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Resenha: Savage Worlds 2ª Edição Brasileira

Olá, pessoal! Antes de começar este artigo eu acho que cabe aqui uma apresentação, para quem não me conhece, eu sou o Eder Marques, tradutor e revisor de alguns títulos de RPG publicados, ou prestes a serem publicados, no cenário nacional de RPG e o mais novo redator de Savage Worlds da REDERPG.

Eu aceitei o convite para essa função pois além de ser um dos maiores entusiastas do sistema por essas bandas, eu tenho algum tipo de envolvimento direto ou indireto com boa parte dos livros se Savage Worlds publicados no Brasil, seja como tradutor, revisor ou apenas como o cara que dá alguns pitacos.

Uma estreia com uma grande novidade

Já que estamos estreando essa nova coluna aqui na REDE, nada mais justo que falemos sobre a segunda edição brasileira revisada e ampliada do Savage Worlds, daqui em diante SW.

Para quem ainda não sabe, foi lançada agora no World RPG Fest deste ano a mais nova edição do SW Básico. Ela vem para resolver duas questões: primeira, colocar o livro que estava esgotado novamente no mercado e, segunda, revisar termos, regras e até mesmo a identidade visual do livro, que está mais enxuta e clara.

O que mudou objetivamente?

O livro tem uma nova capa, que ficou linda por sinal, a revisão da regra de abalado e a nova regra de combate rápido, uma diagramação mais enxuta, que eliminou algumas das imagens de abertura de capitulo da edição anterior e, é claro, novas aventuras rápidas no final do livro. Acabou que ele ficou menor em número de páginas, já que alguns elementos como os nomes dos apoiadores foram eliminados. Ainda assim, ele conseguiu ficar com mais conteúdo que a edição anterior!

Discutindo em pormenores, as novas regras visam deixar o jogo ainda mais rápido, a regra sobre o estado abalado (para quem não sabe é um estágio de dano dentro do jogo) e como sair dele, por exemplo, foi simplificada. A regra de combate rápido, que dispensa o grid e é bastante narrativa, serve para tornar aqueles combates sem muito impacto na história ainda mais rápidos. É o bom e velho lema “Divertido! Rápido! Furioso!” sendo levado cada vez mais a diante.

Nem só de básico vive um Mestre

Além dos livros básicos, foram lançados também os compêndios de Horror e de Supers, em suas edições mais recentes e com toda qualidade que eles merecem, ambos têm capa dura e impressão colorida. Só ficou faltando o de Ficção Científica, mas ele já está na gráfica e deve sair em breve.

Cabe aqui uma nota sobre uma certa controvérsia que a nova capa do horror gerou. A capa anterior era considerada por muitos sexista, então a opção foi criar uma nova capa, com uma arte com traço diferente que não agradou todo mundo – questão de gosto – e mesmo entendendo o ponto de vista das críticas, eu acho que a ideia por trás de criar uma nova capa em substituição à antiga muito positiva.

Outra questão é quanto ao compêndio de Fantasia, que é preto e branco e que “quebraria o padrão”. Segundo apurei, a ideia é, eventualmente quando a atual versão esgotar, imprimir colorida a nova tiragem desse compêndio.

Savage Worlds, um sistema para a todos governar

Eu costumo dizer que o SW é o meu “One System To Rule Them All”, meu sistema favorito e o que eu mais jogo, e acho muito bacana que ele está se consolidando cada vez mais no Brasil agora com essa nova impressão e com a impressão dos compêndios.

Fica aqui o meu agradecimento ao Marcelo Telles por me dar o espaço pra falar sobre algo que eu gosto tanto e o meu voto para que essa coluna prospere e que eu possa trazer algo de interessante para vocês com os meus artigos.

Por Éder da Costa Marques
Equipe REDE
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