Como jogar um bom jogo de RPG: Fazendo bons Personagens!

O que faz um jogo de RPG ser bom? Muitos podem dizer: “Ah, a diversão. Se o jogo foi divertido, foi um bom jogo!” Bem, ser divertido é o propósito de qualquer jogo, seja futebol, pique pega, xadrez, buraco, damas, Counter Strike ou League of Legends. Se o jogo foi divertido, ele cumpriu o mínimo necessário para não ser um desperdício de tempo, afinal ninguém quer dispender horas de seu lazer em algo que não seja, pelo menos, divertido. Ser divertido não é o que faz um jogo de RPG ser bom. Sabe aquele filme cujas cenas lembramos por horas,

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Como jogar um bom jogo de RPG: Tornando-se um bom Jogador!

Contadores de Histórias “Um grupo de amigos está reunido para jogar uma sessão de Lenda dos Cinco Anéis. Em determinado momento da aventura, o Narrador diz: ― Vocês estão seguindo pela estrada para Ryoko Owari quando, em sentido contrário, avistam um camponês ancião com uma sacola que parece ser de arroz nas costas. Um dos jogadores declara: ― Eu saco minha katana e ataco!” O exemplo acima é, sem sombra de dúvidas, extremo, mas que Narrador nunca viu algo assim em suas mesas de RPG? Eu já vi, muitas vezes… Outra coisa que já vi foram artigos, inúmeros, com dicas

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Trabalhando com Histórias Adaptadas

Lok’tar! Já leu um livro ou assistiu aquele filme e imaginou “poxa, daria uma excelente campanha de RPG…” Pois então, nesse artigo vou te incentivar a criar campanhas baseadas nessas histórias. Para o básico você vai precisar da história, protagonista e antagonista, desfecho da história e pontos que contribuem para a aventura. Você também pode incluir pericias, magias e classes. Um exemplo bem interessante que posso dar é inspirado na série de romances do Percy Jackson: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/forum   Filmes que podem influenciar ou inspirar campanhas maravilhosas – Stardust, O Mistério da Estrela Cadente: Trata-se da saga de um jovem rapaz

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Mundo das Trevas, Post Mortem.

Resenhas em geral, são feitas aproveitando-se da novidade. No caso dessa série de artigos, os livros do Novo Mundo das Trevas (nMdT) serão analisados anos após seu lançamento. Afinal, podemos agora comparar melhor os livros sob outra luz, inclusive mais objetiva e justa, em relação ao Antigo Mundo das Trevas (aMdT). Como a série pretende tratar de livro básicos e de linhas de livros que não foram lançadas ainda em português, optei por utilizar uma mistura, dando os nomes em português dos sistemas que já foram traduzidos e em inglês aos que ainda não foram (evitando uma tradução não-oficial). O

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