Como criar um deus

Em quase todos os RPGs, quando se pensa em criar um deus ou em fazer a ficha de uma divindade qualquer, imediatamente vem à nossa mente o uso de toneladas de pontos de criação de personagens, trocentos níveis e níveis épicos, poderes e mais poderes, etc, etc, etc… Ou então aquele reducionismo simplista do tipo “um deus pode tudo, ele não precisa ter ficha…” e aí Narradores e jogadores não têm nenhum parâmetro ou referência. Acaba ficando muito pior do que criar um personagem com uma ficha overpower. Então, ao se criar um jogo como EPIFANIA: Deuses em Nós, onde

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Mecânicas para a Narrativa se sobrepor ao Sistema de Jogo

O título deste artigo pode parecer meio contraditório por si, mas não é. Embora usar mecânicas de jogo que façam a Narrativa se sobrepor ao Sistema de Jogo soe contraditório, isso é bem coerente a partir do que expomos no artigo anterior, Narrando sem pensar no sistema de jogo, sendo estes dois artigos relacionados ao novo RPG que lançarei este ano, EPIFANIA: Deuses em Nós, um RPG que não usa dados nem nenhum outro fato randômico. Nele existem três mecânicas do sistema de jogo dele que procuram garantir isso: Drama, Destino e a Quebra de Narrativa. Em EPIFANIA, qualquer jogador

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Narrando sem pensar no sistema de jogo

O sistema de jogo não pode ser um obstáculo à narrativa no RPG. Ele não pode atrapalhar o andamento da sessão de jogo. Ainda é muito comum no nosso hobby a narração ou o desenrolar de uma cena de combate parar por conta de alguma dúvida ou discussão de regra. O jogo para e isso se torna um verdadeiro anti-clímax. Esse tipo de coisa não deveria acontecer. Muitos designers de RPG já entenderam isso há algum tempo, e por isso os RPGs mais recentes – inclusive as novas edições dos mais tradicionais, como a 5ª Edição de D&D – têm

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Quer dizer que o meu personagem é um deus?!

A busca por poder sempre foi intrínseca ao RPG. Embora existam exceções, a maioria dos roleplaying games de mesa reproduz em alguma medida o conceito de experiência ou pontos de experiência como uma maneira de seu personagem ficar mais poderoso. Uma pessoa mais experiente normalmente é uma pessoa mais sábia e vivida, mas no RPG um personagem com mais experiente é mais do que isso: é um personagem com maior poder. Não porque apenas construiu mais conhecimento, mas porque adquiriu mais poder pessoal, maior capacidade de infligir dano aos oponentes. Quero deixar claro que isso não é um juízo de

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Como assim um RPG que não usa dados?!

Um dos diferenciais do EPIFANIA: Deuses em Nós é o fato dele ser um RPG que não usa dados, nem qualquer outra forma aleatória de verificação. Mas como assim não usa dados? Nem cartas? Nem nada randômico? Como se verifica se um ataque acertou ou não? Um RPG sem dados ou outro fator aleatório não ficaria previsível? A graça do RPG não é justamente a emoção de se jogar um dado? Eu penso que a “graça” do RPG é por conta de suas principais características: interpretação/representação de papéis, desenvolvimento de uma narrativa coletiva através dessas interpretações/representações e, em cenas de

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O Multiverso de EPIFANIA: Deuses em Nós

Mas afinal, qual é ou como é o cenário de EPIFANIA: Deuses em Nós? A resposta é simples: Qualquer um. Embora tenha como cenário padrão o mundo atual, EPIFANIA não se restringe a uma única opção e possibilita, literalmente, qualquer cenário. Ele “brinca” com várias teorias, hipóteses e conceitos da moderna Cosmologia, como por exemplo, o conceito de Multiverso: não existiria apenas o universo que observamos através dos telescópios espaciais, mas sim uma infinidade de universos onde o nosso seria apenas mais um. Outra hipótese cosmológica presente no jogo, é a de que qualquer realidade que se possa imaginar existiria

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O que EPIFANIA pode oferecer aos jogadores brasileiros?

Alguns jogadores, ao tomarem conhecimento do meu RPG que está em fase final de playtest aberto, o EPIFANIA: Deuses em Nós, podem estar se fazendo algumas perguntas bem óbvias: por que jogar um RPG que não usa dados e nem nenhum outro fator randômico? Por que jogar como um deus? Não é poder demais? O jogo não sairia do controle? Ou então, jogar com um deus e sem fatores randômicos não tornariam o jogo sem graça e previsível? Vamos começar respondendo a última pergunta, para depois responder as demais, explicando tudo o que EPIFANIA: Deuses em Nós pode oferecer aos

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Baixe o playtest de EPIFANIA: Deuses em Nós

Conforme anunciado, estamos disponibilizando o PDF de playtest aberto do EPIFANIA: Deuses em Nós e a Ficha de Personagem. Para baixá-los, basta estar logado aqui na REDERPG, o que pode ser feito através do Facebook, e clicar no link abaixo para fazer o download do material: [download id=”59728″]   EPIFANIA: Deuses em Nós é um RPG multigênero e sem fatores randômicos, um RPG que não usa dados nem qualquer outro acessório que os substitua. Nele cada jogador encarna um deus que foi aprisionado no Simulacro, uma existência mortal onde ele reencarnou por centenas de anos ignorando sua verdadeira natureza e

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EPIFANIA: Deuses em Nós, o novo RPG de Marcelo Telles

EPIFANIA: Deuses em Nós é um RPG multigênero e sem fatores randômicos, um RPG que não usa dados nem qualquer outro acessório que os substitua. Nele cada jogador encarna um deus que foi aprisionado no Simulacro, uma existência mortal onde ele reencarnou por centenas de anos ignorando sua verdadeira natureza e poder, a mais perfeita prisão sem grades. Os personagens dos jogadores estão despertando ou despertaram recentemente de seu aprisionamento, e agora querem ascender e reaver o seu lugar no Multiverso. Este é o novo RPG de Marcelo Telles (Crônicas da 7ª Lua, Reia e Conspiração do Amanhecer), criador e

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