Métodos pouco ortodoxos (e que funcionam) para se colecionar RPGs

Um dia desses eu assisti um vídeo tutorial sobre como comprar livros de RPG, eu o achei bem interessante, mas ele se atém muito às editoras já conhecidas e aos livros mais mainstream. Mas uma boa coleção de RPG não é feita apenas de livros famosos e de lançamentos, ela passa por livros estranhos, importados e, é claro, livros raros. A minha ideia com este artigo é dar algumas dicas de como se tornar um colecionador de RPG, acima de tudo, sem gastar muito. Eu pessoalmente tenho uma coleção que não faz vergonha e devo ter gasto nela 20% do

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Sistemas de RPG e Preconceito

Uma das coisas mais comuns que vemos e sequer notamos é o preconceito interno estabelecido entre jogadores de todos sistemas de RPG. Pode parecer bobagem ou invenção, mas observemos a realidade: 1- A grande maioria dos narradores e jogadores de GURPS já ouviu as seguintes frases: É muito complicado; tem que jogar com calculadora do lado; tem regra até para tapar buraco (essa confesso que já usei bastante em argumentações “anti-gurps”); só dá pra jogar se gostar muito de matemática; etc. 2- Jogadores e narradores de Dungeons & Dragons (de qualquer edição) e a maioria dos cenários de fantasia medieval

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A História e o RPG : Ordens de Cavalaria

Um dia desses, me toquei de uma coisa óbvia: eu poderia escrever artigos de História para a Rede. Não só sou historiador e tenho minha pequena biblioteca pessoal, como não há lugar melhor para se falar disso do que num site de RPG. Aprendi na prática que o curso de História da universidade pode te dar toneladas de idéias para histórias e aventuras, como mencionei no meu artigo sobre a imaginação. Idéias para artigos não faltam. São tantas as minhas paixões pela história que até hoje não consegui definir minha especialização. Por isso, esperem no futuro artigos sobre todas as

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Até onde levar a interpretação?

Quando jogamos há pouco tempo, o mais comum de acontecer é narrarmos, ou participarmos de situações simples, ora do cotidiano ora a exaltação de características que gostaríamos de possuir, exemplos disso são ações como conquistar aquela garota linda da escola ou realizar um sonho de criança de ter super-poderes e se tornar um herói na cidade. Com o passar dos anos e da experiência de jogos, fica claro que estes temas recorrentes não são mais tão interessantes quanto o eram no princípio, criando um aprofundamento natural tanto nas situações propostas pelo narrador quanto nas histórias dos personagens. Como o amadurecimento

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Como agradar uma jogadora

Você está cansado de jogar RPG tendo que olhar aquele seu amigo barbudo e chamá-lo de meu amor, porque ele está interpretando sua amada e bela esposa? Ou então ter que imaginar que aquele cara cheio de espinhas é uma bela elfa de carisma alto? Então preste atenção neste artigo e aprenda a conquistar as tão procuradas jogadoras de RPG. Muitos de nós, jogadores, já nos deparamos com frases como: “RPG é só isso?” ou então, “Vocês ficam fazendo isso a tarde toda?”, e, na maioria dos casos, elas são proferidas por garotas, as vezes namorada, as vezes amigas, que

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Monte Cook e suas 101 ideias para aventuras em outros planos

Monte Cook escreveu 101 ideias para aventuras em outros planos, e nós as publicamos originalmente no antigo portal em 26 de dezembro de 2004, onde elas tiveram 6859 leituras. Confiram o quanto elas ainda são úteis para os seus jogos, na tradução original feita por Érica “Tuz”. * * * Costumamos dizer que os planos são cheios de possibilidades. Para comemorar o lançamento do livro Beyond Countless Doorways este mês, decidimos incentivar a exploração destas possibilidades. Assim, aqui estão 101 ganchos para dar início à sua aventura planar. Algumas são idéias independentes, enquanto outras funcionam com os planos de Beyond

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Espaços Sagrados para jogos de RPG

Imagino ser ponto comum que a Religião esteja presente na grande maioria dos RPGs. Em D&D, Tagmar e outros mundos de fantasia, temos a magia clerical e os paladinos. Nas linhas Storyteller e Storytelling há cultos e ritos dos mais variados, tanto contemporâneos como antigos. Abordagem que também é encontrada em Call of Cthulhu, por exemplo. Sagave Worlds tem regras para poderes clericais, assim como o Gurps que inclusive destinou suplementos dedicados ao assunto, como Religions e Voodoo. E mesmo jogos sem este apelo ainda assim tem algum aspecto religioso: acaso não existem igrejas num mundo ciberpunk ou cultistas em

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Para quem precisa de conceitos básicos: Polícia para jogos de RPG

Comissário Gordon. Alex Murphy. John MacClane. Capitão Nascimento e Tenente Matias. Jill Valentine, Chris Redfield e os demais componentes do S.T.A.R.S. Todos estes personagens tem algo em comum. Juraram “servir e proteger”. São policiais, agentes da lei cuja missão é garantir a segurança aos cidadãos. São, também, grandes personagens de filmes, games e outras mídias. Personagens que deixaram e ainda deixam milhares de fãs pela sua bravura e heroísmo no cumprimento do dever. A própria polícia em si é uma grande fonte de inspiração, como vemos em seriados como SWAT e CSI. Longe de pretender esgotar tão complexo assunto, teremos

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Garotas e o RPG

Uma coisa muito curiosa é que a maioria dos rpgístas são homens, o que não significa que as mulheres não tem espaço nesse entretenimento. Algumas meninas, como eu, gostam de exercitar sua criatividade, criando textos e histórias, bem como enredos complexos onde pessoas possam se envolver e interagir e, incrivelmente, isso faz parte do RPG! Utilizando o programa RRPG, que pode ser baixado gratuitamente pelo site ^^ (http://www.rrpg.com.br/) eu mergulhei nesse universo de mesas virtuais e RPGístas que optam por utilizar um programa online ao invés de jogarem mesas presenciais, por muitos motivos distintos, dentre os quais se destaca a

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Escrevendo Aventuras – O Foco

No primeiro artigo que foi traduzido, Como Iniciar uma Campanha – Construindo uma Cidade, eu mencionei que ele era o segundo de uma linha de cinco artigos. Porém, lendo com mais calma, eu percebi que o trabalho da Dru é mais coeso que apenas uma lista de artigos. Vários artigos mencionam outros escritos por ela, sendo que estes se referem a terceiros, criando uma rede de artigos bem enraizada. Tentarei ao máximo traduzir os artigos priorizando mais o assunto do que a cronologia, porém em alguns casos, como este aqui, precisarei remeter a um artigo não linear para que a

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Manifesto em defesa dos Mestres: Nós temos o direito de nos divertir também!

Antes de mais nada, gostaria de alertar que este artigo já leva em consideração os deveres dos Mestres de RPG. Ele deve divertir os jogadores, ouvi-los acerca dos seus desejos, dialogar com eles antes de começar a campanha, contemplar seus personagens inserindo-os na trama, não ser tirano na aplicação e interpretação das regras e estar aberto a sugestões. Os jogadores não são súditos do Mestre a fazer somente sua vontade, muito menos os personagens dos jogadores são vítimas dos monstros e vilões dele e nem expectadores diante dos seus NPCs (erro mais comum e extremamente infantil)[1]. Todavia, a questão dos

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