Cat, o RPG sobrenatural de John Wick sobre gatos!

Você está em casa, tranquilamente curtindo um seriado ou um bom livro. Do seu lado, enrolado e quieto, está seu gato doméstico. De repente, as orelhas dele se movem. Ele se agita no sono. Acorda. Olha fixamente para um ponto no espaço. Curioso, você olha para lá e não vê nada. Faz uma carícia no bichano, mas ele se agita, e dá um bote… no nada. Você ri, pensando: “que bicho maluco”, enquanto ele, satisfeito, se aconchega junto de você, requisitando o mesmo carinho que rejeitou ainda agora. Você nunca vai saber, mas nesse meio tempo, seu gato recebeu uma

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Kingdom: um RPG dinâmico, sem narrador

Kingdom é um RPG sobre comunidades que foi  criado por Ben Robbins em 2013. Nele, cada jogador interpreta uma pessoa influente na comunidade (o tal “reino” do título), e juntos eles decidem seu destino. Além disso, os próprios jogadores narram o jogo, alternando cena a cena. Com todo esse poder nas mãos dos jogadores, a supremacia da comunidade parece inevitável, mas não é bem assim. Interesses diferentes e perspectivas contraditórias conspiram o tempo todo, e cada um pode ter uma opinião diferente sobre o que é melhor para a comunidade. Palco O cenário do jogo não é fixo, sendo criado

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Savage Worlds: Weird Wars: Weird War II (resenha)

“…Iremos até ao fim. Lutaremos na França. Lutaremos nos mares e oceanos, lutaremos com confiança crescente e força crescente no ar, defenderemos nossa ilha, qualquer que seja o custo. Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; nunca nos renderemos…” – Winston Churchill, 4 de Junho de 1940. Weird War II (ou Segunda Guerra Estranha) é um RPG de guerra e horror para o sistema Savage Worlds (SW) que se passa na Segunda Guerra Mundial e segue a linha Weird Wars da Pinnacle, que conta com outros jogos (Weird Wars One, Tour

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13ª Era RPG (resenha)

Pergunta: o que acontece quando você mistura Vecna, três cabeças de Tiamat, Mordenkainen, joga ali um pouquinho de Senhor dos Anéis, e mistura tudo em um cenário que tem vários dos clichês mais comuns do RPG de fantasia medieval? Resposta: 13ª Era. O JOGO 13ª Era é um jogo bem no estilo D&D, com aventureiros, magia e dragões, publicado em 2013. E claro, masmorras. Aqui, no entanto, o jogo é tão exagerado que até as masmorras podem ser encontros aleatórios. (Sim, você leu certo. Masmorras podem literalmente brotar do chão). A proposta dos criadores, que participaram tanto da 4ª Edição

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Pathfinder RPG: Horror Adventures (resenha)

REGRAS DO JOGO (Critérios de Avaliação) O FATO: Qualquer RPG só precisa de regras básicas e antagonistas. Todo suplemento é opcional. Logo, toda avaliação é subjetiva. Todo suplemento se caracteriza pelo seu BÁSICO, é BOM, MAL, FEIO e ESTRANHO em maior ou menor grau. O BÁSICO: Aqui vão as informações físicas do suplemento. O BOM: Porque seria legal você ler ou ter este suplemento. Hora de louvá-lo. O MAL: Porque este suplemento é ruim para você. Hora de criticá-lo. O FEIO: Porque acho que faltou algo no suplemento. Hora de malhá-lo. …E O ESTRANHO: Anedotário e esquisitices. Hora de gozá-lo.

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Pathfinder RPG: Ultimate Intrigue (resenha)

REGRAS DO JOGO (Critérios de Avaliação) O FATO: Qualquer RPG só precisa de regras básicas e antagonistas. Todo suplemento é opcional. Logo, toda avaliação é subjetiva. Todo suplemento se caracteriza pelo seu BÁSICO, é BOM, MAL, FEIO e ESTRANHO em maior ou menor grau. O BÁSICO: Aqui vão as informações físicas do suplemento. O BOM: Porque seria legal você ler ou ter este suplemento. Hora de louvá-lo. O MAL: Porque este suplemento é ruim para você. Hora de criticá-lo. O FEIO: Porque acho que faltou algo no suplemento. Hora de malhá-lo. …E O ESTRANHO: Anedotário e esquisitices. Hora de gozá-lo.

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UED – Você é a resistência (resenha)

“Não acaba enquanto não termina”. Uma frase extremamente clichê, mas uma boa referência ao que significa teimosia, persistência, e espírito de batalha. Para ser um personagem de UED – Você é a Resistência, você vai precisar de tudo isso… aliado a uma boa dose de sorte… e muito, muito bom senso ao administrar seus recursos. Pois UED, mais do que muitos RPGs, é isso: um jogo de administração de recursos e pensamento estratégico. O JOGO “Pode ter certeza que estou mentindo para mim mesmo. Eu minto para mim mesmo todo dia, às vezes a cada hora de cada dia. E

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Terra Devastada: Edição Apocalipse (resenha)

Olá, pessoal! Eu começo este meu segundo artigo aqui na REDE já fugindo um pouco das minhas atribuições como redator de Savage Worlds (mas ainda falarei um pouco sobre Savage) para falar de um jogo que eu considero um dos melhores RPGs nacionais já feitos: Terra Devastada, um jogo sobre zumbis do autor John Bogéa. Mais especificamente, a sua nova edição chamada Edição Apocalipse e que foi financiada recentemente através do Catarse. Como funciona Terra Devastada O jogo Terra Devastada (TD), desde a sua primeira edição, preza pela simplicidade do seu sistema de resolução de ações. O jogador monta um

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Prime Directive, o clássico RPG de Star Trek! (resenha)

Para qualquer Trekkie de coração, lembrar de Jornada nas Estrelas (Star Trek) é lembrar da Enterprise viajando majestosa pelo espaço escuro, perigos no vácuo e encontros com o desconhecido. Mas para aqueles que se lembram dos efeitos hoje tão datados da série original, uma outra lembrança vem: a de Kirk, Spock e uma dupla de camisas vermelhas se teleportando para a superfície de um planeta qualquer, e enfrentando os perigos que lá encontravam com um tricorder, um phaser, e uma boa dose de coragem e sorte. Para esses últimos, Prime Directive é o seu jogo! O JOGO Prime Directive (PD)

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Resenha: Savage Worlds 2ª Edição Brasileira

Olá, pessoal! Antes de começar este artigo eu acho que cabe aqui uma apresentação, para quem não me conhece, eu sou o Eder Marques, tradutor e revisor de alguns títulos de RPG publicados, ou prestes a serem publicados, no cenário nacional de RPG e o mais novo redator de Savage Worlds da REDERPG. Eu aceitei o convite para essa função pois além de ser um dos maiores entusiastas do sistema por essas bandas, eu tenho algum tipo de envolvimento direto ou indireto com boa parte dos livros se Savage Worlds publicados no Brasil, seja como tradutor, revisor ou apenas como

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Pathfinder RPG: Occult Adventures (resenha)

REGRAS DO JOGO (Critérios de Avaliação) O FATO: Qualquer RPG só precisa de regras básicas e antagonistas. Todo suplemento é opcional. Logo, toda avaliação é subjetiva. Todo suplemento se caracteriza pelo seu BÁSICO, é BOM, MAL, FEIO e ESTRANHO em maior ou menor grau. O BÁSICO: Aqui vão as informações físicas do suplemento. O BOM: Porque seria legal você ler ou ter este suplemento. Hora de louvá-lo. O MAL: Porque este suplemento é ruim para você. Hora de criticá-lo. O FEIO: Porque acho que faltou algo no suplemento. Hora de malhá-lo. …E O ESTRANHO: Anedotário e esquisitices. Hora de gozá-lo.

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Lamentations of the Flame Princess (resenha)

REGRAS DO JOGO (Critérios de Avaliação) O FATO: Qualquer RPG só precisa de regras básicas e antagonistas. Todo suplemento é opcional. Logo, toda avaliação é subjetiva. Todo suplemento se caracteriza pelo seu BÁSICO, é BOM, MAL, FEIO e ESTRANHO em maior ou menor grau. O BÁSICO: Aqui vão as informações físicas do suplemento. O BOM: Porque seria legal você ler ou ter este suplemento. Hora de louvá-lo. O MAL: Porque este suplemento é ruim para você. Hora de criticá-lo. O FEIO: Porque acho que faltou algo no suplemento. Hora de malhá-lo. …E O ESTRANHO: Anedotário e esquisitices. Hora de gozá-lo.

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Abismo Infinito RPG (resenha)

“O Espaço… a Fronteira Final” Para qualquer trekkie que se preza, esta frase basta para trazer ao rosto um sorriso com a lembrança da música tema, as linhas elegantes da Enterprise cruzando o espaço, gloriosa em sua missão de cinco anos rumo a onde “Ninguém jamais esteve”. Boa sorte. Abismo Infinito leva a ideia de fronteira espacial de volta à época medieval. “Aqui há monstros” poderia muito bem se aplicar ao vasto oceano de estrelas que nos cerca na Via Láctea. E existe uma razão muito boa para alguém jamais ter estado lá… Medo. O medo, aqui, não é apenas

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Resenha: Alien (Livro)

Saudações! Desde quando foi lançado, no já longínquo ano de 1979, Alien, O Oitavo Passageiro, já se tornou um clássico moderno na ficção científica e do terror com seus ambientes claustrofóbicos, interações humanas e seu antagonista. Criado pelo pintor surrealista H. R. Giger, o Alien se revelou a personificação do pesadelo e uma das mais conhecidas criaturas fantásticas do cinema, gerando outros filmes e inúmeros produtos, sendo um deles o livro que traz a novelização do primeiro filme escrito por Alan Dean Foster e publicado pela editora Aleph. Como no filme, o livro começa quando a tripulação da Nostromo é

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Mutant: Ano Zero – Zone Compendium 2: Dead Blue Sea (resenha)

“O mundo acabou. Cidades e nações criadas pela humanidade estão em ruínas. Na imensidão dos oceanos, navios abandonados e enferrujados viajam à deriva de costa a costa. Quase tudo que viveu um dia nas profundezas já se foi, porém, cada vez mais observam-se sinais de recuperação. Baleias, tubarões e peixes voltam a povoar os mares, entretanto, a maioria da vida marinha mudou, sofrendo mutações desconhecidas. Sua Arca está em algum lugar perdida entre as intermináveis ondas, um refúgio para sua existência. Vocês são o Povo, um grupo de mutantes acostumados ao mar, lutando para sobreviver um dia de cada vez.

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