Como criar um deus

Em quase todos os RPGs, quando se pensa em criar um deus ou em fazer a ficha de uma divindade qualquer, imediatamente vem à nossa mente o uso de toneladas de pontos de criação de personagens, trocentos níveis e níveis épicos, poderes e mais poderes, etc, etc, etc… Ou então aquele reducionismo simplista do tipo “um deus pode tudo, ele não precisa ter ficha…” e aí Narradores e jogadores não têm nenhum parâmetro ou referência. Acaba ficando muito pior do que criar um personagem com uma ficha overpower. Então, ao se criar um jogo como EPIFANIA: Deuses em Nós, onde

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Mecânicas para a Narrativa se sobrepor ao Sistema de Jogo

O título deste artigo pode parecer meio contraditório por si, mas não é. Embora usar mecânicas de jogo que façam a Narrativa se sobrepor ao Sistema de Jogo soe contraditório, isso é bem coerente a partir do que expomos no artigo anterior, Narrando sem pensar no sistema de jogo, sendo estes dois artigos relacionados ao novo RPG que lançarei este ano, EPIFANIA: Deuses em Nós, um RPG que não usa dados nem nenhum outro fato randômico. Nele existem três mecânicas do sistema de jogo dele que procuram garantir isso: Drama, Destino e a Quebra de Narrativa. Em EPIFANIA, qualquer jogador

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Como jogar um bom jogo de RPG: Tornando-se um bom Jogador!

Contadores de Histórias “Um grupo de amigos está reunido para jogar uma sessão de Lenda dos Cinco Anéis. Em determinado momento da aventura, o Narrador diz: ― Vocês estão seguindo pela estrada para Ryoko Owari quando, em sentido contrário, avistam um camponês ancião com uma sacola que parece ser de arroz nas costas. Um dos jogadores declara: ― Eu saco minha katana e ataco!” O exemplo acima é, sem sombra de dúvidas, extremo, mas que Narrador nunca viu algo assim em suas mesas de RPG? Eu já vi, muitas vezes… Outra coisa que já vi foram artigos, inúmeros, com dicas

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Narrando sem pensar no sistema de jogo

O sistema de jogo não pode ser um obstáculo à narrativa no RPG. Ele não pode atrapalhar o andamento da sessão de jogo. Ainda é muito comum no nosso hobby a narração ou o desenrolar de uma cena de combate parar por conta de alguma dúvida ou discussão de regra. O jogo para e isso se torna um verdadeiro anti-clímax. Esse tipo de coisa não deveria acontecer. Muitos designers de RPG já entenderam isso há algum tempo, e por isso os RPGs mais recentes – inclusive as novas edições dos mais tradicionais, como a 5ª Edição de D&D – têm

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Erótica, um jogo sobre sedução em uma distopia

Erótica é um jogo de contar histórias compartilhadas sobre a sedução em uma distopia. Feito para 3 até 5 pessoas jogarem em torno de 180 minutos. Vocês serão responsáveis por controlar as atividades da festa, como também o impulso dos protagonistas para realizarem um ou mais desejos. Ambientação O consumo desordenado causou colapso global. A escassez de recursos naturais provocou fome, quebra do sistema econômico, guerras civis e dependência digital. Para solucionar este problema, as maiores corporações e governos financiaram pesquisas em nano tecnologia. Ao produzirem nano robôs capazes de interpretar e controlar os desejos, a humanidade teve uma nova

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Amber, o primeiro RPG sem dados (resenha)

Amber: todas as campanhas que você já quis jogar… elevadas ao quadrado. Todo jogador de RPG um pouco mais experiente sabe que existem os mais diversos sistemas de RPG Genéricos por aí. GURPS, Savage Worlds, são sistemas que se propõem a criar qualquer tipo de jogo, nos mais diversos cenários. Não é disso que se trata o Amber Diceless Role Playing Game. Um pouco de background… Amber é um RPG baseado na obra literária The Chronicles of Amber (nunca traduzidas no Brasil, o que é uma pena). Nessas sagas, o autor, Roger Zelazny (amigo de alguns autores de fantasia mais

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3 Corvos Negros, 3 Homens Mortos

3 Corvos Negros, 3 Homens Mortos (Three Black Crows, Three Dead Men) é um jogo de narrativa coletiva para três jogadores criado por Brennan Taylor, o mesmo autor de Este Corpo Mortal que está sendo lançado pela RetroPunk Game Design. Evandro Campos Silva traduziu e fez a bela editoração para esta preciosidade, que contou com a revisão de Gilvan Gouvêa. Confira e baixe o .PDF gratuitamente. [download id=”96″ format=”2″] [download id=”96″ format=”3″] Quem quiser saber um pouco mais sobre este jogo, pode conferir a resenha aqui. rederpg.com.br/2011/12/08/three-black-crows-three-dead-men-resenha/ Three Black Crows, Three Dead Men (resenha) ***

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Three Black Crows, Three Dead Men (resenha)

Three Black Crows, Three Dead Men é um jogo de narrativa coletiva para três jogadores criado por Brennan Taylor, o mesmo autor de Este Corpo Mortal que está sendo lançado pela RetroPunk Game Design. Nele, cada um dos jogadores encarna um dos três corvos pousados em três homens enforcados, contando de forma coletiva a história de como cada homem terminou na forca. Cada corvo tem uma personalidade e uma filosofia de vida diferente, e isso se traduz em suas narrativas. Um dos corvos começa a história e em cada etapa da narrativa, cada um dá a sua versão dos fatos,

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Jogo dos Espíritos (resenha)

Jogo dos Espíritos não é apenas um jogo de narrativa compartilhada recomendado para maiores de idade. Ele é um jogo que pode ser perturbador e talvez seja desaconselhável para pessoas que sejam facilmente impressionáveis, ou que realmente acreditem no sobrenatural. Criado por Tiago “Coisinha Verde” Junges, o mesmo do Mighty Blade, Jogo dos Espíritos é um pequeno PDF de 5 páginas para download gratuito, que pode ser baixado no site do autor (link no final da resenha). Ele é uma forma de fazer uma narrativa coletiva, um RPG sem a função de Mestre de Jogo/Narrador, onde todos os jogadores realmente

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Puppetland (resenha)

LIVRE-SE DAS CORDAS Creio que nunca comentei que adoro cinema. E que um dos meus diretores favoritos é o M. Night Shyamalan, um diretor indiano que vive nos EUA, responsável por conduzir filmes de qualidade indiscutível (como O Sexto Sentido) e outros causadores de boas discussões, como A Vila. O ponto é que Shyamalan consegue de forma sutil, lidar com sentimentos polêmicos, como o medo, a fé, o desejo de vingança, além de sempre enquadrar alguma crítica social em seus roteiros. Os filmes de Shyamalan podem ser do tipo ame-ou-odeie, porém você nunca sai indiferente ao que acabou de assistir.

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