Quarteto Fantástico, o filme: É, é muito ruim mesmo… (crítica)

É, amigos… Algum tempo atrás fui atacado por alguns por não acreditar nessa nova imagem “politicamente correta” do Quarteto Fantástico. Poderia aqui ficar horas e horas falando sobre criação de personagens, de uma equipe, da caracterização necessária para que quatro pessoas com diferentes passados se tornem O QUARTETO FANTÁSTICO, mas vou me tentar (SEM SPOILERS! Ou quase…) explicar o que foi o filme do Quarteto Fantástico. Esse novo filme da 20th Century Fox em conjunto com o diretor/escritor Josh Trank (Poder sem Limites) é de um blasé (sim, blasé – google it!) que chega a assustar! Não há conexões entre

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João e Maria: Caçadores de Bruxas

É difícil escrever e ou mesmo ver um filme com um nome não muito convidativo, mesmo em inglês o nome Hansel and Gretel também não soa muito melhor. Pelo título imaginei alguma coisa mais bobinha com muitos docs filmes adaptados de contos de fadas. João e Maria: Caçadores de Bruxas escapa bastante da temática familiar destes filmes. Gostei mais do que todas as adaptações de contos de fadas que já vi. O roteiro é ágil e carregado de violência. Li que o diretor tentou trazer para o filme a sensação de brutalidade dos contos de fadas tradicionais. Eu já escrevi

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O Homem com Punhos de Ferro

Este filme foi lançado o ano passado e chegou agora em DVD no Brasil. É um filme estranho e me fez refletir até mesmo em algumas coisas que eu escrevo. Li muitas críticas negativas, mas não sei se concordo. O Homem com Punhos de Ferro cumpre o que poucos filmes conseguem atualmente, diversão despretensiosa. O Homem com Punhos de Ferro apresenta uma narrativa clara. É uma história de briga de gangues em uma cidadezinha chinesa. As gangues são representadas por animais, há a gangue do lobo, do leão, etc. Há também a gangue das prostitutas lideradas pela personagem de Lucy

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Aliens – Crítica

Sem grandes opções no cinema fui obrigado a voltar aos clássicos. Escolhi este filme, que já vi inúmeras vezes, um clássico de ficção científica. Aliens é um exemplo de continuação que funciona. Um dos maiores problemas dos executivos de Hollywood é fazer sequências que funcionem. Estes caras odeiam acima de tudo perder dinheiro e sempre são receosos em relações a continuações. Um dos maiores sucessos de continuação é o filme O Império Contra Ataca, para muitos o melhor filme de Star Wars. Uma das razões de seu sucesso é o diretor falecido Irvin Kershner, que foi capaz de transformar Star

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Somos tão jovens – Crítica

Fui enganado pelo trailer de Somos tão jovens. Não gostei muito do trailer e fui ver o filme com algum preconceito. Acabei surpreso com o resultado. Embora o filme não seja perfeito, ele apresenta uma narrativa sólida que obriga o espectador a pensar. Somos tão jovens mostra a história de Renato Russo. O caminho mais fácil para contar a história seria realizar um filme biográfico padrão, contando o começo, meio e fim da vida do compositor. Flashes de sua infância, os conflitos do sucesso, ascensão e queda, problemas com drogas. O espectador comum esperava isto, um apanhado geral da carreira

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A Morte do Demônio (The Evil Dead) – Crítica

Eu tento gostar dos filmes. Eu vou assisti-los com boa vontade, mas infelizmente não posso me enganar e enganar o leitor. Não encontrei muitas qualidades em A Morte do Demônio. A Morte do Demônio é um remake de The Evil Dead, o primeiro filme do diretor Sam Raimi. Os filmes da série Evil Dead são muito legais e encontram-se em algum lugar entre o horror e o cômico. Se você não viu os filmes originais está na hora de ver e conhecer. Um dos pontos que não gostei deste filme novo é a falta de humor. Talvez o diretor uruguaio

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Oblivion – Crítica

Não esperava nada de Oblivion quando comecei a ver o filme após uma longa série de anúncios que deveriam ser banidos do cinema. Minhas impressões começaram a mudar quando o filme iniciou-se. Oblivion é dirigido pelo mesmo diretor de Tron: O Legado. Há diversas semelhanças entre os dois filmes e não se trata apenas da questão visual. O diretor impõe um ritmo lento em seus filmes e dá espaço a contemplação dos objetos em cena. O diretor Joseph Kosinski permita que o espectador observe as imagens que apresenta com certa dúvida e estranhamento. Algo raro entre os diretores contemporâneos, especialmente

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Jack – O Caçador de Gigantes

Fui ver este filme com alguma esperança que poderia ser divertido. Não vou dizer que é tão ruim, mas está longe de ser bom, mesmo como um Conto de Fadas. O velho Fúria de Titãs, não o novo, é um exemplo de filme que se apresenta como um certo tipo de narrativa e cumpre seu papel. É um filme que se apresenta como mitológico e cumpre mais ou menos o seu objetivo. Este Jack é uma interpretação da história do João e o Pé-de-Feijão. Jack é um jovem inocente que se apaixona pela princesa e acaba completando uma série de

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Oz, Mágico e Poderoso. O que falar?

Este filme faz parte desta nova onda de adaptações de contos de fadas. Começou de uns cinco anos ou menos para cá. O primeiro filme da saga Crepúsculo pode ser considerado um marco desta nova onda. São filmes que às vezes tentam apelar para um público mais adolescente ou podem também tentar fazer algo mais geral que agrade diversas faixas etárias. É inevitável comparar Oz como o filme Alice no País das Maravilhas de 2010. Ambos os filmes são dirigidos por bons diretores e realizados pela Disney. A estética também é similar. Mundos extremamente coloridos e fantásticos, personagens humanos que

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Dredd – Crítica

Estava procurando algumas indicações de bons filmes de 2012 quando li algumas críticas positivas do filme Dredd. O filme baseia-se em um mundo futurista de extrema violência em que policiais tem poder para condenar criminosos no próprio local. O Dredd do título é um destes policiais ou juízes. Aqui não enrolações ou rodeios. Um dos filmes mais diretos que vi nos últimos tempos. Não há alívios cômicos, dramas ou mesmo a construção de uma trama que culmine em um grande clímax. O diretor mostra um problema e o filme baseia-se na resolução deste problema: Dredd e uma juíza novata ficam

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Tagmar e seus 20 anos

O primeiro RPG nacional completa 20 anos, marcados pela polemica, coragem e pioneirismo. Amado, refutado, difamado, (in?)justamente(?) criticado, dado como morto, ressurreto, fracassado, triunfante … todos estes termos podem se aplicar a Tagmar e, ao mesmo tempo, são incapazes de defini-lo por completo! O título do artigo pode denotar que se trata das inovações trazidas pelo projeto Tagmar II nos últimos anos, mas na verdade não é exatamente isto. Uma das funções do historiador é dialogar com o passado refletindo não somente o que havia de permanente, mas também de originalidade, é buscar aquilo que ficou encoberto, é lançar luz

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Mundo das Trevas, Post Mortem.

Resenhas em geral, são feitas aproveitando-se da novidade. No caso dessa série de artigos, os livros do Novo Mundo das Trevas (nMdT) serão analisados anos após seu lançamento. Afinal, podemos agora comparar melhor os livros sob outra luz, inclusive mais objetiva e justa, em relação ao Antigo Mundo das Trevas (aMdT). Como a série pretende tratar de livro básicos e de linhas de livros que não foram lançadas ainda em português, optei por utilizar uma mistura, dando os nomes em português dos sistemas que já foram traduzidos e em inglês aos que ainda não foram (evitando uma tradução não-oficial). O

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Arquivo REDERPG: 7th Sea: Fantasia em Capa e Espada

Com este novo portal, muita coisa mudou na organização e demos uma grande “enxugada” nos setores de RPG, deixando-os mais de acordo com a atual realidade do nosso mercado. Contudo, aos poucos vamos resgatando para as novas gerações de jogadores jogos que saíram de linha, mas que valem muito a pena serem jogados, se um dia alguém tiver a oportunidade. Um dos meus RPGs favoritos – talvez o meu favorito – é o 7th Sea. Confiram a seguir uma resenha que fiz para a extinta Dragão Brasil, e que depois foi republicada no antigo portal.   7th Sea: Fantasia em

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Sim, eu falo mal de Justin Bieber, BBB e Tormenta. E explico por que…

O termo fenômeno vem do grego phainestai e significa aparecer. Então, fenômeno é qualquer coisa da qual possamos ter consciência. Na linguagem coloquial, acabamos por adotar “fenômeno” como aquilo que se destaca, que é notável não por ser passível de ser notado, mas por se destacar entre os demais. Entretanto, as coisas se destacam por diversos motivos e, mesmo que concordemos que se destacar é um mérito em si mesmo, o ato de destacar-se não denota uma qualidade intrínseca daquilo que se destacou. Pra começar, porque se destacar é um golpe de sorte. Não estou desmerecendo o esforço envolvido no

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Tormenta RPG e Valkária: Como fragmentar um sistema fragmentado

Desde que a OGL foi criada, diversos jogos foram lançadas contendo modificações que adaptavam o sistema D20 da 3ª Edição à ambientação apresentada. Desde os mais diretos como Rokugan d20, que trazia novas classes, armas e monstros; até os mais inovadores como BESM d20, que repensava as classes e apresentava um sistema diferenciado para englobar a magia dos mundos de anime e mangá. No Brasil não foi diferente e houve diversos suplementos e ambientações lançadas e/ou convertidas pra o sistema d20: Crônicas Da Sétima Lua, Crônicas de Avalon, Vikings, Mítica e Tormenta, até então o RPG nacional de maior repercussão

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