apreciadores do RPG!
eu sempre acompanho esta coluna de dicas desde q eu conheci a RedeRPG, pq pra mim isto serve sempre mto, já q sou mestre e (sinceramente) + ou - inexperiente. Gosto bastante das informações passadas aqui. VLW mto msm.
VLW a todos.
Helton "Voltiz, the God" Duarte Jogador/Mestre fanático de RPG.
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| vincer |
Publicado: 11/06/2005 09:48 Atualizado: 11/06/2005 09:48 |
Cavaleiro   Usuário desde: 03/7/2004 Localidade: Barbacena MG(apesar de eu ser carioca...) Mensagens: 155 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! Muito boa a matéria, apesar de quase tudo nela eu já fazer... O interessante é que ela na verdade me atentou de que preciso definir nos meus cenários os animais para cada região, uma coisa que eu sempre fazia de forma muito aleatória... Ótima coluna.
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| Nitro |
Publicado: 11/06/2005 22:05 Atualizado: 11/06/2005 22:05 |
Mestre do Jogo   Usuário desde: 30/9/2003 Localidade: Belo Horizonte Mensagens: 159 |
 Re: Atrás do Escudo : Animais nas Campanhas! Obrigado pelos comentários, eu procurei esses textos para traduzir no site da Wizards porque achei-os muito úteis para os mestres da nossa terra. Fico feliz que estejam gostando! O próximo Atrás do Escudo (que aparece aqui na RedeRPG de 15 em 15 dias) será sobre religião e deuses na campanha: como administrar, como introduzir, como desenvolver, etc. Espero que gostem! Um abraço do Nitro (tradutor do Atrás do Escudo :) www.nitro.blogger.com.br
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