D&D 5ª Edição: Unearthed Arcana: Armadilhas, Revisado

Armadilhas, como criá-las e sobreviver a elas são o foco da Unearthed Arcana desta semana, que expande as regras para armadilhas do Dungeon Master’s Guide. Nós convidamos vocês a lerem estas novas regras, a usá-las em suas mesas e verem se gostam. Para usar esse material oficial traduzido, basta clicar no link abaixo: Unearthed Arcana – Armadilhas, Revisado  

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D&D 5ª Edição: Unearthed Arcana: Construção de Encontros

Essa edição de Unearthed Arcana apresenta um conjunto alternativo de instruções para a construção de encontros para D&D. Apesar dessa abordagem usar a mesma matemática básica que define o sistema de encontros apresentado no Dungeon Master’s Guide, ela faz alguns ajustes no modo como apresenta a matemática para produzir um sistema mais flexível. Esse sistema de construção de encontros assume que, como Mestre de Jogo, você quer ter um entendimento claro da ameaça representada por um grupo de monstros. Vai ser do interesse de qualquer Mestre que queira enfatizar o combate em seus jogos, que queira se assegurar que um

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4ª EDIÇÃO E A MORAL

Afinal, deve existir uma no fim da masmorra… Dentre as reclamações sobre o sistema de combate da 4ª, está o tempo que os combates consomem da aventura. Em um grupo de seis jogadores é quase impossível conduzir uma aventura com 6 encontros em menos de 6 horas, e mesmo em grupos menores (ou usando menos encontros durante a aventura) o tempo nunca é suficiente. Algumas soluções foram apontadas de imediato nos primeiros meses da 4ª: reduzir a quantidade de PV’s dos monstros, aumentar o dano, utilizar menos encontros, mas de Nível de Desafio maior (estratégia que já era usada na

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Turbinando os mortos vivos

Em tempos de “zumbimania”, em grande parte por conta da excelente série de TV por assinatura The Walking Dead, o Arquivo REDERPG deste mês também é sobre o tema. Turbinando os mortos-vivos foi um artigo escrito pelo Tzimisce para a edição 94 da extinta revista Dragão Brasil. Ele depois foi publicado aqui no portal, assim como um artigo web-enhacement dele, respectivamente em 4 de julho e 5 de agosto de 2003. Embora as indicações de mecânica de jogo sejam para D&D 3.0, os dois artigos ainda são muito úteis, trazendo indicações de como tornar seus mortos-vivos mais ameaçadores, e que

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Annunakin – Os Demônios da Escuridão

Saudações, heróis! Enquanto Reia: O Califado está sendo finalizado, um dos autores do livro, o Gervasio Filho, traz para vocês mais um novo monstro do cenário, que pode ser usado em qualquer aventura de fantasia: Annunakin, os Demônios da Escuridão. O Nível de Desafio da criatura é o usual para cenários com o padrão de jogo de D&D. Em Reia, o Mestre deve avaliar se aumenta em 1 o ND deste monstro, conforme for mais adequado em relação ao grupo de Personagens dos Jogadores de sua campanha. Annunakin – Os Demônios da Escuridão Extra-planar (Médio -Incorpóreo, Mal, Planar) Dado de

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O Califado: Novo Monstro: Flagelo do Deserto

Saudações, heróis! Enquanto Réia: O Califado está sendo finalizado, um dos autores do livro, o Gervasio Filho, traz para vocês um novo monstro do cenário, que pode ser usado em qualquer aventura em ambientes desérticos: o flagelo do deserto. O Nível de Desafio da criatura é o usual para cenários com o padrão de jogo de D&D. Em Réia, o Mestre deve avaliar se aumenta em 1 o ND deste monstro, conforme for mais adequado em relação ao grupo de Personagens dos Jogadores de sua campanha. Flagelo do Deserto Besta Mágica (Grande – Terra) Dados de Vida: 8d10+24 (56 PV)

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Cloverfield, O Monstro (Multisistema)

Cloverfield é o filme recentemente em cartaz cujo roteiro e produção é de J. J. Abrams, o mesmo criador da série Lost. Ele é sobre um monstro gigantesco – que não se sabe de onde vem – que ataca e aterroriza Nova York nos dias atuais. A história do filme é contada sob o ponto de vista de um grupo de amigos, pessoas comuns no meio de uma situação inimaginável: há um certo tom “cthulesco” no monstro e na história. A REDERPG traz para vocês nesta Bestiário, a ficha do monstro de Cloverfield e de seus “servos” para vários sistemas,

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Os Elfos Negros de C7L – Parte II

Confira a seguir a continuação da Coluna C7L de março, apresentando a terceira versão dos elfos negros de Crônicas da 7ª Lua: os elfos das sombras. E a ilustração de Fábio McBaltz para as três raças de elfos negros de C7L. Elfos das Sombras Elfos das Sombras? Claro… e você também acredita que paladinos espirram se alguém falar uma mentira na frente deles e que feiticeiros tem pés fendidos por debaixo de seus mantos, né?. (Típica reação à menção de elfos das sombras em uma taverna do Império.) “Devanthar, Ó Guardião dos Portões de Ossos, proteja-me da Sombra. Livrai-me da

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Nível de Encontro em Réia

Saudações, heróis! Conforme já comentamos várias vezes, Réia é um cenário com menos itens mágicos que o padrão normal do Sistema d20. Criá-los na ambientação é mais difícil e custoso, e os seus personagens não irão encontrar nenhuma “lojinha de itens mágicos” em cada esquina de alguma grande cidade do continente de Eurone. Isto significa que os seus personagens serão mais “fracos” e terão menos opções do que personagens do mesmo nível de outros cenários d20. Com isso, é necessário o Mestre equilibrar adequadamente o Nível dos Encontros com o nível de poder real do grupo de Personagens dos Jogadores.

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Parasita Astral (Multisistema)

Parasitas Astrais são grandes e bizarras criaturas aracnóides sobreviventes de um plano dimensional destruído pelos deuses durante a criação do plano material. Segundo antigos magos elfos, tais seres vagam pelo plano etéreo alimentando-se de mana, sendo atraídos por grandes concentrações de energia mística. De acordo com relatos de sobreviventes ao seu encontro, quando grandes rituais místicos ou arcanos são realizados, a criatura surge de um portal atacando ferozmente os presentes no local. Seu corpo de coloração clara e opaca parece ter a pele sempre umedecia por uma estranha substância viscosa. Sistema Tagmar 2 Em combate, o Parasita Astral usa suas

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Ômenom, o Dragão Vampírico (multisistema)

“Ariod se debateu inutilmente contra as mandíbulas do dragão. A dor aguda que sentia gradualmente se transformava em torpor. Seus músculos já não mais respondiam à sua vontade de se libertar, apenas tremiam em espasmos involuntários cada vez menos freqüentes. Após alguns segundos tudo estava calmo. Ariod chorava silenciosamente por sua derrota, e implorava aos deuses para que algum dia pudesse se encontrar com sua família na outra vida.” da Saga dos Bravos, tomo de histórias dos gigantes da tempestade A História de Ômenom Ômenom, por centenas de anos, foi um dragão verde comum chamado Gixachuak. Era maligno, curioso, vivia

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Fungo Incandescente (Multisistema)

“Encontrados especialmente em áreas vulcânicas, teoriza-se que os fungos incandescentes foram criados por uma seita druídica de azers. Acredita-se que estes anões de fogo tentaram invadir nosso mundo no passado, realizando incursões nas áreas mais quentes. Entretanto, ao escravizar e raptar a população dos arredores para seus domínios ígneos, os azers perceberam que a escassez local de alimentos prejudicaria a manutenção de sua mão-de-obra. A resposta a este dilema foi a criação de uma forma de vida que suprisse as necessidades dos mortais e que sobrevivesse às inóspitas condições ambientais.” “Se realmente ocorreram estas incursões do plano do fogo, elas

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Kurapsu (Multisistema)

“Fuja e alerte meus irmãos! Estou condenado contra esta besta, que não descansará até provar da minha carne!” – Últimas palavras de Azgaladorn, dragão de bronze adulto, a seu servo humano. Esta imensa criatura que apareceu subitamente no ar assemelha-se a um dragão, a não ser pela ausência de patas. Seu corpo é esguio, suspenso por asas coriáceas de grande envergadura, enquanto a cauda termina em um ferrão curvo e comprido. A cor cinza-chumbo de sua pele é uniforme, exceto nas membranas das asas, onde o tom é preto como piche. Na cabeça, placas ósseas se alongam na parte superior,

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Mor Oedis, de C7L (multisistema)

Mor Oedis, Hierofante Profano da Ordem Negra de Ur-Akthar, Rei Obsidiana dos Clãs Drasendhor e regente do Protetorado de Ur-Akthar “Saibam todos aqueles que seguem os passos negros dos abismos e contemplam a dança rubra de Farnax. Escutem todos aqueles que contemplam os ensinamentos proibidos e entoam os cânticos féis… Um Rei há de vir! Um Rei Negro como As Chamas Que Devoraram os Deuses. Um Rei Frio como o brilho de Urásia e Poderoso como a gigantesca Zaman. Um Rei de Obsidiana! Sua Mãe será a Guerra e seu Pai o Oculto e ele sorverá do Sangue de Ur-Akthar

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Centauro da Lua Nova (lápito) – Multisistema

“Mercenários terríveis, carnívoros que devoram seus oponentes caídos e abominados por seus análogos silvestres; os centauros da lua nova provam em suas investidas a razão de serem tão temidos e cobiçados pelas nações.” – Ensinamentos de Lucina Guinel, tutora da guarda canônica. Sistema D20 Centauro da Lua Nova (lápito) Humanóide Monstruoso (Grande) Dados de Vida: 5d8 +15 (37 PV) Iniciativa: +1 Deslocamento: 10,5 m (7 quadrados) Classe de Armadura: 20 (-1 tamanho, +1 Destreza, + 5 natural, +5 armadura montada de cota de malha), toque 10, surpreso 19 Ataque Base/Agarrar: +5/+14 Ataque: Corpo a corpo: lança montada obra-prima +10 (dano:

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